Voluntariado no seu devido lugar

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Hub One, Líder Internacional de Yoga do Riso e Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana. www.robertoravagnani.com.br

Falar de lugar do voluntariado é falar de todos os lugares, pois assim é, em todos os lugares podemos ter voluntários, estou falando de um lugar de reconhecimento.

Reconhecer o trabalho voluntário é cada vez mais necessário, pois o voluntariado tem perdido muitos trabalhadores por uma visão torpe que circula sobre o assunto, muito pelas ações pontuais, importantes para muitos e relevantes em momentos de crise, portanto eles jamais podem ser descartados ou ignorados, mesmo que pareçam ser ineficazes a longo prazo.

A propaganda dada a este tipo de ação, sem uma apuração mais detalhada, presta um desserviço à causa, visto que mostra o ato de uma doação ou de uma remoção ou algo parecido, sem ter o contexto até chegar ao fato, enquanto o ideal não temos, não podemos nos contentar e temos que batalhar para melhorar a divulgação e passar a divulgar as ações estruturadas, organizadas e definidas para resultados a curto e longo prazo.

O trabalho voluntário tem evoluído bastante e a divulgação continua como há muito tempo, onde se divulgava as necessidades desesperadas de uma ou outra causa, as ações eventualmente desastradas de um grupo ou ações tipicamente chamadas de assistenciais, onde resolvemos no curtíssimo prazo, como a fome por exemplo.

Nos, os produtores de conteúdo, voluntários organizados, voluntários eventuais e principalmente as Organizações Sociais devem mostrar o devido valor do trabalho voluntário, sua importância para a sociedade e para as pessoas que o fazem, assim o voluntariado será colocado no seu devido lugar de reconhecimento.

Quero aproveitar para dizer que agora tenho mais um canal para divulgação do voluntariado como causa, além do instagran @robertoravagnani, meu podcast está disponível no meu site e no spotify - roberto ravagnani e no domingo dia 12, será lançado mais um canal de comunicação para falar do assunto.

O grande desafio

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Hub One, Líder Internacional de Yoga do Riso e Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana. www.robertoravagnani.com.br

As mazelas políticas e o estado calamitoso da pandemia tomam as manchetes dos programas de radio e tv e as manchetes dos jornais. Somos massacrados com informações, nem sempre totalmente livre de amarras de um lado ou de outro, mas a mídia insiste em continuar nos açoitando com as notícias de chorar, e nós aceitamos e choramos com elas, ou nos revoltamos, mas a grande maioria nada faz com esta revolta.

Apesar de tudo isso insisto em dizer que se tivéssemos mais voluntários no país, teríamos um país melhor. Mas onde e como ser um voluntário? 

O desafio já começa por aí, pela falta de informação, mesmo com a internet, onde supostamente tem todo tipo de informação, mas da mesma forma que a mídia, esta não é assim totalmente confiável.

Precisamos de um canal de informações para o voluntariado confiável, que possamos buscar e encontrar uma ou mais organizações para prestarmos serviço voluntário, mas para isso precisamos ter informações sobre a organização ou o grupo que busca o trabalho, avaliações de como tratam o voluntário  e entendam tratar aqui, como selecionam, treinam e acompanham o trabalho voluntário, para eu como um candidato tenha tranquilidade em buscar a organização e saber que não serei explorado de alguma forma.

Por outro lado a mídia só mostra agora em época de pandemia, ações, principalmente de pessoas físicas que fazem uma ação maravilhosa e chamam a atenção de alguma forma, não entendam como uma critica a quem faz a ação, mas para a  mídia que só explora o tema desta forma, noticiosa, por uma pessoa ter feito algo perto do extraordinário, pelo menos para quem ve de fora e longe, mas que muitos voluntários fazem ações muito semelhantes durante anos e nunc receberam o mesmo tratamento, não que precise, pelo contrário, mas é sim preciso mostrar o trabalho voluntário com uma lente maior para que mais pessoas possam entender e se interessar em ser um voluntario, não mostrar algo super hiper alguma coisa para que as pessoas tenham até inveja daquele ser que fez sem pensar nessa exposição toda. 

Voluntários uni-vos para termos mais momento de exposição, não de uma pessoa, mas da causa voluntaria que já contribui bastante, mas pode muito mais pelo nosso país e por nossa sociedade.

