Brasil bom de boca

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E chegou a Quarta Feira de Cinzas, o fim do Carnaval, as apurações e arrastões. E apesar do esplendor dos desfiles paulistas e impossível falar sobre escola de samba e não lembrar de Sapucaí e Rio de Janeiro. Ontem, as apurações foram cheias de fervor, protestos e até um saudosismo ao torcer ponto a ponto quando as tradicionais escolas Mangueira, Salgueiro, Portela e Beija Flor disputavam as primeiras posições. Beija Flor venceu, Grande Rio e Império Serrano foram rebaixadas e a tradicional Viradouro voltou ao grupo de elite. Uma das mais elogiadas foi a Paraiso do Tuiuti, principalmente nas redes sociais, conseguiu ficar em segundo lugar com a brilhante crítica ao governo e uma bela figura que lembrava nosso presidente vestido de vampiro como o destaque de um dos carros.

Uma das escolas que não passou desapercebida porém ficou em 10° lugar foi a União da Ilha do Governador, com o belíssimo enredo “Brasil bom de boca”. Foi a terceira escola a desfilar no segundo dia e entrou na avenida 0h de terça feira e completou sem desfile em 73 minutos sem nenhum problema técnico, apenas um show para os nossos 5 sentidos, ao menos para os que ali assistiam de ‘camarote’.

A escola levou alegorias elaboradas como o carro abre-alas grande e luxuoso que mostrou a chegada das caravelas ao Brasil, mostrando os produtos que vieram de fora trazidos por eles. A partir daí, as influências dos portugueses e seu país de origem se misturaram com alimentos que encontraram por aqui, como milho, caju e a pimenta. Esse exalava cheiro de café pela avenida. Já a ala das baianas, tinha um toque especial, elas estavam vestidas com alusão à pacova da terra, uma espécie de banana. Depois uma ala que mostrou a influência dos negros que vieram para o Brasil e dos seus pratos que se tornaram comuns na nossa gastronomia como a feijoada e o acarajé. Em outra ala a escola fez uma crítica que apesar de produzir e exportar grande quantidade de alimentos, grande parte da população ainda sofre com a fome.

Logo na sequência, uma enorme alegoria mostrou a alegria dos doces, uma homenagem as avós que fazem os bolos caseiros, comuns nas lembranças de muitas famílias, e de tantos outros doces e esse carro exalava o maravilhoso cheiro de chocolate pela avenida. O desfile terminou com um grande boteco, uma verdadeira instituição do nosso país onde são servidas grande parte das nossas melhores iguarias, com vários dos nossos melhores chefs.

A escola com 3,2 mil integrantes divididos em 29 alas e 5 alegorias foi fundada em 1953 e ainda busca seu primeiro campeonato no grupo especial do Carnaval do Rio de Janeiro. Não foi dessa vez, mas pode-se dizer que o desfile foi incrível, cheio de cores, sabores, cheiros e alegria! O samba enredo eu deixo aqui para você poder sentir o astral:

PÕE LENHA NO FOGÃO!
O AROMA ESTA NO AR.
EXALA A NOSSA POESIA!
CARAVELAS A BAILAR NO MAR,
CHEGAM PRA MISCIGENAR ESSA FOLIA.
EITA TEMPERO BOM. EU QUERO PROVAR!
DERRAMA O CALDO DE LÁ, NOS FRUTOS DE CÁ.
EITA TEMPERO BOM, EU QUERO PROVAR
NAS TERRAS TUPINIQUINS O QUE SE PLANTA DÁ.
E TUPÃ ABENÇOOU ESSE SABOR DA ALDEIA.
INCENDEIA, AGUÇA O PALADAR.
MERGULHEI NO GOSTO QUE MAREIA.
RIQUEZA MILENAR

FOGO ACESO NO TERREIRO DAS YABAS Ô Ô
NA MISTURA A HERANÇA DOS MEUS ANCESTRAIS
BOTA ÁGUA NO FEIJÃO QUE O SAMBA ESQUENTOU
ÓÔÔÔ NA BATIDA DO TAMBOR

