Rifaina lança proposta para alterar Plano Diretor em busca de melhorias

  • Joaquim Felix
  • Publicado em 15 de janeiro de 2021 às 14:30
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O Plano Diretor é o instrumento básico da política de desenvolvimento do Município

Mudanças tem como finalidade regular a ocupação e proporcionar sustentabilidade e melhores condições de vida para a população

A Secretaria de Turismo da Prefeitura de Rifaina anunciou que realizará Audiência Pública para acatar sugestões para a Revisão do Plano Diretor de Turismo do Município.

O Plano Diretor deve propor diretrizes que norteiem os agentes públicos e privados sobre o que deve ou não ser feito no território do município.

Nele são identificadas e delimitadas as áreas urbanas e rurais e traçadas as estratégias para o seu desenvolvimento, buscando assim assegurar os direitos fundamentais, a sustentabilidade e o atendimento pleno às demandas da população.

“A propriedade urbana cumpre sua função social quando atende às exigências fundamentais de ordenação da cidade expressas no plano diretor, assegurando o atendimento das necessidades dos cidadãos quanto à qualidade de vida, à justiça social e ao desenvolvimento das atividades econômicas, (…)” (BRASIL. Lei nº 10.257 de 10 de julho de 2001, capítulo III, art. 39)

O Plano Diretor está previsto na Constituição Federal e no Estatuto da Cidade (Lei nº 10.257/2001) como um dos instrumentos básicos da política urbana. É altamente recomendado para todos os municípios brasileiros e obrigatório para cidades:

A Audiência será virtual, utilizando para isso o sistema de videoconferência através da plataforma Microsoft Teams.

A conferência será no próximo dia 19 de janeiro, terça-feira, a partir das 10h. e qualquer cidadão pode participar, revelou Cláudio Masson, diretor de Turismo.

Os interessados devem acessar a plataforma em seus computadores ou aplicativos móveis.

OBJETIVO

O Plano Diretor tem como objetivo orientar as ações do poder público, à fim de promover a ordenação dos espaços do município, a urbanização e a sustentabilidade, garantindo o direito à cidade e à cidadania de forma mais justa e a qualidade de vida à população local, tornando possível o desenvolvimento das funções sociais da cidade como um todo, bem como de cada propriedade em particular.