Moradores de rua são vistos aos montes em moradias improvisadas no tradicional bairro francano
Moradores de rua são vistos aos montes em moradias improvisadas no tradicional bairro francano
A população de Franca segue reclamando da proliferação de moradores de rua por bairros da cidade.
Eles invadem áreas públicas e fazem moradias improvisadas em locais movimentados que permitem a atuação no semáforos em práticas como mendicância.
Também são associadas a parcela desses moradores de rua ações criminosas como furtos de fios e de outros produtos em residências e estabelecimentos comerciais.
Um dos bairros com maior índice de reclamação da cidade é tradicional Estação Bom dia pessoas em situação de rua montaram uma favela improvisada no antigo prédio da Mogiana.
O empresário Washington Luís Bueno comentou sobre as dificuldades enfrentadas pelos comerciantes do bairro.
“A Estação virou um antro de bandidagem, pedintes e moradores de rua e a gente entende que o morador de rua tem os seus direitos constitucionais, são pessoas, são cidadãos, mas os cidadãos pagador mês de impostos somos nós”, disse.
E acrescentou, em fala direcionada aos vereadores de Franca.
“Entendemos que vocês são autoridades competentes para nos ajudar e nosso principal objetivo hoje é ter acesso ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que foi feito juntamente com Ministério Público, Prefeitura e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Segundo o comerciante, os direitos desse público prejudica o restante da população.
“Não se pode colocar a mão nos moradores de rua, não pode remover e são coisas que nos deixam indignados porque se eu, cidadão pagador de imposto, defecar na rua com certeza vou preso. Agora o morador de rua, que talvez nem de Franca é, não paga imposto e nunca pagou, nunca contribuiu, se defecar na rua simplesmente tenho que sair da minha empresa ou da minha casa e limpar”, desabafou.
Os vereadores se solidarizaram com o comerciante mas não firmaram compromissos no sentido de resolver o problema.
“Está todo mundo indignado, porque ninguém faz nada. A gente precisa de ação, precisa de atitude. Ninguém quer bater em morador de rua, ser hostil, ser agressivo, mas não está sendo recíproco”, disse o comerciante francano.