Uma lição para todos

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Hub One, Líder Internacional de Yoga do Riso e Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana. www.robertoravagnani.com.br

Ainda tem gente que fala que não consegue fazer trabalho voluntário por falta de tempo, bom tempo foi uma coisa que nos deram de montão nesta pandemia, mas como um bom otimista (com baixas de vez em quando como todos), quero trabalhar como se amanhã estivéssemos livres da pandemia e pudéssemos voltar a novo normal, como todos dizem. O que você fará com seu novo tempo? Vai continuar dizendo que não tem tempo para nada? Agora que a pandemia acabou tenho que recuperar o tempo que fiquei parado. Será assim ou você vai assumir que percebeu que gastava tempo com coisas inúteis, com coisas que não valiam o tempo utilizado? Eu espero verdadeiramente que você tenha percebido o quanto tempo dispendemos com coisas que não valem a pena e assim comece a valorizar outras coisas e entre elas espero que esteja o voluntariado. Calma antes que pare a leitura porque acha que estou te obrigando a ser voluntário, não é esta minha intenção.

Perguntei a uma amiga o porquê ela fazia trabalho voluntário e como a conheço e sei do seu conhecimento da escrita, esperava um texto para me inspirar e qual não foi minha surpresa quando ela enviou um e-mail com a resposta: “por que o mundo sem solidariedade é um erro”.

Curta, direta, objetiva, clara, uma frase matadora, quando olhei, imediatamente pensei: Por que eu não escrevi isso antes?

Assim acredito que deva ser o mundo, solidário, uns cuidando dos outros, uns preocupados com os outros e assim todos viveríamos bem e em harmonia, portanto vivemos em um mundo ainda torto, ainda por ser reparado, pois ainda vivemos um modelo errado, onde cada um na sua grande maioria ainda só se preocupa com o seu cercadinho e muitos em tirar o cercadinho do outro.

O trabalho voluntario está ai como nossa lição de casa, esta pandemia veio como nossa professora, mostrando que temos muita lição de casa por fazer, não que não soubéssemos, mas ignorávamos e ela veio para dizer que não podemos fazer assim e temos que recuperar o tempo perdido. Será que entendemos a mensagem? Será que estamos fazendo nossa lição? Agora temos que esperar para ver o resultado.

Uma ação para quase todos

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Hub One, Líder Internacional de Yoga do Riso e Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana. www.robertoravagnani.com.br

Eu não costumo abordar uma única ação de voluntariado em meus textos, mas tem algumas que merecem destaque pela simplicidade e pela universalidade, onde muitos podem fazer sem grande investimento de tempo ou de conhecimento.

Em tempo de pandemia universal, uma ação muito comum, simples de ser executada teve uma queda de execução, a doação de sangue.

É uma ação extremamente necessária para toda a sociedade, mas ainda pouco praticada. Vamos ficar com o Brasil, 210.000.000 de habitantes e aproximadamente 5.250.000 doadores regulares de sangue, pode parecer um numero bom, mas ainda é muito pequeno para o consumo de nosso país, precisamos de mais 2.500.000 para deixar regulado nosso estoque e não exista falta de sangue, isso de doadores regulares, que podem ser:

Homens – acima de 18 anos, com peso acima de 55 Kgs, boa saúde, sem tatuagens recentes, sem cirurgias recentes e outros detalhes que na entrevista inicial são checados. Podem doar sangue a cada 3 meses.

Mulheres – Acima de 18 anos, acima de 55 Kgs, boa saúde, sem tatuagens recentes, sem cirurgias recentes, fora do período menstrual e outros detalhes que na entrevista inicial são checados. Podem doar sangue a cada 4 meses.

Não são itens tão limitadores assim, mas não conseguimos subir deste patamar de doação há alguns anos, mesmo com campanhas e mais campanhas em todas as mídias possíveis.

Empresas ajudam com incentivo, hospitais quase obrigam os familiares a trazerem doadores, hemocentros criam e recriam campanhas com esportistas, atores, músicos e outra gama gingante de grupos fazem ações para aumentarmos o número de doadores regulares, mas ainda faltam pessoas comprometidas com uma causa que pode, não, SALVA vidas.

