A cinco dias do segundo turno das eleições presidenciais, Franca apresenta uma movimentação política discreta nas ruas.
Depois da votação de 4 de outubro, quando os eleitores escolheram deputados estaduais e federais, além de presidente, governador e senador, a presença da militância nas vias públicas parece ter perdido intensidade.
A impressão é de que a disputa pela Presidência da República, que mobilizou apoiadores e candidatos durante a primeira etapa da campanha, deixou de ocupar com a mesma força os espaços públicos da cidade.
Bandeiras, carros adesivados, manifestações de apoio e outras formas de demonstração política já não chamam tanta atenção no cotidiano francano.
Embate na presidência
O cenário contrasta com a proximidade da votação, marcada para o próximo domingo (25), quando os eleitores voltarão às urnas para escolher entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
A disputa nacional entra na reta final, mas, nas ruas de Franca, nem sempre há sinais visíveis de que a decisão está tão próxima.
Campanha continua
A redução da movimentação nas ruas não significa necessariamente que o debate político tenha perdido espaço entre os eleitores.
Parte da campanha ocorre nas redes sociais, em grupos de mensagens, reuniões e atividades organizadas por partidos e apoiadores, que nem sempre resultam em manifestações públicas.
Menos campanhas
O primeiro turno também tinha uma dinâmica diferente, com candidaturas proporcionais e disputas para outros cargos ampliando o número de campanhas em circulação.
Depois da votação, a disputa presidencial passou a concentrar as atenções, com Lula e Flávio Bolsonaro buscando os votos necessários para vencer o segundo turno.
A campanha oficial, no entanto, segue até os últimos dias permitidos pela legislação eleitoral. Conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o segundo turno será realizado em 25 de outubro, das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.
Em Franca
Até domingo, os eleitores francanos terão a oportunidade de acompanhar as manifestações dos candidatos e as últimas movimentações de campanha antes de definir o voto.
A expectativa é que a votação encerre mais uma etapa do processo eleitoral e determine quem assumirá a Presidência da República em janeiro de 2027.




