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Conheça as raças de cães de estimação mais propensas a ter problemas de ouvido

Cães com orelhas longas, caídas ou peludas exigem atenção para prevenir inflamações que podem comprometer a saúde auditiva e o bem-estar.

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Conheça as raças de cães de estimação mais propensas a ter problemas de ouvido

Os problemas de ouvido estão entre as alterações de saúde mais frequentes em cães, especialmente em algumas raças que apresentam características anatômicas favoráveis ao desenvolvimento de inflamações.

Embora muitas pessoas possam pesquisar sobre remédio para otite canina ao perceberem sinais como coceira, mau cheiro ou excesso de secreção, a identificação da causa é indispensável antes do início de qualquer tratamento.

A otite canina consiste na inflamação do ouvido e pode ser provocada por diferentes fatores, como bactérias, fungos, ácaros, alergias, presença de corpos estranhos ou alterações hormonais.

Segundo o portal Veterinária Atual, com base em um estudo realizado pelo Royal Veterinary College (RVC), algumas raças apresentam maior predisposição ao desenvolvimento de infecções de ouvido devido ao formato das orelhas, à quantidade de pelos no canal auditivo ou a características hereditárias.

Raças com maior predisposição aos problemas de ouvido

Embora qualquer cão possa desenvolver otite, determinadas raças exigem cuidados preventivos mais frequentes. Animais com orelhas pendentes costumam apresentar menor circulação de ar dentro do canal auditivo, criando um ambiente mais quente e úmido, favorável à proliferação de microrganismos.

De acordo com o estudo divulgado pelo Royal Veterinary College e repercutido pelo portal Veterinária Atual, algumas raças apresentam maior predisposição a problemas de ouvido.

Entre elas estão o Basset Hound, o Cocker Spaniel Inglês, o Cocker Spaniel Americano, o Labrador Retriever, o Golden Retriever, o Springer Spaniel Inglês e o Shar-Pei.

Além das orelhas longas, cães com grande quantidade de pelos na região auditiva também podem acumular umidade e resíduos com mais facilidade. Segundo o portal Barkyn, a limpeza inadequada ou excessiva, banhos frequentes sem secagem completa e o acúmulo de cera também podem favorecer o surgimento de inflamações.

Outro aspecto importante é que algumas raças apresentam predisposição a doenças alérgicas. Nesses casos, a inflamação recorrente dos ouvidos pode estar relacionada a problemas dermatológicos, tornando necessária uma investigação clínica mais ampla.

Sinais que merecem atenção dos tutores

Os primeiros sintomas costumam surgir de forma discreta e podem ser confundidos com comportamentos ocasionais. No entanto, quando persistem, merecem avaliação veterinária.

Entre os sinais mais comuns estão a coceira frequente nas orelhas, o balanço repetitivo da cabeça, o odor forte na região dos ouvidos, a vermelhidão, o excesso de cera ou secreção e a dor ao tocar as orelhas.

Segundo o portal Patas da Casa, cães com orelhas grandes ou caídas podem apresentar episódios recorrentes de otite quando os cuidados preventivos não são realizados regularmente.

Já o Espaço Animal Veterinário destaca que, quando não tratada, a inflamação pode evoluir para quadros mais graves, comprometendo estruturas mais profundas do ouvido e, em alguns casos, causando alterações na audição.

Além disso, é importante observar que esses sinais não permitem identificar a causa da inflamação. Diferentes agentes podem provocar sintomas semelhantes, exigindo exames específicos para confirmar o diagnóstico.

Cuidados ajudam a reduzir o risco de inflamações

A prevenção continua sendo a principal estratégia para diminuir a ocorrência de problemas de ouvido em cães predispostos. A rotina de cuidados deve respeitar as orientações do médico-veterinário e considerar as características individuais de cada animal.

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R$ 144,00 1,4% 22/09/2026
Atualizado 05/10 06h00 · Agrolink · Franca/SP (dia)

Entre as medidas preventivas mais recomendadas estão realizar inspeções frequentes nas orelhas, manter a região limpa conforme orientação veterinária, secar completamente as orelhas após banhos ou contato com água, observar alterações como odor, secreção ou vermelhidão e realizar consultas periódicas para avaliação da saúde auditiva.

Nesse contexto, também é comum surgirem dúvidas sobre remédio para otite canina quando há suspeita da doença. No entanto, é recomendado que nenhum medicamento seja utilizado sem diagnóstico veterinário, já que o tratamento depende da causa da inflamação e pode envolver medicamentos específicos.

Segundo o portal Patas da Casa e o Espaço Animal Veterinário, a automedicação pode dificultar o tratamento e favorecer o agravamento do quadro. Ainda, a limpeza excessiva dos ouvidos ou o uso de produtos inadequados também podem causar irritações e comprometer a proteção natural do canal auditivo.

A prevenção é o melhor caminho para proteger a saúde dos ouvidos

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Os problemas de ouvido fazem parte das condições que exigem atenção constante dos tutores. Portanto, a adoção de cuidados preventivos, a observação de sinais precoces e o acompanhamento veterinário contribuem para reduzir os riscos.

Segundo o estudo do Royal Veterinary College, divulgado pelo portal Veterinária Atual, fatores anatômicos influenciam a ocorrência de otites em determinadas raças, mas a prevenção e o diagnóstico precoce continuam sendo fundamentais para preservar a saúde e o bem-estar dos cães.

Ao perceber qualquer alteração nos ouvidos do animal, a recomendação é procurar avaliação profissional para identificar a causa e indicar o tratamento mais adequado.

Autor

Nene Sanches

Redação · Jornal da Franca

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