Tem uma sensação mais intensa e maravilhosa do que ajudar a salvar uma vida?

Não tem e estou falando isso porque eu tenho esta sensação todas as vezes que vou doar sangue, sou um dos doadores regulares.

Vamos juntos salvar muitas vidas? Espero você ou se não puder, que consiga alguem para ajudar.

Voluntariado e transformação pessoal

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Hub One, Líder Internacional de Yoga do Riso e Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana. www.robertoravagnani.com.br

Voluntariado é para quem tem tempo. Voluntariado é para comprar lugar no paraíso. Voluntariado só faz quem está bem de vida. Essas e muitas outras afirmações ouvimos por aí sobre o trabalho voluntário, o que normalmente ajuda afugentar os já poucos candidatos a vagas de voluntários espalhadas pelo país.

Obvio que são afirmações caluniosas (Fake News) para ser muito polido na colocação sobre o trabalho voluntário, pois o trabalho voluntário é uma grande ferramenta de transformação, primeiro pessoal, quando mostra e apresenta de forma crua outras realidades que você passava por elas mas não as conhecia nas entranhas, por te apresentar pessoas muito ricas de conteúdo, vivencias e entusiasmo pela vida que pouco se ve e por te proporcionar experiencias marcantes de aprendizado e troca.

Se isso já não fosse o suficiente, ainda prova reações em quem recebe o trabalho, que vão muito além do receber um lanche, uma brincadeira, uma orientação, uma roupa, uma casa, recebem um verdadeiro legado, não perceptível a olho nu mas perceptível para seus receptáculos neuronais que farão esta conexão em um tempo qualquer da vida destas pessoas. O legado de perceber que tem ainda pessoas se interessando por outras pessoas que não são seus parentes mais próximos ou conhecidos.

Esse é um legado que podemos deixar e somos incapazes de saber o impacto que vai causar nestas pessoas, e estou colocando de forma afirmativa, vai deixar, vai causar, um impacto que não conseguimos mensurar.

Portanto antes de fazer afirmações que não são as mais reais sobre o voluntariado, saiba os seus benefícios e os propague, já que gosta de propagar algo, faça com o verdadeiro, o trabalho é o mesmo. Neste período de pandemia pelo qual o mundo passa, e vai passar, o voluntariado é exaltado e por isto aproveito este momento para fazer com que leiam e escutem muito mais sobre o tema, visto que estão sensíveis a ele, para que pós pandemia ainda tenhamos o ecoar do assunto pelo mundo. 

O dilema de ser voluntário

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Engage for business, Líder Internacional de Yoga do Riso e Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana. www.robertoravagnani.com.br

Com o aumento dos casos da pandemia no Brasil, o frio dando as caras em boa parte do país e o aumento das necessidades dos menos favorecidos, traz angústia aqueles que sempre fizeram trabalho voluntário e hoje se veem impedidos de alguma forma. Alguns impedidos por pertencerem ao grupo de risco, outros por querer e sentir a necessidade de cumprir com os decretos dos governantes e outros por não terem confiança nas informações sobre casos e modos de transmissão da covid-19.

Ainda assim, muito se arriscam, vestem a camisa de voluntário e vão para o campo de batalha, uma batalha que não cessa, não só por conta da pandemia, mas agora também pelo frio intenso de algumas regiões e ainda estamos no outono, portanto a perspectiva que teremos um inverno rigoroso e isso traz muitas preocupações, pois temos uma imensidão de pessoas que passam a pertencer a outro grupo de risco, as pessoas em situação de rua, os abrigados, os idosos sem condições financeiras para ter um agasalho ou uma forma de minimizar o frio intenso.

Muitos que nunca exerceram um trabalho voluntário, agora se dispõem a fazê-lo, alguns por estarem com tempo ocioso e perceberem que é uma oportunidade de usa-lo e ainda ajudar de alguma forma, outros pela vontade de experimentar o tal trabalho voluntário que já ouviram falar e  outros por perceberem  que muita gente vem enfrentando esta pandemia de forma muito precária.

Independente da motivação, temos muitos que querem e não podem e muitos que nunca pensaram em fazer, fazendo, isto é muito bom para ambos, pois para o primeiro grupo, percebem o valor do que faziam, não que não soubessem mas reforça a valia, para o segundo uma oportunidade de engrossar as fileiras de trabalhadores que vamos continuar precisando por muito tempo.

