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Uma das maiores feiras do setor sucroenergético do mundo acontece em Sertãozinho entre 20 e 23 de agosto
A
Fenasucro & Agrocana, uma das maiores feiras do setor sucroenergético do
mundo com sede em Sertãozinho, espera movimentar em 2019 R$ 4,4 bilhões em
negócios com o aumento da demanda por geração de bioenergia.
O valor representa 10% a mais em relação ao volume
fechado em 2018.
A projeção foi apresentada durante lançamento do evento,
que chega à sua 27ª edição entre os dias 20 e 23 de agosto.
Entre os fatores que justificam esse otimismo estão as
expectativas em torno do início do Programa Nacional dos Biocombustíveis
(Renovabio) em 2020 e da liberação para que empresas emitam títulos de renda
fixa para o financiamento de projetos.
Segundo entidades do setor, metas estabelecidas no
programa, como a redução de 10% na emissão de CO2 até 2028, podem aumentar em
76% a demanda por etanol no país, chegando a 47 bilhões de litros ao ano.
Contam
ainda a composição cada vez maior do etanol de milho na matriz energética
brasileira, a alta no processamento de cana-de-açúcar nas usinas, que deve
chegar a 10 milhões de toneladas na safra 2019/2020, além de um cenário
favorável para exportações.
Segundo
os organizadores, esse otimismo em torno das vendas já se reflete antes da
feira, com uma procura 7% maior de expositores.
À
espera de 40 mil visitantes brasileiros e de países da Europa, Ásia e Estados
Unidos, estrangeiros, o Centro de Eventos Zanini terá em torno de 1 mil
estandes com 3 mil produtos em exposição, e com a expansão em áreas como as de
transporte e logística, tida como estratégica para o crescimento do setor.
Presidente de honra da feira, o ministro do Meio
Ambiente, Ricardo Salles, é uma das presenças esperadas.
Além de rodadas internacionais de negócios, que no ano
passadorenderam R$ 300 milhões em vendas, a feira terá 350 horas de conteúdo,
entre conferências, palestras e eventos como o Renovabio itinerante, para
esclarecer dúvidas sobre adesão ao programa e certificação. “Tivemos que
melhorar a planta para atender essa demanda e isso já promove um crescimento de
10% nos negócios da feira. Esse volume é durante o ano e a gente acredita que,
com essas novas notícias, com esse novo protagonismo que o setor
sucroenergético vem assumindo, a gente possa cada vez mais galgar outros países
que ainda não usam a nossa tecnologia”, diz Paulo Montabone, gerente da
Fenasucro.