terça-feira, 22 de setembro de 2026 terça-feira, 22 set 2026 20° 25°/19° Franca
Boi gordo · FrancaR$ 346,0021/09/20260,0%
Café arábica · FrancaR$ 1.550,0021/09/20260,0%
Laranja pêra · FrancaR$ 28,0021/09/20260,0%
Milho · FrancaR$ 62,9321/09/20263,2%
Soja · FrancaR$ 130,0016/09/20260,0%
Algodão pluma · SPR$ 146,0015/09/20260,0%
DólarR$ 5,1222/090,1%
EuroR$ 5,8522/090,2%
Selic13,75%04/11/20260,0%
BitcoinR$ 440.548,0022/090,6%
Boi gordo · FrancaR$ 346,0021/09/20260,0%
Café arábica · FrancaR$ 1.550,0021/09/20260,0%
Laranja pêra · FrancaR$ 28,0021/09/20260,0%
Milho · FrancaR$ 62,9321/09/20263,2%
Soja · FrancaR$ 130,0016/09/20260,0%
Algodão pluma · SPR$ 146,0015/09/20260,0%
DólarR$ 5,1222/090,1%
EuroR$ 5,8522/090,2%
Selic13,75%04/11/20260,0%
BitcoinR$ 440.548,0022/090,6%

Promotor de Brodowski fala à CPI da Merenda e nega pressão a testemunhas

"Todos os depoentes foram ouvidos na presença de advogados constituídos", disse

Compartilhar
Promotor de Brodowski fala à CPI da Merenda e nega pressão a testemunhas

​Ouvido pela CPI da Merenda nesta terça-feira, 13/9, o promotor de Justiça Leonardo Leonel Romanelli afirmou que não houve ameaças ou constrangimentos a depoentes na Operação Alba Branca, da qual ele participou e que investiga supostos ilícitos na contratação de merenda escolar por parte do governo do Estado e de prefeituras, com o consequente pagamento de propinas a agentes públicos e compras superfaturadas. 

“Todos os depoentes foram ouvidos na presença de advogados constituídos por eles mesmos”, disse Romanelli. A questão foi apresentada, entre outros, pelos deputados Alencar Santana (PT), Chico Sardelli (PV) e Adilson Rossi (PSB). 

O promotor afirmou ainda que representações e reclamações contra ele apresentadas a órgãos públicos, alegando que ele teria constrangido testemunhas, foram rejeitadas. 

Rossi e Barros Munhoz (PSDB) observaram que ainda tramita uma reclamação contra Romanelli no Conselho Nacional do Ministério Público, mas o procurador rebateu que ainda não foi notificado sobre ela. 

Parlamentares da base do governo questionaram prazos e procedimentos na atuação do promotor na Operação Alba Branca. Deputados da oposição, por sua vez, consideraram que essa abordagem era uma forma de desqualificar o trabalho de Romanelli e a eventual participação de agentes públicos e políticos estaduais na chamada Máfia da Merenda. 

“O Ministério Público faz o seu trabalho da melhor forma possível, de acordo com os ritos da lei. Um eventual debate político não diz respeito à nossa instituição”, avaliou Romanelli. 

O promotor declarou ainda sobre os vazamentos de depoimentos no caso: “temos apenas a perder, pelos embaraços criados às investigações”. Ele acredita “na imprescindibilidade de atuação de agentes públicos para que o esquema funcionasse”. 

A afirmação de Romanelli de que a fiscalização do uso de recursos para compra de merenda, originalmente do Ministério da Agricultura, teria sido transferida ao governo estadual, por meio de um termo técnico, foi rebatida por Barros Munhoz. 

“O convênio era para a emissão de DAPs (declaração de aptidão das cooperativas para que atuassem no programa de agricultura familiar). A fiscalização cabia ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e é indelegável”, assegurou o parlamentar. 

Em resposta a questionamento de Alencar Santana, o promotor reiterou que o fato de a fiscalização não estar a cargo do Estado e dos municípios não afasta a responsabilidade dos agentes públicos dessas esferas de governo. 

O deputado insistiu na tese de que o promotor tinha conhecimento de que os recursos para a agricultura familiar têm origem no governo federal, e a permanência das investigações no âmbito estadual ocorreu para incriminar o governador. Romanelli negou a existência de “qualquer jogo político”. 

Em questão apresentada pelo deputado Carlão Pignatari (PSDB), o promotor afirmou que a delação por si só não é prova acusatória, pois tem que haver provas. No caso da merenda há documentos nesse sentido, disse Romanelli lembrando que não poderia nomear agentes públicos envolvidos no esquema, já que a investigação ainda está em curso. 

O depoimento de Marcel Ferreira Julio, inicialmente previsto para esta terça-feira, deve ocorrer em reunião secreta na próxima semana, se assim decidirem os deputados da CPI. 