E NA FARTURA DO MEU TABULEIRO
O GRÃO É VIDA, MOSTRA O SEU VALOR
SINTO O CHEIRO DE CRAVO E CANELA
VÓ QUITUTEIRA MEXENDO A PANELA
DA NOSSA TERRA, UM GOSTINHO SEM IGUAL
PRO SEU PRAZER DOCE CACAU
ILHA…PREPARA A MESA, NO BAR FAZ A FESTA,
SERVINDO UM BANQUETE À FANTASIA
UMA RECEITA IMPOSSÍVEL DE ESQUECER
DUAS PITADAS DE AMOR, EU E VOCÊ,
JUNTANDO A FOME COM A VONTADE DE VENCER

VEM PROVAR O SABOR DESSE MEU CARNAVAL!
EU SOU A ILHA, SOU O PRATO PRINCIPAL
VOU DEIXAR ÁGUA NO BOCA
PROVOCAR UMA VONTADE LOUCA!


*Esta coluna é semanal e atualizada às quintas-feiras.​

Todo dia o padeiro faz o pão

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Projeto verão, projeto carnaval, projeto praia, projeto férias. Seja qual for o planejamento nunca consegui fazer dieta na vida, um metabolismo que favorece e uma paixão por comidas leves e saudáveis também ajudam. Mas tem um item do cardápio que eu sinceramente não consigo viver sem: pão! Pode ser de qualquer tipo, mas aquele pão francês quentinho perfuma e dá fome até mesmo nos narizes mais distraídos. E sim, é um dos cheiros que mais gosto no dia a dia, cheiro de pão quentinho, mesmo se for ‘dormido’, tenho zero enjoamento quando o assunto é pão.

Mas se você estiver passeando por Paris e bater aquela vontade danada de comer um pãozinho francês pela manhã, não ouse entrar em qualquer padaria local e pedir ‘un pain français’, o máximo que vai conseguir é sair de lá com uma baguete embaixo do braço. Nosso pãozinho tão tradicional é desconhecido pelos franceses, ele só foi batizado com esse nome assim como o arroz à grega que também não veio da Grécia. E pelo Brasil você também o encontra por diversos nomes: pãozinho em São Paulo, pão massa grossa no maranhão, cacetinho no Rio Grande do Sul, pão aguado na Paraíba, pão de sal ou carioquinha no Ceará, entre outros, sendo que o mais popular é Pão Francês.

No inicio do século XIX o pão mais popular na França tinha o miolo duro e a casca dourada, era pequeno e tinha formato cilíndrico, um verdadeiro precursor da baguete do século XX. Já no Brasil, o comum era um pão com miolo e cascas escuros, uma versão brasileira do pão italiano trazido pelos colonizadores.  A expressão pão francês foi largamente utilizada pelos espanhóis e ingleses durante os séculos 18 e 19 para designar um produto feito com um tipo de farinha desenvolvida pelos franceses. Foram eles que descascaram, moeram e refinaram o trigo escuro e integral e com isso obtiveram um pão de casca crocante e massa clara (fazendo com que esse vício tornasse parte da nossa vida para sempre). Esse ingrediente requintado e caro tornou-se alvo de cobiça entre os padeiros da nobreza. Com a vinda da família real portuguesa para as terras brasileiras, veio também esses produtos para a preparação do pão já que aqui se consumiam produtos feitos com farinha de mandioca e seus derivados. Mas quando a elite brasileira viajou para Paris, por volta da Primeira Guerra Mundial, e voltou descrevendo o pãozinho para seus padeiros, que faziam o possível para reproduzir a receita pela descrição originou-se nosso amado pãozinho, que difere bastante da sua inspiração europeia.

Cada povo tem orgulho do seu receituário de pães, afinal os processos de fermentação desse alimento são utilizados desde 2000 aC. No Egito antigo, o pão servia para pagar salários, cada dia de trabalho valia três pães e dois copos grandes de cerveja. Acredita-se também que as primeiras padarias tenham surgido no Egito e de lá foi exportada para outros lugares. Para os cristãos o pão simboliza o corpo de Cristo, na oração do Pai-Nosso é pedido a Deus ‘o pão nosso de cada dia nos daí hoje’. O maior consumidor de pães do mundo, nos dias de hoje, é a Rússia, são consumidos 120 quilos por pessoa a cada ano. O segundo maior é o Chile, com 93 quilos por pessoa.

