Vestir filhas como as mães (batizada como “tal mãe, tal filha”) é uma forma de brincarmos com a moda alegrando as crianças e satisfazendo o desejo das mamães… Olhem como podemos abusar dessa nova mania…
Qual mulher que quando menina nunca calçou os sapatos da mãe, colocou um colar e brincou de “ser adulta”? Porém, essa fantasia infantil pode estar com os dias contados com essa moda “tal mãe, tal filha”….
Ao passear por um shopping ou ao simplesmente caminhar pelos calçadões de moda, não é difícil ver mães e filhas vestidas iguaizinhas. É a moda “Tal mal, tal filha”, que, cada vez mais, ganha adeptas. Marcas produzem coleções exclusivas para este mercado e lojas se especializam neste tipo de produto.
— Há uns oito anos algumas marcas adultas, como Maria Filó, Richards e Fit, viram que havia um mercado a ser explorado, o da moda infantil. Não era mais simplesmente vestuário infantil. Elas começaram a fazer coleções voltadas para as crianças e também versões infantis de roupas de coleções adultas.
Daí, essa ideia foi abraçada pelas mães, que passaram a vestir suas filhas com as versões mirins dos modelos adultos que elas compravam.
— A tendência foi se espalhando. Surgiram pijamas, a PUC e Pucket fazem uns bem legais, e também moda praia. Hoje, existem também coleções voltadas para pais e filhos — Uma expressão de amor com ar de moda… Adoro!!!!
Algumas amam colocar a filha vestidinha igual. Outras, já criticam. Porque a roupa, na maioria das vezes, é uma reprodução, tem as linhas de um modelo adulto. O que eu acho legal é, por exemplo, camisetas iguais. Porque, aí, basicamente, o que vai ser repetido é a estampa. É legal também adaptar, colocar um babado, fazer o vestido mais longo, etc. — não deixar a criança com cara de adulto, assim o look fica divertido, sem errar.
— Não acho legal usar essas roupas como parte da rotina. É bom transformar em algo lúdico, usar em uma data especial, fazer a criança entrar na brincadeira.
Famosas como Katie Holmes e Jessica Alba ajudaram a espalhar a tendência batizada de “tal mãe tal filha”, vestindo as filhas com roupas parecidas com as suas. A moda pegou e várias grifes entraram na brincadeira, produzindo peças com cores, formas ou estampas em versões mini para presentear as pequenas. Bruna Michel, professora do curso de Criação e Coordenação de Moda do Senac, confirma e vai além: diz que a tendência já pode ser encontrada também em acessórios como bolsas e calçados.
É possível fazer intervenções, mas sempre levar em conta o
conforto da criança. Afinal, a modelagem das peças dos pequenos deve sempre
levar em conta o conforto.
Outro detalhe importante é com a aparência das meninas.
Elas podem se vestir iguais
às mães, mas devem fazer coisas compatíveis com as suas idades.
Abuse das estampas florais
delicadas.
É possível usar listras com cuidado: um pouco mais largas nas mães e mais finas nas filhas.
Pode ser usado o mesmo tecido na roupa da mãe e da filha, lembrando também que os tecidos para as crianças sempre devem ser confortáveis e as peças sejam adaptadas ao corpo infantil e diferenciadas no corpo da mãe.
O mais importante: a criança precisa ter liberdade para poder brincar.
Dica de Diva!!!
Eu prefiro essa brincadeira amorosa em peças mais leves como pijamas ou linha praia, mas com disse antes, a diversão é certa para as mães e suas bonecas… Arrasem!!!!
Veja as dicas para não ser deselegante…
1) Criança não pode vestir roupa de adulto, simples assim. Entender que cada etapa da vida constitui num crescimento interno e externo é fundamental.
2) Meninas não podem usar sapatos de salto alto. Isso é expressamente proibido pelos profissionais de saúde e só irá causar danos futuros à sua filha.
3) Nunca vista seus filhos de maneira que eles pareçam estar fantasiados ou desconfortáveis demais.
4) À medida que a criança vai manifestando interesse em escolher o que vai vestir, permita que ela faça as combinações e apenas monitore para seu filho não sair de calça de pijama ( como o meu caçula quis um dia).
5) Cada peça que entra no armário é responsabilidade do adulto. Crianças não podem vestir roupas sensuais, sob risco de uma erotização precoce.
6) Não sugira a moda ‘tal mãe, tal filha”, mas se sua filha (ou filho) quiser uma peça igual a da mãe ,permita apenas uma peça, algo singelo, como uma brincadeira. Não faça disso um hábito.
Seja qual for a quantidade de filhos, o nível de fama, a profissão, uma mãe e o sentimento por cada filho é único e infinito. Nossa homenagem a estas mulheres que optaram por ser mãe, conciliar esta decisão com tantas outras que a vida lhes oferece.
Elas continuam femininas, charmosas, e abraçam esta missão com toda a dedicação do mundo, e mantém o glamour mesmo com a roupa sendo puxada por um, a blusa subindo com outro no colo, o cabelo voando sem mãos disponíveis para arrumar… O charme de toda mãe está além do seu visual. Está diante de nossos olhos e corações.
Parabéns para nós “Divas” !!!!! Espero vocês a semana que vem!!!
Visitem nosso Instagram: claudiam_dicas de diva e nossa página no Facebook: Claudia Madeira – Coluna Dicas de Moda
Super beijo de Diva!!!
*Esta coluna é semanal e atualizada às quintas-feiras.