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Renda dos brasileiros tem queda recorde e atinge o menor valor em 10 anos

O rendimento mensal real da população, assim como a renda domiciliar per capita, tiveram queda recorde e atingiram o menor patamar da série histórica

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Renda dos brasileiros tem queda recorde e atinge o menor valor em 10 anos
Renda mensal real dos brasileiros chegou ao menor valor em 10 anos

 

Dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a renda do brasileiro se deteriorou diante da crise provocada pela pandemia do coronavírus.

O rendimento mensal real da população, assim como a renda domiciliar per capita, tiveram queda recorde e atingiram o menor patamar da série histórica do instituto, que começa em 2012.

A pesquisa aponta queda generalizada entre as diversas fontes que compõem a renda do brasileiro na passagem de 2020 para 2021 e destaca a dimensão do impacto do Auxílio Emergencial diante do contexto pandêmico – a redução do benefício fez a renda domiciliar per capita chegar ao menor valor histórico, além de aumentar a proporção de pessoas que vivem sem qualquer tipo de rendimento no país.

O rendimento médio mensal real é calculado pelo IBGE considerando apenas as pessoas que têm algum tipo de rendimento, indiferente de qual seja a fonte dele.

Já a renda domiciliar per capita considera a divisão do rendimento das pessoas que efetivamente o recebem entre as demais que vivem sob o mesmo teto.

De acordo com o levantamento, o rendimento mensal médio real de todas as fontes no país passou de R$ 2.386 em 2020 para R$ 2.265 em 2021, valor mais baixo desde 2012, quando tem início a série histórica da pesquisa e era estimado em R$ 2.369 (já descontada a inflação do período).

Este recuo corresponde a uma queda de 5,1%, a mais intensa da série.

Até então, a maior queda da renda mensal real no país, considerando todas as fontes de rendimento, havia sido de 3,4%, registrada na passagem de 2019 para 2020, puxada pelo alto nível de desemprego provocado pela pandemia.

O novo recorde, no entanto, ocorreu mesmo diante do aumento do número de pessoas ocupadas no mercado de trabalho.

Segundo o levantamento, aumentou de 38,7% para 40,2% a proporção de pessoas com rendimento efetivamente recebido pelo trabalho. Apesar disso, o rendimento médio efetivamente recebido pelo trabalho teve queda de 4,6%.

“O aumento da ocupação se deu pela informalidade, e a renda do trabalho informal não foi suficiente para aumentar o rendimento médio”, explicou a analista da pesquisa , Alessandra Scalioni Brito.

Já a proporção de pessoas com outros rendimentos, que inclui os programas assitenciais como o Bolsa Família e o Auxílio Emergencial caiu de 14,3% para 10,6%, provocando uma queda de 30,1% da média advinda dessa fonte de renda.

“Esse auxílio foi meio que um colchão para a queda da renda do trabalho durante a pandemia. Foi esse colchão que segurou o impacto em 2021, mas ao começar a ser retirado em 2021 provocou essa queda generalizada da renda no país”, avaliou a analista da pesquisa, Alessandra Scalioni Brito.

Impacto do Auxílio Emergencial

Em 2020, os outros rendimentos tiveram uma alta de 12,3% na comparação com o 2019 devido à abrangência do Auxílio Emergencial, que beneficiou cerca de 68 milhões de brasileiros.

Passado o primeiro ano da pandemia, o número de beneficiados foi reduzido em cerca de 30% devido às mudanças nos critérios de pagamento.

Além de beneficiar menos pessoas, o valor do Auxílio Emergencial também foi reduzido. Quando começou a ser pago, tinha patamar básico de R$ 600 e chegava a R$ 1.200 para mães que chefiam sozinhas suas famílias.

Horóscopo

Lua minguante em Leão · Sol em Escorpião

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O Sol em Escorpião pede introspecção, enquanto a Lua em Leão agita o seu coração. Aproveite o domingo para desacelerar o ritmo e cuidar do seu bem-estar emocional em casa.

