Mais azarado do mundo: Fugindo de elefantes, homem acaba na boca de um crocodilo

  • Joao Batista Freitas
  • Publicado em 7 de outubro de 2022 às 10:00
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Winder, de 42 anos, provou isso na pele, pois no mesmo dia teve que enfrentar uma manada de elefantes enfurecidos e um ataque de crocodilo

Winder Sianene, de 42 anos, lutou com crocodilo e sobreviveu (Foto: Reprodução)

Tem dias que a gente não deveria sair da cama e tudo parece que está destinado a dar errado. O zimbabuense Winder Sianene, de 42 anos, provou isso na pele, pois no mesmo dia teve que enfrentar uma manada de elefantes enfurecidos e um ataque de crocodilo, segundo notícia do The Sun.

O ‘inferno astral’ de Sianene ocorreu na semana passada, quando ele estava indo pescar no rio Blibizi, que fica na região oeste do Zimbábue.

Ele caminhava tranquilamente quando se deparou com o grupo de cinco elefantes que seguiam agitados em sua direção. Para fugir do grupo, ele pulou no rio e tentou nadar para a outra margem, mas no meio do caminho foi atacado por um crocodilo.

O crocodilo mordeu inicialmente sua perna, mas ele conseguiu se desvencilhar e o animal voltou ao ataque, desta vez abocanhando seu braço esquerdo. A reação de Winder foi pular nas costas do crocodilo e enfiar o braço direito na garganta do animal para tentar fazê-lo engasgar.

Gritos de socorro

“Subi no crocodilo e segurei sua cabeça com força enquanto enfiava minha mão direita em sua boca grande. Eu sabia que tinha que viver a qualquer custo, então me certifiquei de manter meu domínio. Os crocodilos têm uma língua pequena, então eles não querem que nada a toque, pois isso os machuca. O crocodilo começou a se acalmar quando eu enfiei minha mão na sua boca”, disse.

Segundo o portal Metro World News, pessoas que estavam na margem do rio escutaram seus gritos por socorro e entraram na água para socorrê-lo, usando um tronco para abrir a boca do réptil, que mastigava ferozmente seu braço, e conseguindo libertá-lo.

“A dor que senti foi muito forte, mas me concentrei em estar vivo”, disse Winder.

Apesar de estar feliz por não ter morrido, a luta com o animal custou-lhe um braço e a metade de uma perna.


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