sábado, 31 de outubro de 2026 sábado, 31 out 2026 18° 27°/18° Franca
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​Dos Smarthphones às plataformas de ensino

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Em outros artigos sobre educação, confessei minha aversão pelas palavras “oficina” e “plataforma”. Porcas, parafusos e roldanas, em formato de cérebro, me parecem não ter nada a ver com educação, e sim com mecanização, afinal educar não significa “consertar” e sim “concertar”. “Plataforma” me passa a sensação de prisão. Educação exige muito mais que fincar os pés no chão, propõe “alçar voo”, “mergulho”, “descobertas”.

Há também duas frases às quais tenho aversão. A primeira é “no meu tempo era melhor”. Quem se propõe a falar isso, apropria-se da história. A história, na verdade, não é de ninguém. Usá-la para embotar o jovem, como se ele tivesse cometido o crime de lesa-velhice, aí sim é crime. Vida é mutação, nunca estagnação. A segunda é “precisamos dar limite a essa criança”. Penso que a crise de criatividade, no mundo moderno, talvez se deva a isso, “impor” limites, embotar a criatividade da criança, torná-la a imagem e semelhança dos pais.
Como diria o grande filósofo Mussum: “É aí que está o busílis”. Há pouco participei de um debate com pais e educadores sobre “O uso do smarthphone em sala de aula”. Sempre fui favorável ao uso. O que me assustou foi a frase repetida por vários: “No nosso tempo era melhor”, a gente lia mais, prestava mais atenção às aulas, respeitava mais os professores. Mentira. Observem o mundo que legamos aos nossos filhos.
“Precisamos dar limites aos filhos, muitos pais deixam eles (sic) pra lá”. Eles terão a vida inteira para serem tolhidos. Ao invés de “limites”, não seria melhor criarmos estratégias para descobrir talentos. O uso do smarthphone nos tornará intrépidos educadores? Claro que não. Mas, ele já sinaliza duas questões: 1) Quais estratégias as escolas desenvolveram para usá-lo a seu favor? 2) Por que insistimos em uma escola punitiva e não proativa, que nunca levou nem ela, nem o aluno a lugar nenhum? Só a estudar para passar e não para saber.
As escolas estão a reboque da revolução tecnológica. A resistência a mudanças as torna “chatas”: 1) O celular se tornou a extensão do corpo e do cérebro. Os debatedores consultavam seus celulares a todo o momento 2) A única forma de comandar uma revolução é penetrar no mundo do revolucionário. Quem proíbe gosta de ser engando. 3) A escola, tal como a conhecemos hoje, está extinta, somente as paredes continuam de pé. 4) O professor, dono e senhor do conhecimento, tem que repensar sua conduta. A bordo de um dedo, qualquer aluno checa facilmente quaisquer informações. 5) A escola “impositiva”, sustentada pelas paredes da sala de aula, “enenzada”, “conteudista”, “punitiva” está fadada a morrer.
Professores, que só têm como recursos os slides, o powerpoint, a câmera de celular têm a falsa ilusão de que mergulharam no mundo da tecnologia. Ilusão? Sim. A linguagem virtual tem outra dinâmica: simplificada, móvel, colorida, interativa. Sentar um jovem em frente a uma tela de computador, durante 1h, “assistindo” a uma aula, chega a ser bisonho, basta observar a linguagem dinâmica do Facebook e do Instagram. São grandes os desafios: Como usar a tecnologia a favor da escola de forma interativa, o aluno não pode apenas ser um assistente do que a escola crê que deve ensinar? Como estabelecer uma relação que não envolva o mero adestramento via “plataforma”, tal como ela é usada hoje?
A pandemia do corona vírus fez com que essas discussões ganhassem contornos ainda mais fortes. No debate, todos queriam trocar impressões sobre como será a escola pós-pandemia. Eu não. Queria propor impressões sobre a escola de hoje, obrigada a pegar carona na calda do vírus, mais preocupada em dar uma rápida satisfação às famílias. Simplesmente transferiram a escola presencial para plataformas de videoconferência. Essas “plataformas” colocam o aluno, de novo, na condição de ser passivo. Diante de todos esses fatores, o professor quer que o aluno fale, participe, opine. Por isso, a redação é um bicho papão.
A escola foi pega com as calças nas mãos por um vírus. Inimaginável? Sim. Foi um ser microscópico que pôs a escola contra a parede. Mostrou o despreparo de educadores e escolas para lidar com uma situação inusitada. A sorte dela é que o aluno “enenzado”, acossado, “cheio de limites” só se preocupa com quantidade de horas/aula. Os professores do ensino fundamental estão à beira de um colapso, tiveram que criar estratégias de “ensino” na marra. Mas, mantiveram o mesmo sistema estressante de horas/aula sem levar em conta que entupir o aluno de atividades só geraria mais estresse.
Alguns problemas precisam ser ponderados: 1) A grande maioria dos professores não foi capacitada para usar ferramentas virtuais, apenas reprisam aulas presenciais. 2) Alguns professores são “analfabetos digitais” e não querem sair da sua zona de conforto. 3) A escola perdeu o bonde da história. A história do smarthphone, que contei acima, joga luzes sobre o hoje. “Não quero que meu filho use o celular na sala de aula, mas uso o meu nas reuniões”. Meu filho fica o tempo todo no celular.
A pandemia fez com que os pais finalmente aprendessem a diferença entre educação e ensino, filho e aluno. O confinamento desafiou pais a criarem estratégias para manterem crianças atarefadas, professores a se desdobrarem para chegar até elas. A escola do presente precisa olhar para o umbigo agora, para não se perder, querendo, “a toque de caixa”, fazer o que nunca fez. Agora é hora de dialogar, construir uma escola sem paredes.
Hoje, em uma propaganda, vi uma faculdade chamar pessoas para se matricularem, porque dá aulas com o mesmo número de horas de uma universidade presencial. Passei para outro canal.

