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Nos crimes o bandidos estão prontos para o confronto e potencial da arma assustam
Testes em armas apreendidas com quadrilhas de assaltantes apontam que elas foram usadas em vários crimes, em cidades diferentes do estado de São Paulo e Minas Gerais. Em dois meses, 40 fuzis foram apreendidos no estado de São Paulo.
A região de Franca já registrou explosões em caixas eletrônicos de Patrocínio Paulista, Restinga, São José da Bela Vista, Cristais Paulista, Pedregulho e Rifaina.
As armas são usadas pelos bandidos para afugentar pessoas e mesmo a polícia durante as ações. Normalmente, dois integrantes da quadrilha ficam rodando a área onde ficam localizados os destacamentos de politica disparando para o alto com metralhadoras e fuzis. Outros dois, também com fuzis e armas pesadas protegem a área onde os “especialistas” nas explosões preparam o ataque.
Armas de guerra que estão sendo usadas no meio das ruas em grandes roubos. Em invasões a duas empresas de valores, em Santos e em Campinas, em ataques a caixas eletrônicos como este na capital. e para bloquear carros fortes no meio da estrada.
Entre as armas apreendidas, estão dois fuzis calibre ponto cinquenta, que atingem alvos a quase 7 km de distância.
As armas têm uma espécie de identidade. Elas podem ser usadas muitas vezes, mas deixam sempre a mesma marca nas munições. Depois que os peritos fizeram testes dos fuzis, eles trouxeram os cartuchos para este laboratório e fizeram a comparação no microscópio. O resultado veio aqui para o computador.
O Instituto de Criminalística comparou as armas com as balas e os cartuchos apreendidos depois de assaltos em 13 cidades de São Paulo e do sul de Minas Gerais.
Os testes foram fotografados e transformados em um laudo, que indicou onde e quando as armas foram usadas.
“Muitos crimes que já aconteceram em 2014, 2015, 2016, estão sendo agora revelados por conta de terem sido apreendidas recentemente”, explica Miriam Garavelli, perita especialista em armas e munição.
E o número das cidades onde os criminosos usaram as armas pode aumentar. O Instituto de Criminalística está fazendo testes com munições recolhidas de outros assaltos.
(Com informações do SPTV)