Problemas de concentração? Conheça 3 maneiras que vão ajudar a recuperar o foco

  • Rosana Ribeiro
  • Publicado em 23 de junho de 2024 às 21:00
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Ainda que o mundo ao redor apresente muitas distrações, pequenas mudanças de hábito podem reorientar a mente

É cada dia mais comum e maior o número de pessoas com problemas de foco e concentração – foto Freepik

 

Problemas de concentração têm se tornado cada vez mais comuns na sociedade atual, na qual somos bombardeados por diversas informações a todo tempo.

Focar em apenas uma tarefa ou atividade por um longo período de tempo pode parecer um castigo e não uma habilidade possível de ser desbloqueada.

Contudo, Chris Griffiths e Caragh Medlicott, autores de “The Focus Fix: Finding Clarity, Creativity and Resilience in an Overwhelming World” (Encontre clareza, criatividade e resiliência em um mundo exaustivo, em tradução livre do inglês), mostram em seu livro que existem maneiras de melhorar a concentração.

Evite a comunicação fragmentada

O hábito de responder a mensagens e e-mails assim que chegam pode ser um grande fator disruptivo.

Ao responder, a atenção no que se estava fazendo parte para aquela troca e esperar a resposta do outro passa a ser o foco.

Por isso, os autores indicam que se separe um momento do dia para apenas estas respostas. Fazer isso com regularidade ajuda a cessar a comunicação fragmentada (feita em partes), a qual age como uma grande ladra do foco.

Saia de casa

Estar restrito a apenas um ambiente pode tornar qualquer tarefa mais cansativa do que ela é. Por isso, é aconselhado sair de casa.

A exposição ao mundo exterior, especialmente quando há natureza envolvida, promove grandes benefícios ao funcionamento do cérebro e passa a sensação de “clareza”.

Aprecie o tédio

Sim, o tédio é algo que pode ser apreciado. Segundo Chris Griffiths e Caragh Medlicott, o tempo ocioso sempre fez parte da vida humana, mas atualmente as pessoas fazem de tudo para fugir dele.

Contudo, o que se perde ao não “sonhar acordado” são benefícios ao corpo e à mente.

O ato de se levar pelos pensamentos enquanto não se faz nada, que cria o estado mental ideal para o tédio, é uma função neurológica crucial, que já foi associada em estudos científicos ao aumento da criatividade, da capacidade de resolução de problemas e uma diminuição do estresse.

*Informações O Globo


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