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Deputada Graciela pede e CDHU deve rever prestações de moradia popular em Pedregulho

  • Teo Barbosa
  • Publicado em 13 de maio de 2021 às 16:30
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Se não bastasse todos os transtornos causados às famílias pela pandemia, os valores das prestações subiram muito

A reunião da deputada Delegada Graciela com os políticos de Pedregulho e o gerente regional do CDHU

A deputada estadual Delegada Graciela recebeu em seu gabinete esta semana o gerente-regional da CDHU, Adriano Quércia.

De imediato, ela pediu que a empresa reveja os valores das prestações do conjunto habitacional do bairro Santa Terezinha em Pedregulho.

Pedregulho

O prefeito de Pedregulho, Dirceu Polo Filho, o vice, Gustinho, os vereadores Fabrício do Pesponto, Beto Brasil, Leonardo Bueno, Ká do Esporte, Carlim do Eli, Leandro Araújo e Wélder Douglas, e o delegado Davi, suplente de deputado federal, também participaram do encontro.

A deputada Graciela solicitou ao gerente da CDHU que faça uma análise dos contratos visando reduzir os valores das prestações, pois os moradores do bairro Santa Terezinha estão enfrentando dificuldades para fazer o pagamento.

Valores

Se não bastasse todos os transtornos causados às famílias pela pandemia, os valores das prestações subiram muito.

“Pedi ao diretor da CDHU que tenha sensibilidade e que atenda a este justo pedido o mais breve possível. Estou confiante que a reivindicação será atendida. Precisamos ajudar as pessoas que precisam”, afirmou a deputada.

Adriano Quércia afirmou que a CDHU vai fazer atendimento individual das famílias a partir da próxima semana para avaliar os contratos.

Caso a caso

O CDHU vai atender caso a caso, cada uma das famílias, dar um encaminhamento e tentar resolver a situação.

“Cada família tem um problema diferente. Por isto, não dá para a gente falar em uma situação padrão que vai atender a todos. Nós vamos tentar atender cada um dentro da sua necessidade”, explicou Quércia.

Na próxima semana a Prefeitura vai começar a atender as famílias do bairro para receber os documentos e contratos.

Em seguida, o material será encaminhado para a CDHU fazer as análises.

“Para determinadas famílias, vai ser possível reduzir. Para outras famílias, talvez, não. Precisamos estudar caso a caso, pois cada contrato é feito de uma forma”, finalizou Adriano Quércia.