Entre jovens, inclusive em Franca, papel e caneta quase não fazem mais parte do dia a dia
O uso contínuo de computadores e celulares tem transformado a forma como os brasileiros se comunicam e registram informações. Aos poucos, escrever à mão, que já foi rotina diária em escolas, escritórios e até nas atividades mais simples do cotidiano, está se tornando um hábito cada vez mais raro.
Entre as novas gerações, inclusive em Franca, muitos jovens praticamente não utilizam mais papel e caneta, recorrendo apenas ao teclado e às telas sensíveis ao toque. Especialistas apontam que, embora a tecnologia traga agilidade e praticidade, a perda da escrita manual pode impactar habilidades motoras finas, memória e até mesmo a criatividade.
O fenômeno é reflexo direto da digitalização crescente. Provas, trabalhos escolares, anotações de aula e até listas de compras passaram a ser feitas em dispositivos eletrônicos. Apesar disso, professores e estudiosos defendem que a escrita à mão não deve ser abandonada, pois tem papel fundamental no aprendizado, na organização do pensamento e na fixação de conteúdos.
Assim, em meio a uma sociedade cada vez mais conectada, fica o desafio de equilibrar a praticidade do mundo digital com a preservação de um hábito que, além de cultural, é também cognitivo.