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Para vereador, mandato de Gilson de Souza deveria ser exercido “com estabilidade e sem percalços”
Arroizinho (PMDB) já era voto vencido na Comissão Processante que investiga o prefeito Gilson de Souza (DEM) na reunião da última segunda-feira quando decidiu apresentar seu voto em separado, divergindo dos colegas Della Motta (Podemos) e Adermis Marini (PSDB).
Enquanto os dois decidiram por um julgamento técnico, dando prosseguimento parcial às denúncias, Arroizinho optou por uma decisão política, afirmando em seu voto que “a denúncia deve ser sepultada”.
Outra defesa que Arroizinho faz em seu voto, quanto a Gilson e em detrimento às funções constitucionais de fiscalização dos vereadores, é que “o mandato deveria ser exercido com estabilidade e sem percalços”, dando a entender que o prefeito está sendo perseguido.
“O que se notado diariamente é um
processo erosivo de desgaste da figura de mandatário, que tem realizado obras em prol da
coletividade. E este processo não vem a contribuir em nada
nesta construção do bem comum”, justificou o vereador em seu voto.
“Foi um ato discricionário, com respaldo legal, que obedeceu aos tramites legais internos do órgão público. Não há irregularidade alguma ao permitir o uso de bem publico para atender pessoas de baixa renda”, defendeu o vereador.
Mas, apesar do esforço de Arroizinho, a Comissão Processante segue e vai apurar com mais detalhes a acusação em questão. Na tarde desta terça-feira, uma reunião entre os seus integrantes deverá determinar o cronograma de oitivas que acontecerão nas próximas semanas.