Pix por aproximação deixa de ter teto de R$ 500 nesta quinta-feira (1). Entenda as novas regras e como gerenciar seus limites bancários
O Pix por aproximação deixa de ter, a partir desta quinta-feira, 1 de outubro de 2026, o teto fixo de R$ 500 por transação que vigorava desde o lançamento da modalidade, em fevereiro de 2025.
Com a mudança determinada pelo Banco Central (BC), as operações realizadas ao aproximar o smartphone da maquininha passam a adotar os mesmos limites do Pix tradicional (por chave ou QR Code).
A regulamentação foi aprovada pelo BC em junho e revogou as normas que impunham tratamento isolado para o Pix por aproximação e para pagamentos iniciados sem redirecionamento no Open Finance, a exemplo de carteiras digitais.
Os bancos e instituições de pagamento tiveram até esta quarta-feira (30) para concluir a adaptação de seus sistemas.
Como ficam os limites na prática?
Embora o teto fixo de R$ 500 tenha sido extinto, a medida não elimina os tetos de segurança. As instituições financeiras continuam aplicando parâmetros próprios com base no perfil de risco e no histórico de transações de cada cliente.
Caso o usuário deseje alterar o valor máximo permitido para as compras por aproximação, o procedimento é o mesmo já adotado no Pix convencional:
Solicitação de Ajuste: Pedidos de aumento ou redução dos limites diários ou por transação devem ser feitos diretamente pelo aplicativo do banco ou internet banking;
Análise de Crédito: Solicitações de aumento de limite passam por análise de segurança da instituição, podendo ser aceitas ou recusadas conforme o perfil do cliente.
A mesma instrução normativa do Banco Central também estendeu a facilidade para o Pix Automático, permitindo que os correntistas solicitem a alteração dos limites diários para o pagamento de contas recorrentes, como serviços de consumo e assinaturas mensais.
Fonte: O Globo




