Peru e Chester: o preço do peru apresentou queda de 2,72% nos últimos 12 meses e no acumulado de 2018 está com redução de 2,18%. Tivemos um aumento de preço natural em novembro por conta da demanda da época, mas, ainda assim, eles devem permanecer mais baratos que no Natal de 2017, ou seja, boa opção para uma ceia mais em conta.
Carne suína: o preço da carne suína está estável nos últimos dois meses, porém apresentou queda de 4,05% nos últimos 12 meses e no acumulado de 2018 está com redução de 2,93%. Os preços devem se manter para dezembro o que pode fazer da carne suína um destaque de vendas neste fim de ano.
Espumantes: demonstram aumento de preços no acumulado do ano de 8,36%. Para o Natal, os preços devem seguir esta tendência de alta observada ao longo de 2018.
Vinho: os vinhos cresceram 7,04% no ano de 2018 puxados pelo aumento forte do câmbio. Para o Natal deste ano o consumidor irá observar preços maiores que em 2017 e deve optar por rótulos nacionais ao invés dos importados. Assim como o espumante, os três últimos meses do ano concentram a maior parte das vendas da bebida.
Cerveja: imune aos aumentos do câmbio e com a crescente concorrência no setor, as cervejas são uma boa opção para o consumidor neste ano. No acumulado de 12 meses está com deflação de 0,7%.
Azeite e outros condimentos: o preço do azeite subiu bastante nos últimos 12 meses, terminando novembro com acréscimo de 13,14%. Produto importado e que o brasileiro utiliza com maior intensidade no Natal, vai sofrer com câmbio e com o aumento de demanda, que deve fazer os preços aumentarem. Apesar da leve queda de 0,34% no mês de novembro, o consumidor vai gastar mais neste produto neste ano.
Doces: têm no Natal a segunda melhor data para a indústria. A compra
de chocolate como presente alavanca o setor, por ser uma forma mais em
conta de presentear, uma vez que agrada a todos os tipos de pessoas. Os
preços estão em queda de 2,55% no acumulado de 12 meses e, até
novembro, a redução é de 1,73%.
Frutas de época: o resultado das frutas de época foi de 0,84% de aumento de preços no acumulado de 12 meses. Historicamente, nesta época do ano, o preço destas frutas cai, beneficiando o consumidor.