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Denunciante questiona “que não se sabe que tipo de negociação foi feita” entre Prefeitura e empreiteira
A Comissão Processante instaurada na Câmara Municipal de Franca para investigar denúncias contra o prefeito de Franca, Gilson de Souza, dará prosseguimento parcial às apurações das denúncias feitas pelo cidadão Marcelo Teixeira.
A reunião que definiu pela continuidade dos trabalhos ocorreu na tarde desta segunda-feira, com a presença do relator da comissão, Della Motta (Podemos), do presidente Adermis Marini (PSDB) e do terceiro membro, Arroizinho (PMDB).
Os dois primeiros vereadores votaram favoráveis à sequência parcial, enquanto Arroizinho queria o arquivamento total. Com isso, ele deverá apresentar seu voto em separado.
Com a decisão, o arquivamento parcial será votado pelo plenário, nesta terça-feira, de forma nominal.
A denúncia a ser arquivada se refere a eventuais perdas de receitas pelo município em razão da ausência de fiscalização a ambulantes na cidade.
Os vereadores afirmam que já há um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) entre a Prefeitura e o Ministério Público e que não há razão para seguir com os trabalhos nessa frente.
A segunda denúncia, da cessão da Praça Central de Franca, a Nossa Senhora da Conceição, para uma empresa do ramo da construção civil divulgar um empreendimento imobiliário privado, permanecerá na pauta de trabalho da Comissão Processante.
Na denúncia, o cidadão questiona “que não se sabe que tipo de negociação foi feita”.
A comissão deverá, nos próximos dias, arrolar testemunhas a pedido do prefeito e realizar as oitivas com as mesmas. O prefeito e o denunciante também serão ouvidos pelos vereadores.
Nesta terça-feira, após a realização da Sessão Ordinária, no período da tarde, os três vereadores vão se reunir novamente para definir o cronograma de convocação de todas as testemunhas.
“Será tudo muito transparente, usaremos o plenário para fazer as oitivas, permitindo a participação de quem quiser acompanhar”, afirmou Adermis Marini, presidente da comissão.