Horóscopo

Lua minguante em Câncer · Sol em Escorpião

Áries 21/3 a 19/4

Sua energia habitual pede uma pausa estratégica neste sábado para cuidar do lar e dos afetos mais íntimos. Aproveite para esvaziar a mente de cobranças profissionais e curtir o aconchego de quem você ama.

Touro 20/4 a 20/5

A lua minguante favorece conversas sinceras e o fortalecimento de laços familiares importantes. Desacelere o ritmo da rotina e permita-se desfrutar de momentos de puro descanso sem culpa.

Gêmeos 21/5 a 20/6

Organize suas finanças com calma e evite gastos impulsivos em sua lista de tarefas pendentes. O momento pede introspecção para redefinir prioridades e cuidar melhor do seu bem-estar emocional.

Câncer 21/6 a 22/7

Com a lua em seu signo, sua sensibilidade estará à flor da pele, facilitando a empatia nas relações. Use essa energia para acolher quem precisa e renovar suas próprias esperanças.

Leão 23/7 a 22/8

O dia convida ao recolhimento e ao cuidado silencioso com a sua saúde mental e emocional. Deixe os holofotes de lado por algumas horas e valorize o repouso em um ambiente tranquilo.

Virgem 23/8 a 22/9

Reencontros com velhos amigos podem trazer uma sensação reconfortante de pertencimento e paz. No trabalho, deixe as demandas de lado e foque em alinhar suas expectativas pessoais.

Libra 23/9 a 22/10

Reflita sobre suas metas de longo prazo e ajuste o passo com suavidade e paciência. Nas relações, priorize a escuta atenta e evite discussões desnecessárias sobre pequenos detalhes.

Escorpião 23/10 a 21/11

Com o sol em seu signo, sua intuição está afiada para guiar escolhas importantes na vida pessoal. Compartilhe momentos de qualidade com parceiros de jornada e fortaleça alianças verdadeiras.

Sagitário 22/11 a 21/12

Transformações internas profundas pedem um dia de silêncio e reconexão com sua essência. Cumpra apenas o essencial na rotina e reserve o resto do dia para restaurar suas energias.

Capricórnio 22/12 a 19/1

Parcerias afetivas e profissionais ganham destaque com um clima de cooperação e cumplicidade. Diga o que sente sem medo e permita que o outro cuide de você por um instante.

Aquário 20/1 a 18/2

Sua rotina ganha leveza se você aceitar o convite para desacelerar e focar no autocuidado. Organize seu espaço físico para trazer mais harmonia e clareza aos seus pensamentos.

Peixes 19/2 a 20/3

Sua criatividade e empatia encontram solo fértil para expressar afeto de maneiras singulares. Dedique este dia aos seus hobbies favoritos e deixe a intuição guiar seus passos.

Indicadores Agro
Boi gordo arroba · Franca
R$ 376,00 0,0% 23/10/2026
Café arábica saca 60kg · Franca
R$ 1.700,00 1,2% 23/10/2026
Laranja pêra cx 40,8kg · Franca
R$ 28,58 0,3% 23/10/2026
Milho saca 60kg · Franca
R$ 58,00 0,1% 23/10/2026
Soja saca 60kg · Franca
R$ 126,00 21/10/2026
Algodão pluma 15kg · São Paulo/SP
R$ 139,00 3,5% 05/10/2026
Atualizado 24/10 09h00 · Agrolink · Franca/SP (dia)
Previsão do tempo · Franca
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29°
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19°
Qui
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20°
Loterias
Mega-Sena Concurso 3078 29/10/2026 Acumulou Último resultado
05 07 12 29 34 36

Prêmio estimado: R$ 6.000.000,00 Próximo: 30/10/2026

Quina Concurso 7155 29/10/2026 Acumulou Último resultado
14 29 33 53 72

Prêmio estimado: R$ 8.300.000,00 Próximo: 30/10/2026

Lotofácil Concurso 3817 29/10/2026 Último resultado
02 06 08 10 11 12 13 15 16 18 19 22 23 24 25

Prêmio estimado: R$ 2.000.000,00 Próximo: 30/10/2026

Atualizado 30/10/2026 22h30
Notas de falecimento
  • AMELIA GUILHERME REZENDE Falecimento 29/10/2026
  • MARIA APARECIDA DA CONCEICAO MACHADO Falecimento 29/10/2026
  • DANILO PERIRA DUARTE Falecimento 29/10/2026
  • SERGIO SILVA BENEDITO Falecimento 29/10/2026

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