Hoje em dia, sua receita básica é feita de farinha, fermento, água e sal, seu gosto neutro é capaz de receber dos sabores mais básicos aos mais acentuados. Uma ótima maneira de conservar seus sabores e crocância é armanezando-o em um saco plástico e colocando-o no freezer. Quando for consumir basta esquentá-lo no forno. Fica maravilhoso e perfumado. E nada como começar o dia com aquele cheirinho de café fresco e pão quentinho com manteiga!

*Esta coluna é semanal e atualizada às quintas-feiras.​

Refrescante e perfumado

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O verão tem das suas peculiaridades e prazeres, muitos amam e outros declaradamente odeiam. Eu faço parte da turma dos que amam, não há nada que me deixe com mais disposição do que um belo dia de sol e céu azul. Não que eu não ame os dias nublados, cada um tem seus prazeres, mas os dias de sol me deixam imensamente disposta e de bem com a vida. Um dos meus grandes prazeres nessa época é um belo banho, um pra começar o dia e o outro pra terminar o dia com chave de ouro. O primeiro literalmente a famosa ‘ducha’ o segundo merece uns 10 minutinhos, pra relaxar e recompor energias do dia.

Mas e para tomar banho, qual seu tipo favorito de sabonete? Tem que prefira liquido, em barra, perfumado, sem cheiro, antibacterianos, com hidratantes, de glicerina pura... Seja como for, ele está presente nesse ritual. Mas de onde ele surgiu? Tudo indica que com os fenícios, 600 anos antes de Cristo, fervendo gordura de cabra com água e cinzas de madeira até obter uma mistura pastosa. A noticia da nova receita se espalhou pelos países do mediterrâneo e chegou até a Grã-Bretanha. 

Foram os celtas, antigos habitantes das ilhas britânicas, que o batizaram de ‘saipo’. O sabão sólido, porém, só foi criado no século VII, quando os árabes inventaram o processo de saponificação, a partir da fervura de uma mistura de soda cáustica, gordura normalmente animal e óleos naturais. Durante a ocupação da península ibérica, os espanhóis aperfeiçoaram a invenção acrescentando azeite de oliva para perfumá-la. Ainda na Idade Média, os maiores centros produtores de sabão eram as cidades italianas de Gênova e Veneza, além de Marselha, na França e Bristol e Londres, na Inglaterra. No restante da Europa, o sabão era quase que desconhecido, tanto que a nobreza italiana, francesa e inglesa, presenteava governantes de outras nações com uma caixinha de sabão com um papel descrevendo o seu modo de usar. 

O sabão só se tornou produto do dia a dia no século XIX, quando começou a ser fabricado industrialmente, barateando seu custo. Campanhas publicitárias na Europa e nos EUA promoveram uma conscientização popular da relação entre limpeza e saúde, o que levou ao uso universal do sabonete. Ele se tornou tão popular que o químico alemão Justus Von Liebig declarou que a quantidade de sabão consumida por uma nação era a melhor medida do seu grau de civilidade. 

Na época da revolução industrial a sua produção industrial era feita de modo grosseiro e em pequena escala, mas isso mudou em 1886 quando James e William Lever comparam uma pequena fábrica de sabonete em Warrington e fundaram o que ainda é uma das maiores indústrias de sabonete, primeiramente chamada de Lever Brothers e agora chamada Unilever. Porém a escassez de comida durante a primeira guerra mundial significou que óleos e gorduras para sabões eram limitados, o que levou ao desenvolvimento das primeiras alternativas químicas como o detergente, feito de surfactantes e aditivos. 

