Quando a cidade é invadida pela fumaça é preciso agira rápido para preservar a saúde
A fumaça que atingiu Franca e outras cidades da região nesta segunda-feira (9) trouxe uma série de transtornos para a população. Além do cheiro forte de queimado e da fuligem que se espalhou pelas ruas, roupas e imóveis, os principais impactos recaem sobre a saúde das pessoas.
A queda na qualidade do ar pode agravar quadros respiratórios, causar irritação nos olhos, garganta seca, tosse, falta de ar e, em situações mais graves, desencadear crises de asma e bronquite, principalmente em crianças, idosos e pessoas com doenças pulmonares pré-existentes. É preciso acompanhar cada situação.
Para minimizar os efeitos da fumaça, especialistas recomendam manter portas e janelas fechadas durante os períodos de maior concentração de fuligem, evitar atividades físicas ao ar livre, usar máscara em caso de necessidade de exposição e hidratar-se bem, tanto com água quanto com o uso de soro fisiológico para limpar as vias respiratórias. Outra medida importante é não deixar roupas expostas no varal em dias de fumaça intensa, já que a sujeira impregna facilmente.
Denúncia
No campo da prevenção, a principal orientação é denunciar queimadas ilegais, que além de causar prejuízos ambientais e de saúde, são crime previsto em lei. A conscientização da população e o fortalecimento da fiscalização são considerados fundamentais para reduzir os episódios recorrentes nesta época do ano.
Assim, enquanto a cidade convive com os efeitos imediatos da fumaça, fica o alerta para os problemas que ela traz e a necessidade de ações mais efetivas para proteger o ar que todos respiram em Franca e região.