Touro 20/4 a 20/5

Questões familiares pedem um olhar mais carinhoso e paciente hoje. Conecte-se com quem você ama e deixe o trabalho de lado para recarregar as suas energias.

Gêmeos 21/5 a 20/6

Sua comunicação ganha um tom mais profundo e verdadeiro. Use este momento de calmo descanso para organizar seus pensamentos e planejar a próxima semana com leveza.

Câncer 21/6 a 22/7

Reflita sobre suas finanças com calma e evite gastos impulsivos. Aproveite o aconchego do lar para fortalecer laços afetivos importantes e renovar suas esperanças.

Leão 23/7 a 22/8

Com a Lua em seu signo, seu brilho natural atrai olhares afetuosos. Equilibre sua necessidade de expressão com momentos de silêncio para ouvir melhor sua intuição.

Virgem 23/8 a 22/9

Um dia excelente para focar no autocuidado e na organização mental. Deixe as cobranças excessivas de lado e permita-se relaxar sem culpa na companhia de bons livros.

Libra 23/9 a 22/10

Encontros sociais trazem inspiração e alegria para o seu domingo. Cultive conversas sinceras com amigos e fortaleça parcerias que fazem bem para a sua alma.

Escorpião 23/10 a 21/11

Com o Sol em seu signo, sua intuição está amplificada e certeira. Canalize essa energia magnética para resolver pendências emocionais com maturidade e carinho.

Sagitário 22/11 a 21/12

Sua mente busca horizontes amplos, mas a Lua pede descanso para o corpo. Aproveite a calmo do dia para planejar viagens futuras e cuidar da sua paz interior.

Capricórnio 22/12 a 19/1

Momento propício para transformar velhos hábitos na rotina diária. Valorize momentos de descanso e compartilhe seus sentimentos com quem caminha ao seu lado.

Aquário 20/1 a 18/2

Relações pessoais pedem mais empatia e escuta atenta hoje. Surpreenda alguém especial com um gesto simples de carinho e fortaleça a harmonia ao seu redor.

Peixes 19/2 a 20/3

Sua sensibilidade está à flor da pele neste domingo. Dedique tempo para atividades criativas e artísticas que tragam conforto e inspirem sua rotina com amor.

Já em 2021, ele passou a ser de R$ 150 para solteiros, R$ 250 para casais e R$ 375 para mães que sustentam individualmente suas famílias.

Neste contexto, a proporção de pessoas com algum tipo de rendimento no país caiu de 61% para 59,8% – mesmo percentual de 2012, o mais baixo da série histórica da pesquisa. Essa queda ocorreu a despeito do aumento da proporção de pessoas com renda do trabalho, que passou de 40,1% em 2020 para 41,1% em 2021.

O percentual de brasileiros com rendimento de outras fontes caiu de 28,3% para 24,8% no período.

As chamadas “outras fontes” incluem aluguel e arrendamento, aposentadoria e pensão e outros rendimentos, onde estão incluídos os programas assistenciais do governo – foi nesta fonte que se observou a queda mais intensa da proporção de pessoas que a recebiam.

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Atualizado 24/10 09h00 · Agrolink · Franca/SP (dia)

Tombo recorde da renda domiciliar per capita

Neste contexto, o rendimento médio mensal real domiciliar per capita em 2021 foi estimado em R$ 1.353, o menor valor em uma década.

Descontado o efeito da inflação, significa que, na média, o brasileiro recebeu quase R$ 100 a menos que em 2020, o que representa uma queda de 6,9% – a mais intensa da série histórica da pesquisa. Antes, o maior recuo havia sido de 4,3%, registrado na passagem de 2019 para 2020.

Na comparação com 2012, quando tem início o levantamento, a redução na renda média per capita foi de R$ 64, o que corresponde a um recuo de 4,5%.

O rendimento proveniente do trabalho ganhou mais peso na composição da renda domiciliar per capita – sua participação passou de 72,8% em 2020 para 75,3% em 2021, enquanto a proveniente de outras fontes caiu de 27,2% para 24,7%.

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Essa mudança foi diretamente impactada pelo Auxílio Emergencial.

