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Erro foi constatado por ressonância magnética; nervo ciático foi atingido, causando neurite e miosite
Depois de passar por consulta médica em abril, um menino de 2 anos que sofre com refluxo, foi submetido a três injeções de Dramin, medicamento usado para cortar o vômito. Na segunda aplicação feita pela enfermeira de um hospital particular, a criança perdeu o movimento da perna direita.
A dona de casa de 33 anos do Jardim Tropical, contou que procurou atendimento logo após a aplicação, já que a criança chorava muito. Um dos médicos plantonistas informou que era normal, já que a injeção com o medicamento prescrito é dolorida.
Após deixar as dependências do hospital, a mulher chegou em casa e disse que o filho mal conseguiu dormir de tanta dor. No dia seguinte após retirá-lo do berço, notou que a perna direita dele não movimentava.
Ao colocar o filho no chão para que ele ficasse em pé, o menino caiu. Desesperada a mãe voltou ao hospital e novamente contou o ocorrido. Foram feitos alguns exames mas não constataram nenhum problema.
O médico plantonista disse que era normal, mas que iria demorar alguns dias para o menino voltar a andar. Os dias passaram e nada do filho retomar a rotina normal e as dores constantes e gritos, fizeram ela retornar ao médico.
Só após uma ressonância magnética foi descoberto que houve erro médico. No caso a enfermeira que aplicou a injeção. No relatório do exame consta que o nervo ciático foi atingido na região glútea, causando neurite e miosite.
Ainda segundo a mãe, o Hospital se comprometeu a cancelar todas as guias emitidas nas idas e voltas dela ao local, mas foi enviada uma fatura com todos os valores.
Há 30 dias o pequeno vem passando por sessões de fisioterapia e, segundo a mãe, o médico disse que corre o risco de ficar sequelas. A dona de casa procurou a polícia e registrou a ocorrência.