Não ter filhos pode aumentar as chances de menopausa precoce

  • Cesar Colleti
  • Publicado em 10 de maio de 2019 às 22:20
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 19:32
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A menopausa, que é o fim do período fértil da mulher, costuma acontecer por volta dos 50 anos

A menopausa não é uma doença, mas sim o período que define a
última menstruação da mulher e o término do seu período fértil. Geralmente,
acontece por volta dos 50 anos de idade.

Mas algumas mulheres sentem os primeiros sintomas da
menopausa como fortes ondas de calor e alterações de humor antes dos 40 anos. E
essa menopausa precoce pode estar relacionada a
diversos fatores, de histórico familiar a maus hábitos como o tabagismo, por
exemplo.

Menopausa precoce: riscos

Assim como as mulheres na menopausa natural, aquelas
que passam pela menopausa prematura
apresentam baixos níveis de estrogênio do corpo, já que os ovários diminuem a
produção deste hormônio – o que aumentam os riscos não só de doenças cardíacas
como de outros distúrbios como a osteoporose.

Entre os fatores que potencializam os riscos de
menopausa precoce, estão:

– Não ter filhos

– Mulheres que tentaram engravidar
por mais de um ano sem sucesso

– Estar abaixo do peso

– Fumar

– Quem tem mães e irmãs que entraram
na menopausa cedo (fator genético)

– Problemas na tireoide

– Doenças autoimunes como lúpus

– Mulheres submetidas à quimioterapia
ou radiação

Sinais de menopausa precoce

Os sinais da menopausa precoce costumam ser os
mesmos da menopausa comum: menstruação irregular (ou ausência das regras),
secura vaginal, pele seca, diminuição da libido e insônia. Além daquelas ondas
de calor e mudanças repentinas no humor.

Um dos maiores problemas é que a menopausa precoce
diminui as chances de gravidez. Este processo é difícil de ser revertido, mas é
possível buscar outros métodos para ter filhos, como a fertilização in vitro
por exemplo.

Ao perceber estes sintomas é preciso agendar uma
consulta e buscar mais informações. O tratamento pode variar de acordo com cada
caso e vai desde a reposição hormonal até terapias naturais, com mudanças na
alimentação e estilo de vida.