Doutor em Imunologia pela USP e atualmente cientista sênior na empresa de Biotecnologia Anokion, nos EUA, Rafael Larocca elogia o trabalho.
“Um fator interessante e que me chamou a atenção é que, aplicando fórmulas e variáveis matemáticas, eles conseguiram chegar a uma conclusão muito próxima à dos imunologistas”, diz ele.
Outro ponto apontado pelo imunologista é que a ferramenta é adaptável, podendo ser aplicada para diferentes vacinas ou cenários.
“Mudando qualquer variável na fórmula, você obtém uma leitura diferente. Isso é importante especialmente num cenário de pandemia, onde precisamos de todas as ferramentas possíveis para ter celeridade no conhecimento e assim frear o vírus”, conclui.
(Com informações do Jornal da USP e da Assessoria de Comunicação do Cemeai)