Veja como cada um desses hábitos pode influenciar na saúde, no sono e descanso das pessoas
A escolha entre dormir em um ambiente totalmente escuro ou com alguma luz acesa divide opiniões e, segundo especialistas, pode impactar diretamente a qualidade do sono e a saúde ao longo do tempo.
Dormir no escuro favorece a produção de melatonina, hormônio responsável pela regulação do ciclo circadiano. A escuridão completa ajuda o organismo a identificar que é hora de descansar, promovendo um sono mais profundo e restaurador. Essa prática contribui para a recuperação física e mental, fortalece o sistema imunológico e auxilia no equilíbrio do metabolismo.
Por outro lado, algumas pessoas optam por deixar uma luz acesa, seja por hábito, conforto ou até por questões de segurança, como no caso de crianças ou idosos. A presença de luz no ambiente pode transmitir sensação de proteção e facilitar deslocamentos durante a noite, reduzindo o risco de quedas, isso é fato.
No entanto, a iluminação contínua pode atrapalhar o descanso, gerar despertares frequentes e prejudicar a qualidade do sono, principalmente se a luz for intensa ou branca, que estimula o cérebro a permanecer em estado de alerta.
Sono reparador
O consenso entre especialistas é que a escuridão é a condição ideal para o sono reparador. Quando houver necessidade de iluminação, a recomendação é utilizar luzes suaves e de tonalidade quente, como lâmpadas amareladas ou luminárias noturnas de baixa intensidade, posicionadas de forma indireta. Assim, é possível conciliar segurança e conforto sem comprometer a qualidade do descanso.
Em resumo, dormir no escuro continua sendo a prática mais saudável, mas pequenas adaptações podem ser feitas para atender necessidades individuais, desde que não interfiram no processo natural de repouso do corpo.