Estudo revela benefícios e riscos do café e esclarece se ele é realmente um bom estimulante
Presente no cotidiano de milhões de brasileiros, o café é uma das bebidas mais consumidas do país — e também uma das mais debatidas quando o assunto é saúde. Conhecido por seus efeitos estimulantes, o café levanta dúvidas: afinal, ele é um aliado do bem-estar ou um vilão silencioso?
Segundo especialistas em nutrição e neurologia, a cafeína, principal componente ativo do café, atua diretamente no sistema nervoso central, aumentando o estado de alerta, a concentração e reduzindo a sensação de fadiga.
Por isso, seu consumo moderado é geralmente considerado seguro e pode até trazer benefícios, como melhora no desempenho cognitivo, auxílio na digestão e efeito antioxidante.
No entanto, o excesso pode trazer efeitos colaterais. Doses elevadas de cafeína estão associadas a insônia, irritabilidade, aumento da ansiedade, taquicardia e problemas gástricos.
Pessoas com hipertensão, distúrbios do sono ou sensibilidade à cafeína devem ter atenção redobrada ao consumo.
A recomendação médica é de até 400 mg de cafeína por dia para adultos saudáveis — o equivalente a cerca de três a quatro xícaras de café coado. Para gestantes, o limite é menor: no máximo 200 mg por dia.