Ataque cardíaco: veja 11 sinais de alerta que você não pode ignorar!

  • Dayse Cruz
  • Publicado em 30 de setembro de 2025 às 21:00
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Especialistas apontam sintomas que podem indicar um infarto, como pressão no peito, dor nas costas, fadiga e falta de ar

infarto

As doenças cardiovasculares permanecem como a principal causa de morte no Brasil. Somente em 2022, cerca de 400 mil pessoas perderam a vida em decorrência delas (Foto Arquivo)

 

O infarto do miocárdio, ou ataque cardíaco, acontece quando o fluxo de sangue para uma parte do coração é bloqueado de forma súbita, provocando a morte das células daquela região.

Esse bloqueio costuma ser causado por um coágulo em uma artéria coronária. Identificar os sinais pode ser difícil, já que os sintomas podem variar e até se confundir com outras doenças.

Segundo especialistas, alguns sinais devem acender o alerta:

– Sensação de estar sendo abraçado com força
– Fadiga inexplicável
– Dores nas costas, braços e peito
– Dor durante o exercício
– Falta de ar sem explicação
– Insônia e falta de ar ao acordar
– Azia
– Dores de estômago
– Desconforto na garganta e no pescoço
– Suor sem motivo aparente
– Vertigens ou desmaios

No Brasil, os casos de infarto mais que dobraram nos últimos 15 anos. Um estudo do Instituto Nacional de Cardiologia, que analisou registros do SUS entre 2008 e 2022, mostra que a média mensal de internações subiu de 5.282 para 13.645 entre os homens, um aumento de 158%. Entre as mulheres, a elevação foi proporcional.

Os pesquisadores também confirmaram que o inverno é a estação com maior incidência: em 2022, o número de infartos foi 27% superior no inverno em comparação ao verão, entre homens e mulheres.

As doenças cardiovasculares permanecem como a principal causa de morte no Brasil. Somente em 2022, cerca de 400 mil pessoas perderam a vida em decorrência dessas enfermidades, segundo o Ministério da Saúde.

Especialistas reforçam que medidas de prevenção simples, como alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos e acompanhamento médico, são essenciais para reduzir os riscos.

Fonte: Notícias ao Minuto


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