No anos de 1950 essas alternativas modernas superaram as vendas do sabão comum, e durante a última década os sabonetes líquidos se tornaram cada vez mais populares do que os em barra, em especial aqueles contendo agentes antibacterianos como o triclosan, que está atualmente sendo revisado pelo FDA (órgão regulamentador) dos EUA para descobrir se é eficaz ou mesmo prejudicial. Existem alguns receios que contestam o uso dessa substância, de que o uso excessivo poderia aumentar a resistência a antibióticos, e evidências científicas sugerem que é um ingrediente desnecessário já que os sabonetes são antibacterianos por natureza.

Já nos anos mais recentes já existem pesquisas mostrando que as vendas dos sabonetes em barra aumentaram 4,7% por causa desses estudos, que é dobro do crescimento dos sabonetes líquidos. A manufatura dos sabonetes mudou muito com o passar dos anos, primeiro encontramos uma maneira de não usar a gordura animal, depois sem o óleo de palma e agora sem petroquímicos. E essa evolução só beneficia o ecossistema e o nosso organismo, afinal se você acha que só é importante ler o rótulo daquilo que você come, como a se interessar pelas coisas que você usa no seu corpo também. Um pouco de pesquisa vale a pena para benefício da nossa saúde e tentar impactar menos o meio ambiente.

Um bom e refrescante banho para vocês nesse verão maravilhoso!

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Almas perfumadas

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Sempre fui uma apaixonada por citações, e essa semana uma me caiu muito bem: ‘Que você seja capaz de descobrir o significado das pessoas e não a sua utilidade. A utilidade passa, o significado é pra sempre!’ A razão de que eu prestei mais atenção nela, foi porque nas boas coisas dessa profissão de comerciante eu conheci uma pessoa que me fez lembrar com muito carinho meus tempos de escola. Apesar do professor não ser um profissional tão reconhecido e nem respeitado como merecia aqui nesse país, eu tenho lembranças maravilhosas tanto da escola como na faculdade dos professores maravilhosos que eu tive.

E na sexta série, o colégio onde eu estudava teve algumas mudanças no corpo docente, e claro que os alunos sempre ficam apreensivos. Mas nessas mudanças tivemos o prazer de ter aula com um professor de geografia que ficou pra sempre marcado na minha memória, por sua paciência, histórias e maneira fácil de explicar todo aquele conteúdo para nós. E como essa vida é engraçada, um dia uma moça entrou em contato comigo, e veio conhecer meus produtos. Disse que morava aqui perto, tinha filhos gêmeos e o marido era professor. Conversa vai, conversa vem, e fomos descobrindo que o tal marido professor era esse querido professor de geografia da época do colégio. Claro que fiquei extremamente feliz, e pude perceber como eles eram parecidos, na doçura e gentileza. Isso já deve fazer uns três anos, e ela sempre aparece para deixar a casa toda perfumada.

No começo do mês ela veio, e além da habitual conversa boa me trouxe um ‘presente emprestado’, acho que eu nunca havia comentado da minha paixão por livros, mas ela me trouxe um exemplar que disse que eu tinha que ler, que era a minha cara. Que ela havia ganhado de presente de Natal e sabia que ele tinha a minha energia. Eu fiquei feliz e curiosa, agradeci e estava sem um tempo de calma pra lê-lo com atenção. Então essa semana resolvi abri-lo e degustar cada palavra, ele se chama Casa Natural – Terapias da casa. É o segundo volume publicado pelo arquiteto Carlos Solano com uma seleção de artigos publicados por ele na revista Bons Fluídos. Eu simplesmente fiquei encantada com cada detalhe do livro, como pode alguém que me viu tão poucas vezes saber que realmente aquele livro era minha cara?!

Claro que ainda não acabei, mas estou quase! Ele mostra como a nossa casa é importante na nossa vida, e como você deve fazer dela um templo, um lugar de calmaria, e como a energia é importante através de cores, cheiros, objetos, etc. Em uma de suas passagens ele usa um poema modificado de Ana Claúdia Jácomo para exemplificar como o cheiro pode ser importante: “Tem casa ‘que tem cheiro de passarinho quando canta. De sol quando acorda. De flor quando ri. Dentro delas a gente se sente no balanço de uma rede que dança gostoso, sem relógio e sem agenda’. Mas se os cheiros (ou os ares) da casa não estiverem bons, o corpo não descansa, sabia disso? Fica todo alerta, pois o olfato é também um instinto de sobrevivência”.

