Flamengo e Sesi Franca pegam pedreiras de Argentina e Uruguai pela Champions League

  • F. A. Barbosa
  • Publicado em 17 de abril de 2026 às 17:00
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Sesi Franca joga com Nacional (URU) e Flamengo, que faz campanha irregular no NBB, pega tradicional Boca Juniors

O cenário está montado em Buenos Aires para a definição do melhor time das Américas. O Final Four da Basketball Champions League Americas 2025/26 começa nesta sexta-feira, no Estadio Obras Sanitarias, reunindo quatro potências do continente em busca do título.

A abertura da fase decisiva coloca frente a frente Sesi Franca e Nacional, do Uruguai, às 17h40, em um duelo cercado de expectativa e apontado como um dos melhores jogos de basquete dos últimos tempos.

Na sequência, Flamengo e Boca Juniors se enfrentam às 21h40, em um ambiente que promete forte apoio da torcida argentina e pressão sobre os brasileiros. As duas partidas terão transmissão pelo YouTube da BCLA.

Coletivo

Se o Sesi Franca chega sustentado por uma identidade coletiva consolidada, também carrega o peso de encarar um adversário que ainda não perdeu na competição.

Campeão da edição 2022/23, o time comandado pelo técnico Helinho Garcia soma seis vitórias e três derrotas nesta temporada e busca o bicampeonato.

Do outro lado, o Nacional apresenta campanha impecável, com oito vitórias, além de um elenco que combina talento ofensivo e experiência internacional.

“O Nacional hoje é uma das grandes equipes das Américas. Não à toa chegaram ao Final Four e com jogadores que têm um potencial muito grande ofensivo. Tem alguns jogadores muito experientes, como o (Ernesto) Oglivie e o (Luciano) Parodi, que já vêm jogando pelas seleções do Panamá e do Uruguai, respectivamente, mas também outros estrangeiros que têm já uma passagem muito grande no basquete das Américas. É uma equipe que exige uma atenção muito grande. Temos de buscar uma consistência defensiva para que possamos procurar, a partir disso, ditar o ritmo da partida e, claro, buscar uma vitória”, afirmou o treinador.

Controlar o jogo

A análise de Helinho evidencia o ponto central do confronto: o controle do ritmo a partir da defesa. Diante de um adversário que alia experiência internacional a nomes de destaque como James Feldeine e Connor Zinaich, o Franca precisará executar com precisão seu plano de jogo, reduzindo oscilações e respondendo rapidamente aos ajustes do rival.

“É um jogo que você tem de deixar tudo, tem de estar, desde o começo, muito atento às variações que são necessárias dentro da partida. As características do adversário, algum detalhe que o adversário coloque dentro do jogo, já temos de estar prontos para defendê-los. É um jogo que exige, desde o início, o foco total, intensidade total para que possamos buscar uma vitória”, completou.


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