Franca, que era exemplo de transparência, agora está na rabeira do índice

No governo Gilson de Souza Franca deixou o primeiro lugar num ranking de muito valor

Postado em: em Política

Os esforço dos governos anteriores para fazer de Franca uma cidade de primeiro mundo foram jogados na lata do lixo da história com o pouco caso que a administração Gilson de Souza dedica à transparência pública.

Com quadros técnicos capacitados e uma filosofia de abrir as informações para qualquer pessoa da comunidade, tanto Sidnei Rocha como Alexandre Ferreira conseguiram colocar Franca na vanguarda de informações públicas.

O acesso a qualquer detalhe administrativo, fosse processo ou fosse informação comunitária, podia ser obtido até mesmo pela internet.

Integrantes da Udecif, criada para defender a cidade, dizem que as informações que não estavam disponíveis na internet, podiam ser acessadas mediante requerimentos enviados ao poder público.

Hoje, mesmo encaminhando pedidos de informação conforme estabelece a lei, a entidade não recebe qualquer manifestação da administração do prefeito Gilson de Souza, numa demonstração evidente de que a transparência não faz parte dos objetivos governo municipal.

Para quem acompanha o cotidiano do governo e precisa de parâmetros para nortear comentários ou análises e mesmo para defender a comunidade com a ajuda das autoridades, como do Ministério Público, o que acontece com Franca é um descalabro.

A divulgação do ranking de transparência feito com quase 700 das maiores cidades brasileiras foi um balde de água gelada nas lideranças que lutam para fazer de Franca uma cidade melhor.

De primeiro lugar, empatada com outras 10 cidades, Franca caiu para 275. Mas isso não significa que a cidade parou de cair nos índices. Os próximos rankings serão tenebrosos para o município.

Enquanto isso, quem podia ajudar na defesa da transparência e na boa aplicação dos recursos públicos está fazendo propaganda do réveillon que a Prefeitura Municipal vai promover em Franca, mesmo que falte dinheiro para manutenção de escolas, forçando fechamento de quatro estabelecimentos educacionais e o abandono de outro no Jardim Palma.

(Por Caio Mignone)


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