Mulheres que engravidam mais tarde podem viver mais, afirma estudo

  • Bernardo Teixeira
  • Publicado em 13 de outubro de 2020 às 20:37
  • Modificado em 13 de outubro de 2020 às 20:37
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Os resultados da pesquisa com 1.200 mulheres foram publicados na revista ‘Menopause’

Um novo estudo, publicado na revista “Menopause”, sugere que ter filhos mais tarde pode significar uma maior longevidade para a mães.

De acordo com a publicação, há muito que a ciência sabe que um material genético chamado ‘telômeros de leucócitos’ é crucial para manter os genomas estáveis. Acredita-se que estes fornecem informações valiosas sobre as perspectivas de mortalidade.

Estudos anteriores sugeriram uma ligação entre o comprimento dos telômeros e condições cônicas. Acredita-se que telômeros mais longos estão associados a uma melhor saúde, enquanto que telômeros mais curtos podem ser um sinal de problemas, incluindo diabetes tipo 2, doenças neurológicas, câncer e doenças cardiovasculares.Mas o estudo atual foi mais além.

Os investigadores analisaram 1.200 mulheres na perimenopausa e na pós-menopausa e o comprimento dos seus telômeros. 

Os resultados vêm confirmar as descobertas de uma pesquisa anterior, de menor dimensão, que descobriu que a idade de uma mulher no nascimento do seu último filho tem uma associação positiva com o comprimento dos telômeros.

Em outras palavras, as mulheres que dão à luz mais tarde na vida são mais propensas a ter telômeros mais longos, o que está associado a uma melhor saúde e longevidade.


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