Esse é um pedacinho desse delicioso livro, que estou me deliciando com cada palavra e imagem. Como é bom quando a vida nos presenteia com almas perfumadas que nos trazem pequenas alegrias no dia a dia, como me aconteceu nesse caso. Que nos mostram como o valor delas é importante, e não somente sua utilidade! Prometo continuar dividindo as curiosidades desse livro com vocês, e torcendo para que mais pessoas especiais cruzem o meu e o seu caminho!


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À Francesa

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Voltar à rotina do dia a dia no trabalho e afazeres não é fácil depois das festas de Dezembro. O corpo parece renovado, mas ao mesmo tempo preguiçoso, como se ainda vivesse no tempo da infância em que Janeiro dignificava férias. Mais difícil ainda, quando pequenos motivos tornam o dia a dia mais árduo, como exemplo os transportes públicos. O atraso, a falta de uma frota decente e suficiente, o calor, a multidão e até mesmo o cheiro desses ônibus e metrôs tornam o ir e vir mais penoso e o nosso dia menos agradável. Afinal, para a grande maioria do nosso país e do resto mundo, o transporte público é o meio mais comum de locomoção, e devia ser cada vez mais.

Como você com certeza sabe, a França é com certeza o lugar que nós mais lembramos quando o assunto é perfume, lá estão as mais famosas Casas de Perfumaria de todo o mundo. E em uma das maiores (e até mais bonitas, como dizem os franceses) cidades do país, e berço gastronômico, Lyon está situada há apenas duas horas de Paris. Ela possui quatro bairros inscritos como patrimônio mundial da Unesco e bem pertinho ainda se encontra duas das principais regiões vinículas da França: Beaujolais e Cotês Du Rhône.

Nessa belíssima e muito visitada cidade, a prefeitura se incumbiu de deixar esse dia a dia no metrô mais agradável. A empresa Sensorys  especializada em marketing sensorial se incumbiu de instalar dispositivos nas 9 principais  estações que liberam no ar uma fragrância de chá verde cítrico. Na propaganda, a empresa já dizia: “O equipamento das principais estações de metrô da cidade”.

O dispositivo é bem discreto, e estão em pontos estratégicos das estações, como por exemplo esse na foto que está no terminal de bilhetes, na entrada da principal estação da cidade. É uma pequena caixa de metal a partir da qual um tubo difunde a fumaça com a fragrância. Foi instalado um total de 55 equipamentos pelos corredores e plataformas. O dispositivo transforma o liquido perfumado em uma espécie de nevoeiro que se espalha no lugar e chega às suas narinas. O aromatizador usado não possui alérgenos respiratórios, nem produtos cancerígenos ou voláteis.

Já a fragrância, foi escolhida visando melhorar o conforto e o bem estar do usuário, reduzindo o nível de estresse durante a viagem. O projeto também já está sendo implantando na rede de ônibus. Resta saber se os cidadãos e turistas de Lyon aprovaram o projeto, e se apreciaram a fragrância, ou se ainda preferem o cheiro tradicional do metrô e dos ônibus!

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Melhor prevenir do que remediar

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“Oh! Que saudades que tenho. Da aurora da minha vida. Da minha infância querida. Que os anos não trazem mais!” Foi com esse poema de Casimiro de Abreu, que decorei por que achava lindo ficar declamando, que aos oito anos deixei o meu avô cheinho de orgulho. Segui repetindo cada versinho durante um longo e interminável dia, para a tristeza dos meus familiares. Por um tempo achei aquelas frases sem sentido, completamente chatas, mas nessa primeira semana do ano ele me veio à cabeça como um carro desgovernado. Que saudades de quando janeiro significava as férias de verão!

