Até onde vai o buraco? Área cultural perde 244 mil postos de trabalho e encolhe 4%

  • Cláudia Canelli
  • Publicado em 29 de junho de 2021 às 19:30
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No 1º trimestre de 2020, havia 6.843.455 postos de trabalho na economia criativa no País. O número caiu para 6.599.590 no 1º trimestre deste ano.

A economia criativa, como o setor de artesanato, perdeu 244 mil postos de trabalho no período de 12 meses

O setor cultural brasileiro perdeu 244 mil postos de trabalho em um ano, de acordo com um levantamento do Painel de Dados do Observatório do Itaú Cultural.

O Observatório, que acompanha a evolução da economia criativa no País por meio de dados da Pnad Contínua, aponta que o setor encolheu 4%.

No primeiro trimestre de 2020, havia 6.843.455 postos de trabalho disponíveis na economia criativa no País. O número caiu para 6.599.590 no primeiro trimestre deste ano.

Segundo o Estadão, em relação ao trimestre anterior, o último de 2020, a queda é de 1%, ou 80 mil postos de trabalho.

Registro de queda

Do primeiro para o segundo trimestre do ano passado, o setor se retraiu 8%, recuperando 7% até o fim de 2020, mas voltou a registrar nova queda de 1% no primeiro trimestre de 2021.

O estudo leva em conta empregos formais e informais em atividades como publicidade e marketing, arquitetura, artesanato, design, cinema, rádio, TV, tecnologia da informação, editorial, patrimônio histórico, música, artes cênicas e visuais.

São Paulo perdeu 2% dos postos de trabalho em relação ao mesmo período de 2020 e o Rio de Janeiro perdeu 4%.


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