Comissão Processante vai prosseguir nas apurações de denúncias contra o prefeito

  • Cesar Colleti
  • Publicado em 25 de outubro de 2017 às 06:41
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 18:24
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Acusação de renúncia de receita deve ser amenizada, mas ligação com construtora será apurada

​A Comissão Processante que apura denúncias contra o prefeito Gilson de Souza (DEM) na Câmara de Franca não será arquivada. Pelo menos dois membros, Adermis Marini (PSDB) e Della Motta (Podemos) deverão se posicionar pela continuidade, isolando Arroizinho (PMDB), da base governista, será voto vencido pelo arquivamento.

A comissão tem até segunda-feira para protocolar um relatório com a decisão do arquivamento ou prosseguimento. A denúncia de renúncia de receitas deverá ser amenizada, uma vez que o prefeito está tomando providências para realizar a fiscalização dos ambulantes e firmou acordo com o Ministério Público, que deu prazo até janeiro para a regularização.

O que deve ser apurado mais a fundo devem ser as denúncias de favorecimento à Construtora Pacaembu, de Ribeirão Preto, que iniciou as vendas de um empreendimento particular em área pública – na Praça da Matriz -, mesmo sem aprovação do projeto pela Prefeitura – e teve tramitação prioritária em seu projeto em relação a outras construtoras.


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