Nubank no Carnaval: recurso de segurança limita transferências feitas fora de casa

  • Rosana Ribeiro
  • Publicado em 11 de fevereiro de 2024 às 07:00
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“Modo Rua” dobrou o número de usuários neste Carnaval, período em que as pessoas buscam maneiras de proteger seus aparelhos celulares e aplicativos de bancos

Número de usuários chegou a 1,5 milhão de pessoas neste mês de fevereiro, o dobro do ano passado – foto Arquivo

 

O recurso de segurança do Nubank para transferências, chamado “Modo Rua”, dobrou o número de usuários neste Carnaval, período em que as pessoas buscam maneiras de proteger seus aparelhos celulares e aplicativos de bancos de roubos e transferências financeiras indesejadas.

O recurso chegou neste mês a 1,5 milhão de pessoas — no mesmo mês do ano passado, havia atingido 750 mil ativações.

A tecnologia visa a segurança do usuário fora de casa ou de ambientes considerados seguros, permitindo que ele delimite um valor máximo para transações por Pix, TED ou boleto.

Para ativar este recurso, o usuário precisa selecionar Modo Rua no menu de segurança do aplicativo do Nubank, escolher redes de Wi-Fi de endereços seguros e estabelecer um limite de valor para as transações a serem feitas quando estiver conectado em outras redes.

Como funciona

Quando o cliente se desconecta de um Wi-Fi de seus locais seguros, o aplicativo restringe automaticamente o valor das transações que ultrapassem o limite previamente estipulado.

Caso seja necessário realizar movimentações acima do valor estabelecido, o cliente pode fazer um reconhecimento facial para comprovar sua identidade em tempo real e autorizar a transação no aplicativo.

Além do “Modo Rua”, o Nubank tem outros recursos de segurança para seus clientes, como um site para bloquear o celular e cartões rapidamente em caso de roubo, e um portal que reúne dicas de segurança e de prevenção a golpes.

O banco ainda tem uma inteligência artificial que identifica comportamentos atípicos de seus usuários, bloqueando operações que fujam dos padrões, e recursos que apontam possíveis transações indevidas e golpes.

*Informações Época Negócios


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