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Gilson de Souza foi alvo de denúncias e responde a processo legislativo que pode resultar em cassação
Vence nesta segunda-feira, dia 23, o prazo para o prefeito Gilson de Souza (DEM) apresentar aos vereadores que compõem a Comissão Processante sua defesa por escrito.
A partir da entrega, os vereadores Adermis Marini (PSDB), Della Motta (Podemos) e Arroizinho (PMDB) vai analisar suas justificativas para as denúncias feitas contra o prefeito pelo radialista Marcelo Bomba.
Um resultado pelo menos a Comissão Processante obteve: Gilson tem se mexido para enfraquecer as denúncias. Por exemplo, na acusação de suposta renúncia de receitas pelo município, ao não tomar medidas para combater a invasão de vendedores ambulantes, vindos a Franca de várias partes do país, foi apresentado um projeto de lei que dará aos fiscais sanitários tal atribuição.
A segunda denúncia é de que teria havido favorecimento, pela administração municipal, da construtora Pacaembu de Ribeirão Preto para a execução de um empreendimento em Franca de cunho totalmente particular.
O denunciante afirma que, além de utilizar espaço público, a Praça Nossa Senhora da Conceição, a construtora teria tido seu projeto privilegiado em relação a outros projetos que aguardam aprovação do poder público. Após a abertura da Comissão, Gilson autorizou todos os projetos, inclusive o da própria Pacaembu.
A partir daí é que poderão surgir novos questionamentos e ligações entre a construtora e o governo municipal, uma vez que Pacaembu deu início ao processo de vendas das casas mesmo sem ter obtido a autorização pelo poder público, como se já houvesse certeza de que não haveria problemas por parte da Prefeitura.