De acordo com pesquisa, dentre as outras fontes, somente a de outros rendimentos, que inclui os programas assistenciais do governo, registrou queda no período, passando de 7,2% para 4% – aposentadoria e pensão aumentou de 17,6% para 18,2%, aluguel e arrendamento, de 1,5% para 1,7%, e pensão alimentícia, doação e mesada, de 0,8% para 0,9%.

“Houve um aumento importante em Outros rendimentos no primeiro ano da pandemia, 2020, por conta do incremento no item ‘Outros Programas Sociais’, onde foi classificado o auxílio-emergencial”.

“As alterações que ocorreram nos critérios de concessão e nos valores do auxílio em 2021 explicam esse tipo de renda estar perdendo importância. Há menos gente ganhando e o valor também diminuiu”, explicou a analista do IBGE, Alessandra Scalioni.

Desigualdade volta a crescer

A pesquisa também mostra que a desigualdade de renda voltou a crescer no país em 2021.

O índice de Gini do rendimento médio mensal domiciliar por pessoa aumentou de 0,524 para 0,544, voltando ao patamar de 2019. Quanto maior o Gini, maior a desigualdade.

O aumento da desigualdade ocorreu em todas as regiões, sobretudo nas Norte e Nordeste devido ao impacto da redução do Auxílio Emergencial.

“São regiões onde o recebimento esse benefício do governo atingiu maior proporção de domicílios durante a pandemia de COVID-19 e que, por isso, podem ter sido mais afetadas com as mudanças no programa ocorridas em 2021”, apontou a analista da pesquisa.

Loterias
Mega-Sena Concurso 3079 30/10/2026 Acumulou Último resultado
05 09 16 40 41 59

Prêmio estimado: R$ 42.000.000,00 Próximo: 01/11/2026

Quina Concurso 7156 30/10/2026 Acumulou Último resultado
12 16 59 60 71

Prêmio estimado: R$ 9.500.000,00 Próximo: 01/11/2026

Lotofácil Concurso 3818 30/10/2026 Último resultado
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Prêmio estimado: R$ 2.000.000,00 Próximo: 01/11/2026

Atualizado 31/10/2026 22h30

A Região Nordeste se manteve com o maior índice de Gini em 2021 (0,556), enquanto a Região Sul apresentou o menor (0,462).

Quando se analisa somente o rendimento médio mensal de todos os trabalhos, porém, observa-se ligeira redução da desigualdade, já que o índice de Gini caiu de 0,500 para 0,499.

“Esse resultado demonstra que o retorno de parte da população ocupada em 2021 reduziu a média de rendimento e não modificou o perfil da distribuição de renda do trabalho no país”, destacou o IBGE.
Queda na renda foi generalizada

Ao dividir a população percentualmente em classes de rendimento, observa-se que todas elas tiveram queda no rendimento mensal per capita. As classes com os menores rendimentos, porém, foram as mais prejudicadas.

Notas de falecimento
  • LOURDES PEREIRA DE OLIVEIRA Falecimento 31/10/2026
  • REGINALDO DIONISIO DA SILVA Falecimento 31/10/2026
  • MARIA APARECIDA AGUIAR PAIM Falecimento 31/10/2026
  • MARIA DA ASSUNÇÃO GONÇALVES Falecimento 31/10/2026

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Cerca de metade da população com menores rendimentos per capita recebeu, em média, R$ 415 – 15,1% a menos que 2020 (R$ 489), o menor valor desde 2012.

Já o 1% da população com maior renda recebeu, em média, R$ 15.940, montante 6,4% menor que no ano anterior, mas 38,4 vezes maior que o recebido pela metade da população com menor renda.

“Todo mundo perdeu renda em 2021. São vários os fatores que contribuíram para isso, mas a gente não fez a conta para saber qual efeito pesou mais, mas é fato que o efeito inflacionário afetou desde os mais pobres até a outra ponta, que é do 1% com maiores rendimentos”, enfatizou a pesquisadora.

*Informações G1

 

Autor

Rosana Ribeiro

Redação · Jornal da Franca

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