Opositores do presidente da Francana recuam e fazem acordo: Rafael Diniz fica!

  • F. A. Barbosa
  • Publicado em 7 de janeiro de 2026 às 15:00
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Anúncio de patrocínio feito por Diniz e apoio do elenco e comissão técnica fizeram grupo de vereador no Conselho recuar

A reunião realizada na noite de sexta-feira entre o Conselho Deliberativo da Associação Atlética Francana e o presidente do clube, Rafael Diniz, transformou um encontro que poderia resultar em afastamento em um movimento de recomposição política interna.

Em vez de destituir o dirigente, os conselheiros optaram por um acordo ótimo para o atual presidente, que estabelece prazos de 30 e 60 dias para que Diniz apresente a prestação de contas de seus dois mandatos — o atual e o anterior — ao colegiado.

Com o desfecho, o presidente permanece no cargo e sai, na prática, fortalecido do embate com o vice-presidente do Conselho, o vereador Fransérgio Garcia, que já manifestou publicamente a intenção de disputar a presidência da Veterana nas eleições marcadas para maio.

Patrocínio 

A articulação pela saída imediata de Diniz perdeu força nos últimos dias, sobretudo após o anúncio de que a Francana contará com o patrocínio de uma casa de apostas, viabilizado por meio da Federação Paulista de Futebol, o que amplia a expectativa de sustentação financeira para a temporada.

Entre os conselheiros, prevaleceu a avaliação de que um rompimento neste momento poderia gerar desgaste político para Fransérgio e seus aliados, além de produzir efeitos diretos no departamento de futebol.

Jogadores

Uma estratégia considerada decisiva no tabuleiro foi a presença dos jogadores e integrantes da comissão técnica na reunião.

O gesto reforçou o argumento de que um eventual afastamento de Diniz colocaria em risco a permanência do elenco e a própria participação da Francana no Campeonato Paulista da Série A-3 e na Copa Paulista deste ano.

Com o acordo, o Conselho passará a acompanhar mais de perto o cumprimento dos prazos de transparência financeira, enquanto o presidente ganhará fôlego para conduzir o clube no curto prazo — em meio à disputa institucional que tende a se intensificar à medida que se aproxima o período eleitoral no clube.


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