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Cidade gerou em julho, 3.102 novas vaga, mas rotatividade provocou a demissão de 3.510
O município de Franca registrou o primeiro saldo negativo na geração de emprego em 2017, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.
O saldo negativo foi justamente no setor que mais gerou empregos no primeiro semestre em todo o País: o da indústria de transformação.
Contratação x Demissão
A cidade gerou em julho, 3.102 novas vagas de trabalho, mas em contrapartida a rotatividade provocou a demissão de 3.510, portanto com saldo negativo de 408 postos de trabalho.
Na microrregião de Franca, formada por outras 10 cidades, o saldo negativo de eleva para 865 vagas.
No acumulado do ano, porém, de janeiro a julho, o saldo ainda é positivo em Franca, com 5.567 novas vagas criadas (28.301 contratações x 22.734 desligamentos).
Calçados
Na indústria de transformação, o setor de Calçados teve seu primeiro saldo negativo no ano, em julho, com 822 vagas criadas contra 1.059 eliminadas, saldo negativo, portanto, de 237 postos de trabalho.
O setor de Borracha e Couros teve comportamento negativo em julho, dentro de seus padrões, com 93 contratações e 127 desligamentos, com saldo negativo de 34 empregos.
O setor de Vestuário e Tecidos, outro que faz parte da Indústria de Transformação, no mês passado teve 53 empregos criados e 36 eliminados, com saldo positivo de 17.
A Construção Civil, que amargou dois anos de terrível corte de vagas (em 2015 e 2016), também tem um novo comportamento em 2017. Em julho o setor criou 195 vagas, eliminou 182 e ficou com saldo positivo de 13.
O setor Comércio, que também andou mal das pernas em 2016, em julho teve 861 vagas criadas, 850 cortadas, com saldo positivo de 11.