Produzir sua própria energia ficou mais acessível para pessoas físicas, empresas e cooperativas no campo com o Programa Agro Energia, lançado no último dia 7 pelo Banco do Brasil. A estimativa é que até R$ 2,5 bilhões sejam liberados para interessados ainda neste ano com condições facilitadas: as taxas variam de 2,5% até 12,75% ao ano e o prazo médio é de 10 anos. O financiamento pode ir até 100% do projeto.
A expansão da microgeração de energia solar no Brasil segue uma tendência mundial e, assim como em outros países, a massificação da tecnologia vem acompanhada por redução nos custos.
Por exemplo, em uma residência, com uma família de classe média, é possível instalar um sistema fotovoltaico a partir de R$ 17.000,00, gerando uma economia anual média de R$ R$2.200,00, com um prazo de retorno do investimento de sete anos.
Já uma unidade comercial ou rural que possui um gasto mensal de aproximadamente R$ 2.200,00 em energia elétrica, pode alcançar uma economia anual de R$ 18.000,00 com um investimento médio de R$ 140.000,00 em um sistema solar fotovoltaico. Assim, o prazo médio para o retorno do investimento é também de sete anos, ressaltando que o sistema tem uma vida útil maior que 25 anos com garantia de performance nesse mesmo período de tempo com baixos custos de manutenção.
“Se as pessoas colocarem na ponta do lápis, investir em energia solar resulta em grande economia. Com as linhas de financiamento que estão surgindo, como a Agro Energia, fica uma opção ainda mais atraente. Isso sem mencionar a satisfação em ajudar o meio ambiente, ao consumir uma energia limpa e renovável”, afirma Sousa Pinto.




