Fórum de Trabalhadores denuncia Vanderlei Tristão por “ato discriminatório”

  • Cesar Colleti
  • Publicado em 29 de agosto de 2018 às 06:17
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 18:58
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Promotoria vai apurar denúncia de servidores públicos sobre composição do Conselho da Ação Social

O Fórum de Trabalhadoras e Trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social da Região de Franca fez denúncia no Ministério Público contra o secretário de Ação Social da Prefeitura de Franca, Wanderlei Tristão, o “Tico”.

Segundo a manifestação do grupo, houve uma retaliação do secretário contra o segmento Trabalhadores quando da formação do Conselho Municipal de Assistência Social – CMAS, realizado na semana e publicado por Tico.

A informação é de que o ForttSuas realizou no dia 22 de agosto em conjunto com o CMAS, a Assembleia Eleitoral para a eleição da representação do Segmento Trabalhadoras (es) do CMAS, para a gestão 2018-2020.

A assembleia aconteceu no auditório da Casa da Cultura e do Artista Francano “Abdias Nascimento” e teve sete candidaturas inscritas e contou com a participação de 67 pessoas habilitadas a votar. 

“Apesar do curto espaço de tempo para a realização do evento, tudo transcorreu com bastante participação, transparência e um grande exemplo de cidadania e compromisso público”, disse o documento.

Ao final da assembleia foram eleitas como titulares Rosicler Lemos da Silva, Jane Izabel Miranda Biagiotti Lellis e Jean Euripedes da Silva Ferreira. Como suplentes foram escolhidos Alessandra Aparecida da Silva, Kelly Regina da Silva e Luzia Regina Alves.

Mas o grupo afirmou, no Ministério Público, que, enquanto o CMAS realizava a Assembleia Eleitoral, houve uma surpresa.

“Fomos surpreendidos com uma RETALIAÇÃO por parte do Secretário de Assistência Social, senhor Vanderlei Martins Tristão, que publicou a Portaria SEDAS nº 07/2018, que visa CERCEAR a participação da representação de trabalhadoras(es) recém-eleita, impedindo representantes de trabalhadoras(es) e servidoras públicas de participar das reuniões e atividades do CMAS”, disse o grupo.

Por fim, a denúncia garante que a portaria publicada é discriminatória, pois trata de forma diferenciada funcionários públicos representantes do governo e os funcionários públicos representantes dos trabalhadores. “Configura-se falta de isonomia”, afirma a denúncia.


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