Movimento reacende discussões sobre a conexão digital e destaca importância dos vínculos presenciais e da desconexão intencional
Poucas publicações, legendas mínimas e nenhum interesse em performar. O movimento conhecido como “silêncio digital” cresce entre usuários que, embora ativos no consumo de conteúdo, optam por não interagir publicamente nas redes sociais.
Especialistas em comportamento digital apontam que essa prática reflete uma busca por saúde mental e preservação da privacidade, em meio ao excesso de informações e à pressão constante por exposição.
Para a psicanalista Tássia Borges, “silenciar pode ser um gesto de liberdade. É uma forma de proteger a intimidade e evitar o cansaço do excesso de estímulo”.
Associado ao estilo “low profile”, o fenômeno caracteriza-se por perfis com poucas publicações, ausência de selfies e interações restritas.
Em alguns casos, o afastamento digital pode ser sinal de esgotamento emocional; porém, em outros, é uma decisão consciente que funciona como estratégia de autorregulação e bem-estar.
Segundo uma notícia do portal Vida Simples (veja aqui), o movimento reacende discussões sobre o modelo atual de conexão digital e destaca a importância dos vínculos presenciais e da desconexão intencional.