Indicadores Agro
Boi gordo arroba · Franca
R$ 346,00 0,0% 21/09/2026
Café arábica saca 60kg · Franca
R$ 1.550,00 0,0% 21/09/2026
Laranja pêra cx 40,8kg · Franca
R$ 28,00 0,0% 21/09/2026
Milho saca 60kg · Franca
R$ 62,93 3,2% 21/09/2026
Soja saca 60kg · Franca
R$ 130,00 0,0% 16/09/2026
Algodão pluma 15kg · São Paulo/SP
R$ 146,00 0,0% 15/09/2026
Atualizado 21h00 · Agrolink · Franca/SP (dia)

Agente público

O funcionário aposentado da Assembleia Legislativa, Jeter Rodrigues, e o ex-funcionário da Coaf, Aluisio Girardi Cardoso, também prestaram depoimentos à comissão. Jeter falou de um contrato entre ele, Marcel Julio e José Merivaldo dos Santos, ex-assessor da Presidência, no ano de 2014, no valor de R$ 200 mil, para prestar assessoria na tramitação de um processo da Coaf. 

Segundo ele, no acordo assinado em março de 2015, na casa do ex-deputado Leonel Julio, o dinheiro seria divido igualmente entre os três. Ele também disse que o pagamento deveria ser encaminhado a Merivaldo, mas os cheques recebidos não tinham fundo. 

Deputados da oposição afirmaram que há divergências entre a fala de Jeter à CPI e seu testemunho à Corregedoria. Já o deputado Barros Munhoz (PSDB) solicitou a prisão do depoente, devido às “mentiras contadas” por Jeter. 

Jorge Caruso (PMDB) disse que Jeter foi “usado para que Marcel Julio vendesse informação a Chebabi (ex-presidente da Coaf)”, referindo-se a cobranças que o lobista fazia de funcionários da cooperativa. 

Previsão do tempo · Franca
🌧
20°
Franca/SP
Mín 19° · Máx 25°
Umidade 92%
Qua
🌧
25°
18°
Qui
🌧
25°
16°
Sex
🌧
28°
17°
Sáb
29°
17°
Dom
30°
19°

Aluisio Girardi Cardoso afirmou que seu único vínculo com a empresa era seu primo, Emerson Gerardi, ex-vendedor da Coaf. Cardoso disponha de um contrato para receber “comissões” de 2,5% nas cidades de Barrueri, Santos e Americana. Ele ainda contou que recebeu dois cheques nos valores de R$ 23 mil e R$ 12 mil, referentes a pagamento na participação como intermediador em convênios com esses municípios. 

Requerimentos

Encerradas as oitivas, a CPI procedeu à apreciação de requerimentos. Foi aprovada a quebra dos sigilos fiscal e bancário da Cooperativa Orgânica de Agricultura Familiar (Coaf), da empresa Horta Mundo Natural LTDA, da Associação Agrícola e Orgânica de Bebedouro (AAOB) e de Jeter Rodrigues, Cassio Chebabi, César Bertholino, Marcel Ferreira Júlio e Emerson Girardi. A quebra de sigilo telefônico dos quatro últimos citados também foi acatada. 

Com a finalidade de obter esclarecimentos acerca das fraudes à licitação reveladas no decorrer da Operação Alba Branca, foram admitidas as convocações de Camila Chebabi, Fábio Chebabi e Cleiton Gentili. Além disso, decidiu-se que o encaminhamento das fichas criminais dos investigados será solicitado à Polícia Civil do Estado.

Autor

Cesar Colleti

Redação · Jornal da Franca

O que acontece e como acontece em Franca e região

46.330 matérias publicadas Ver perfil
Loterias
Mega-Sena Concurso 3060 20/09/2026 Acumulou Último resultado
06 15 23 36 37 38

Prêmio estimado: R$ 32.000.000,00 Próximo: 22/09/2026

Quina Concurso 7123 21/09/2026 Acumulou Último resultado
14 19 42 53 60

Prêmio estimado: R$ 2.000.000,00 Próximo: 22/09/2026

Lotofácil Concurso 3785 21/09/2026 Último resultado
01 04 07 08 11 12 14 15 17 18 19 22 23 24 25

Prêmio estimado: R$ 2.000.000,00 Próximo: 22/09/2026

Atualizado 22/09/2026 17h06
Notas de falecimento
  • VERA LUCIA DOS SANTOS Falecimento 21/09/2026
  • RN JOAQUIM BERNAL CAMPOS SANTANA Falecimento 21/09/2026
  • BENEDITO BARBOSA CINTRA Falecimento 22/09/2026
  • IRINEU TEIXEIRA NUNES Falecimento 22/09/2026

Ver todas →