Novo perfil de profissional traz importantes mudanças ao mercado de trabalho

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  • Publicado em 2 de agosto de 2017 às 15:04
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 18:17
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Segundo pesquisa, 31% dos empregados e desempregados querem atuar como freelance

Dados obtidos pelo
Relatório de Trabalho Independente e Empreendimento 2017 desenvolvido pela
Workana,
plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, revelam
que é cada vez maior o número de profissionais que buscam ingressar na carreira
freelance. De acordo com a pesquisa, cerca de 31% dos entrevistados, empregados
ou desempregados, querem ingressar na carreira freelance nos próximos anos.

O dado comprova
uma mudança no mercado de trabalho, influenciada pela maior valorização de
questões como flexibilidade de horários e possibilidade de trabalhar em casa,
principais características da modalidade freelance. Essa valorização, assim
como o surgimento de plataformas online que facilitam o contato entre
contratantes e contratados, como por exemplo a Workana, impulsionaram o
crescimento da categoria, que registrou aumento de 181% em 2016.

De acordo com
Guillermo Bracciaforte, co-fundador da Workana, esse movimento também está
mudando a forma como as empresas enxergam essa prática. Aproximadamente 50% das
empresas entrevistadas já oferecem benefícios como home office e flexibilidade
de horário para seus funcionários. Além disso, 36% dos empreendedores já
contratam freelancers em seus negócios.

Além de promover
redução de custos fixos às empresas, o investimento em profissionais da
modalidade permite que haja contratação por demanda e de acordo com projetos
específicos, oferecendo, também, o benefício de contratar o profissional ideal
para cada atividade.

“As empresas já
compreenderam que precisam se adaptar a esse novo perfil de profissional e,
também, ao novo modelo de oferta de trabalho, que é o freelancing. O que vemos
para os próximos anos é um crescimento ainda maior da modalidade e uma mudança
na forma como as empresas, principalmente as pequenas, se relacionarão com seus
empregados”, finaliza Bracciaforte.


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