Férias! Seis letrinhas que significam um mundo de coisas, e que sempre terminam antes da gente completar aquela listinha básica do que fazer, porque o sono e a preguicinha sempre falavam mais alto. Que saudades de quando o mundo era realmente um sonho dourado, que não precisávamos nos preocupar em levantar cedo, nem em comer tão certinho (meu café da manhã era um copo de coca cola com pão), que o ano terá uma das eleições mais importantes da história do país e isso pode modificar muitas coisas em nossas vidas, que 50 reais na carteira já não compram mais nada, que o coração sem as mágoas do tempo sabia amar sem medo e sem limite. Que saudades de quando a maior preocupação na agenda era definir o que levar pro passeio e que brinquedo escolher ou fazer para se divertir o dia todo. Torcer pro sol aparecer e poder se divertir no quintal.

E quando dava, uma das melhores partes das férias de janeiro era a tradicional viagem para o Guarujá ou Santos, no litoral paulista. Foram anos ‘batendo cartão’ naquelas areias do Gonzaga e pitangueiras. Acordando cedinho pra aproveitar o sol leve e comendo muito milho verde (na espiga, porque no pratinho não tem nem o mesmo sabor), queijo coalho (com aquele toque de areia), picolé (frutilly, limão e tablito), e claro que muita lula frita e casquinha de siri.

Desde aquela época fui formando minha opinião quando o assunto é viajar, como faz bem pra alma, conhecer lugares e pessoas diferentes, principalmente quando os destinos envolvem praia e serra. Você pode até não gostar de viajar por N motivos, mas vai ter que concordar que o mar e o verde acalmam sim, a natureza cura! Se você ainda não acredita nessa afirmação, agora temos como conversar, porque os cientistas confirmaram essa informação. Pois é, foram cientistas da escola de medicina Nippon, em Tóquio, eles comprovaram que o poder da natureza pode ser ainda maior. Eles comprovaram que só o fato de você respirar fundo enquanto passeia por uma floresta ou pela beirada do mar faz os sintomas do estresse irem embora. Sentir esse ar puro também multiplica moléculas que combatem o câncer.

Essa pesquisa foi publicada no livro de Imunofarmacologia e Imunotoxicologia. O pesquisador japonês Qing Li criou dentro da escola um centro de estudos que quer aplicar a aromaterapia, para melhor bem estar físico e psicológico das pessoas, e está realizando esses estudos que mostram que apenas olhar uma paisagem natural já causa diminuição dos níveis de estresse e da pressão arterial, mas o efeito é ainda maior quando você sente o aroma.

Já não era necessário esse estudo para saber como é importante a preservação da natureza para a continuidade da vida humana na Terra. Mas quem sabe estimule você a cuidar ainda mais. Não é atoa que grande parte dos remédios são extraídos de plantas e ervas, os índios sabiam disso muito antes dos portugueses chegarem por aqui. E se faltava uma desculpa para dar uma fugidinha para o meio do mato ou para a beira da praia, ela não será mais necessária. Afinal, é melhor prevenir do que remediar!


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Tudo novo de novo!

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Feliz novo ano! Sim, mas só se você permitir. Acho que o maior problema da humanidade em geral, é não conseguir desapegar do passado, do que já foi bom ou ruim um dia. Sejam sonhos, momentos, projetos, pessoas, lugares, etc. E não estou sendo hipócrita, também tenho minha enorme parcela de culpa, mas o ano novo traz esse sentimento de renovação, e se formos realmente verdadeiros conosco, e colocarmos pontos finais reais e metas para esse novo ano, conseguiremos seguir em frente sem nenhum apego ao que passou.

A vida é bem como perfume se formos pensar com cuidado, podemos ter uma variedade de perfumes, mas sempre teremos um preferido, aquele que faz a gente se sentir bem e nos conecta com nosso eu mais verdadeiro. E às vezes, mesmo que o perfume acabe, continuamos guardando o frasco com aquele restinho lá no fundo, aquele que dependendo do vidro e do perfume podemos ver ficando até amarelado com o tempo, na esperança de que ainda saia um vaporzinho com aquela fragrância conhecida. Mesmo sabendo que com o tempo ela acaba oxidando quando não usada.