O grande desafio é um só, fazer com que entendam que solidariedade é diferente de compromisso, espero que não se esqueçam das lições aprendidas e na volta a vida cotidiana, com seus afazeres normalizados, dentro do novo normal, não se esqueçam da importância de se comprometerem com o trabalho voluntário. O povo brasileiro é um dos mais solidários do mundo, mas não se compromete com a solidariedade. Precisamos e vamos precisar muito mais de VOLUNTÁRIOS comprometidos com as causas escolhidas. Esperamos que saiam desta pandemia com este nobre aprendizado. Juntos somos muito mais e melhores. 

Os desafios

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Engage for business, Líder Internacional de Yoga do Riso e Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana. www.robertoravagnani.com.br

Muitos ainda são os desafios do trabalho voluntário em vários países latino americanos, no Brasil não é diferente e pelo tamanho do país diria que o desafio é maior ainda. Por falta de apoio efetivo dos governos em todos os níveis e a sociedade civil ainda não se mobilizou de forma organizada e sem medo de “concorrência” para tornar isso uma realidade no Brasil.

Precisamos de uma plataforma que possa atender as mais diferentes OSC’s e nos mais distantes locais do país, da maneira mais simples e objetiva sem complexidades demais e com o maior número de informações possível.

Os países precisam encontrar uma forma de ter uma plataforma única de oferta e apresentação de trabalhos voluntários, é fundamental para não só facilitar para as OSC’s e também para os voluntários ou interessados, como para pesquisas e facilidade de orientações sobre o assunto, todos buscando um local único para este assunto poderão ser melhor orientados, não haverá superposição de trabalhos e nem retrabalho por parte das OSC’s que hoje precisam colocar suas ofertas em várias plataformas e até mesmo na mídia tradicional que normalmente não da muita atenção as nossas solicitações, quando se diz respeito a captação de voluntários, mesmo em tempos de calmaria fora de grandes crises.

Portanto é urgente para o VOLUNTARIADO, termos essa plataforma unificada nacional, com apoio de vários organismos para se manter em ordem e atualizada e sendo uma plataforma nacional de grande interesse, pois hoje falamos na ordem de 40.000.000 de pessoas interessadas no assunto voluntariado, mas que creio que com organização poderia aumentar substancialmente e passar a chamar a atenção de empresas para anúncios, tornando a sua manutenção muito mais fácil e sustentável.

O grande sonho obvio, uma plataforma que pudesse atender toda a américa latina, ai sim seria uma dadiva para o voluntariado e para as OSC’s, promovendo uma integração regional e a facilitação do intercambio de voluntários entre os países.

Vamos sonhar e trabalhar, quem sabe não sei em que tempo poderemos ter plataformas integradoras e não o que temos hoje plataformas totalmente pulverizadas pelas regiões que não conseguem fazer o seu papel nem mesmo regional, por falta de integração e apoio de forma mais ampliada e consciente de nosso papel no terceiro setor. Não estamos lutando um com o outro, mas sim lutamos por um único objetivo todos, um mundo melhor para todos. Vamos entender isso?

Vivendo novas realidades no voluntariado

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Engage for business, Líder Internacional de Yoga do Riso e Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana. www.robertoravagnani.com.br

Ser voluntário é viver novas realidades e sempre foi, parece até que o voluntariado esta sendo descoberto agora por muitos, pois com a pandemia, muitos alguns estão se voltando para o apoio a comunidade, pena não ser uma maioria, ou ser um grupo que possa servir de exemplo para a nação, aqui me permitam um desabafo, pois os nossos governantes em todas as escalas e nossos supostos observadores do cumprimento das leis o poder legislativo e judiciário, infelizmente não estão fazendo sua lição e não aprenderam nada com esta pandemia mundial, continuam usufruindo de seus salários integrais, mordomias nababescas e sem perder absolutamente nada, muito diferente do restante da sociedade, precisaram passar por mais crises para que possam aprender de fato. Me perdoem pelo desabafo, mas era necessário e me perdoem aqueles com cargos eletivos que estão agindo de forma diferenciada, pois sei que são poucos, mas existem.

