
Imagem criada por Inteligência Artificial lembrando os tempos de footing na Praça Barão da Franca
Houve um tempo em que para encontrar gente conversar e até começar um namoro, o francano não precisava de aplicativo. Bastava ir à Praça Barão. Ali acontecia o famoso footing.
As moças davam voltas pela praça, enquanto os rapazes ficavam por perto, observando. Os olhares se cruzavam, alguém criava coragem para se aproximar e muitos namoros começaram assim.
Ao redor da praça a vida também fervilhava.
O Restaurante Pajé, que já não existe, marcou época. O Restaurante Barão atravessou gerações e permanece até hoje. O Café Globo também faz parte dessa história.
E havia a famosa Sorveteria do Afonso, ponto de encontro dos jovens, com sorvete, vaca-preta e música tocando nos alto-falantes.
Era uma Franca diferente. Sem celular. Sem WhatsApp. Sem redes sociais. Mas com praça cheia, conversa na calçada, encontros marcados e muita paquera.
Memória de muitos
A cidade cresceu, os costumes mudaram e alguns daqueles lugares desapareceram. Mas basta conversar com quem viveu aquela época para perceber que a antiga Praça Barão continua muito viva na memória.
E é justamente essa Franca que o Jornal da Franca está começando a recordar. São pesquisas e depoimentos de quem viveu essa época áurea que fortalecem a memória e a nostalgia de quem conheceu uma Franca que não existe mais.
Você viveu o footing da Praça Barão?

Conte nos comentários: onde você se encontrava? Qual restaurante, bar, café ou loja daquela época deixou saudade?
E se algum namoro começou dando voltas na Praça Barão, essa história nós também queremos conhecer.
A Franca que não existe mais ainda vive na memória de quem esteve lá.
