Cerimônia do Oscar adiada para 25 de abril de 2021, decide reunião online

  • Cesar Colleti
  • Publicado em 16 de junho de 2020 às 17:49
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 20:51
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Academia de cinema dos Estados Unidos decidiu adiar a cerimônia e divulgou um novo calendário de 2021

A Academia de Cinema dos Estados Unidos decidiu adiar a cerimônia de 2021. 

O anúncio dos nomeados será no dia 15 de março e as  votações pelos membros da academia terão lugar até 20 de abril, cinco dias antes da realização da cerimônia inicialmente prevista para 28 de fevereiro, segundo o calendário oficial hoje divulgado.

Os membros da Academia de Artes Cinematográficas dos Estados Unidos reuniram-se ‘online’, para discutir a data da 93.ª cerimônia dos prêmios de cinema, habitualmente no final de fevereiro.

O prazo de elegibilidade dos filmes para o Oscar, em termos de estreia em salas americanas, também foi alterado, estendendo-se agora ao dia 28 de fevereiro de 2021, indo além do limite habitual de 31 de dezembro.

As alterações devem-se ao impacto da pandemia da covid-19 na indústria cinematográfica não só americana como global, que levou ao encerramento de salas de cinema, à suspensão de estreias de novos filmes e ao adiamento de produções cinematográficas.

A submissão de filmes candidatos a nomeações para animação e documentário, em curta e longa-metragem e melhor filme internacional, passou a ter como data limite 01 de dezembro de 2020. Quanto a outras categorias, as submissões têm de ser apresentadas à academia até ao dia 15 de janeiro.

A abertura do Museu da Academia, anunciada para 14 de dezembro deste ano, foi também marcada para 30 de abril de 2021.

Esta não é a primeira vez que a cerimônia do Oscar é adiada. A primeira vez aconteceu em 1938, por causa das cheias de Los Angeles; em 1968, depois do assassinato de Martin Luther King Jr;. e em 1981, por causa da tentativa de assassinato do então presidente dos Estados Unidos Ronald Reagan.

A pandemia do novo coronavírus já causou a morte a pelo menos 433.493 pessoas e infectou quase oito milhões em todo o mundo desde dezembro, segundo um balanço da agência AFP baseado em dados oficiais.

Os Estados Unidos, que registraram a primeira morte ligada ao novo coronavírus no início de fevereiro, são o país com mais mortos (115.732) e mais casos de infecção confirmados (quase 2,1 milhões). Pelo menos 561.816 pessoas foram declaradas curadas.


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