Os voluntários insistem em ser bons exemplos, para a sociedade e principalmente para aqueles que os rodeiam, até por que suas ações são para um pequeno grupo e os que insistem em olhar o copo meio cheio dirão que são ações maravilhosas e que fazem a diferença na vida de muitos, os contrários dirão que ações pequenas não mudam o mundo, ficamos com o primeiro grupo que nos acalenta e nos faz multiplicar.

O trabalho voluntario faz do viver novas realidades um grande aprendizado diário, seja pela execução das atividades, ou pela preparação, pesquisa e busca de formas de fazer a ação acontecer, até por isso não se faz tão simples uma ação de voluntariado, por isso é necessário pessoas, como eu e muitos outros, que se dedicam ao estudo e a busca constante pelo aprimoramento da lida com o voluntario, do entendimento do ser humano que se propõe a sair de sua zona de conforto para buscar apoiar outros que tanto buscam estar próximos de uma zona de conforto. Voluntário unidos em busca de um mundo melhor.

Voluntários juntos para sempre

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Engage for business, Líder Internacional de Yoga do Riso e Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana. www.robertoravagnani.com.br

Pena que não é uma verdade absoluta a chamada do texto de hoje. Nada é para sempre, dizem que até mesmo a morte não é para sempre, há quem conteste. Religião a parte, cada um tem a sua e eu respeito a todas, sem distinção, pois todas tem sua parte boa. Nosso assunto aqui é o voluntariado e nem mesmo ele, que não só prega como age de forma a que todos fiquem bem e acolhidos de alguma forma, não “prende” todos para sempre.

Mesmo o voluntariado tem seus momentos de, “cansei”, sim, e por que não?

Como toda e qualquer atividade o voluntariado também, mesmo que feito com menor frequência pode exaurir, aliado ao diaadia ou neste momento a quarentena, o voluntariado muitas vezes que age como uma válvula de escape, pode contribuir para conturbar o já confuso ser humano em que nós habita, pronto dia para uma explosão, não custa nada.


Tecnologia e voluntariado

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Engage for business, Líder Internacional de Yoga do Riso e Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana. www.robertoravagnani.com.br

A tecnologia, presente em praticamente tudo que nos rodeia, também esta presente e tem sido aliado do trabalho voluntario e em tempos de crise não só aumentou como tem ajudado muito aos interessados em fazer um trabalho voluntario e aqueles que já eram e querem continuar fazendo ações mesmo que de forma remota.

APPs, sites, Instagram, grupos do Face, todos aliados na divulgação e realização de ações em prol dos que mais necessitam neste momento e creio que grande parte deles vieram para ficar e se tornar ações regulares, mesmo pós pandemia....será que existirá o pós pandemia?  Sim, terá, com certeza.

Hoje o que tem feito sucesso, se é que podemos chamar assim, são os aplicativos que nos auxilia a ajudar as pessoas que nem sempre precisam de ajuda, mas que neste momento estão precisando muito, são os idosos que moram sozinhos e outros com doenças pré existentes, esses como grupo de risco, que muitas vezes moram ao nosso lado e não sabíamos ou nunca olhamos com olhos de olhar, para os perceber, mas que agora precisam de apoio para as compras do dia-a-dia, idas a farmácia, que para muitos deles era um dia de passeio que saia para papear com as pessoas que encontravam pelo caminho no bairro, hoje se veem impedidos de fazer estes pequenos gestos, para não correrem riscos de se contaminar com a COVID-19. Para ajudá-los, foram criados diversos aplicativos que aproximam você de seus mais próximos, esses vizinhos que precisam tanto de apoio neste momento.

Ações mínimas, com ajudas grandiosas, pois assim preservamos esses que deveriam nos ser tão caros, nossos queridos idosos, fontes de inspiração e de conhecimento em muitos casos, que não podemos correr o risco de perdê-los de forma tão banal.

É uma guerra pelo qual passamos, existem as baixas infelizmente, mas os voluntários estão no front e impedindo que diversas vidas se esvaiam. Parabéns aos VOLUNTÁRIOS sempre, pois mesmo sem o devido e merecido reconhecimento, insistem em continuar, com vocês e com a ajuda de todos, a pós pandemia poderá chegar um pouco mais rápido. Obrigado e juntos somos mais fortes.​