Que completou não se tratar de privilégio, mas de bom senso, explica autora do projeto
Que completou não se tratar de privilégio, mas de bom senso, explica autora do projeto
Os parlamentares francanos aprovaram projeto de lei que prevê a emissão, pela saúde pública, de carteirinha para portadores de fibromialgia no município.
A iniciativa visa a atender a demanda de parte da população que é acometida por este problema, que é considerado crônico e causa sintomas que têm que ser tratados para minimizar os efeitos.
Segundo a autora do projeto, Lurdinha Granzotte, a pessoa que tem fibromialgia possui maior sensibilidade à dor e isso tem relação com o centro de dor no sistema nervoso de cada um.
“Desta maneira, nervos, medula e cérebro, fazem com que qualquer estímulo doloroso seja mais intenso. Com tantos sintomas causados pela doença, é importante que o paciente tenha rapidez no atendimento nos lugares em que houver a fila preferencial”, afirmou Lurdinha.
Que completou não se tratar de privilégio, mas de bom senso, uma vez que os acometidos sofrem com as dores 24 horas por dia, sem tratamento que possa garantir eficácia ou recuperação de 100%.
“A Lei Municipal nº 8.904 de 07 de abril de 2020 regulamenta o atendimento preferencial e a utilização de vagas de estacionamento preferencial aos portadores de fibromialgia, mas não disciplina sobre a carteirinha de identificação para a garantia desses direitos”, concluiu, justificando seu projeto.
Com a criação da Carteira de Identificação da Pessoa com Fibromialgia – CIPF – a expectativa é que sejam garantidos atenção integral, pronto atendimento e prioridade no atendimento e no acesso aos serviços públicos e privados, em especial nas áreas de saúde, educação e assistência social de Franca.