Mas um belo dia, assim como quando começa o dia 1 do ano, somos apresentados a uma nova fragrância, uma nova promessa de algo melhor, acolhedora e até mesmo sedutora. E você experimenta com cuidado, admira o frasco, ente primeiro pelas narinas, depois coloca na pele, e vai percebendo que é hora de desapegar do antigo perfume e começar a valorizar o novo. Vez ou outra a gente pode até usar, ou simplesmente sentir o cheiro daquele fundinho no do frasco antigo, mas o novo pode ser surpreendente.

Sim, a partir de hoje, são 361 dias e novas possibilidades de escolhas e vivências. Como diria o poeta, é dentro de você que o ano novo cochila, e não de um ponteiro marcando meia noite no relógio. É dentro de nós que a mágica acontece, que a gente ensina o coração a desapegar do que foi, e desperta pro novo, por isso é tão importante aprender a dar valor aos momentos mais simples dessa vida. É hora de decidir que o tempo do velho bálsamo acabou e aprender a enaltecer a fragrância do presente e suas dádivas. Vai lá, usa aquele perfume novo, aquela roupa guardada pra uma ocasião especial, faz aquela comida que tem vontade, dança como se ninguém tivesse te olhando, tenta aquela oportunidade de emprego, se arrisca num encontro, dá mais um abraço em quem você ama....VIVA e RENOVE-SE! Feliz 2018! Feliz tudo novo!

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Sonho de princesa

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​O fim do ano está quase ali na esquina, e aquele balanço de vida logo vem sendo feito. O que foi bom continua, o que foi ruim a gente tenta não repetir, mas o mais legal é se arriscar em coisas novas. Poucas coisas na vida são mais legais, do que a sensação de fazer algo pela primeira vez, ainda mais quando achamos que é algo que não podemos ou conseguimos. Quem sabe tocar violão, aprender uma nova língua, se exercitar, achar um novo emprego, mudar de cidade, se permitir encontrar um novo amor...

Além de tantos desejos e metas, queime a língua a menina que nunca sonhou com uma história de princesa. Já dizia que essa história havia se realizado com o encontro entre o Príncipe William e a Srta, Kate Middleton, agora duque e duquesa. Mas acho que essa história foi recentemente atualizada pelo Príncipe Harry e a Srta. Meghan Markle, e está dando o que falar na imprensa internacional, sendo o evento mais comentado e esperado pelos jornalistas (já superou a copa do mundo), e se realizará em maio de 2018. Uma jovem americana divorciada, encantada pelo mundo real, que depois dos 30 aceita um encontro às cegas com um príncipe famoso pelas peraltices e acabam se apaixonando e se casando.

Um casamento de princesa, mesmo que não sendo com um príncipe da realeza como está sendo o de Meghan, é algo sonhado mesmo depois da infância por muitas mulheres. E hoje em dia esse evento está cada vez mais associado ao mundo dos perfumes. Kate Middleton, por exemplo, tem como perfume favorito o perfume English Pear & Freesia, assinado pela marca inglesa Jo Malone. E como não pode escolher tantos detalhes do seu casamento, até mesmo por conta de protocolos, pôde dar um toque especial na cerimônia. A Abadia de Westminster foi inteira perfumada para a cerimônia real com velas da mesma marca do seu perfume favorito, nas fragrâncias de Orange Blossom e Lime Basil & Mandarin.

As noivas procuram os aromatizadores e velas para perfumar as igrejas, a entrada do salão, os convites, as lembranças, os banheiros, tudo que for possível deixar uma certa ‘marca’ e eternizar aquele momento tão importante na vida de duas pessoas.

Seja qual for seu sonho, até mesmo se tornar uma princesa ou príncipe, que ele possa se tornar realidade e te fazer imensamente feliz nesse 2018. Feliz Ano Novo! Feliz Tudo Novo!

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Perfume da Alma

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Essa semana eu iria continuar a escrever sobre as tantas lendas perfumadas que envolvem o Natal, mas não consegui. Em nenhum momento meu pensamento me deixou escolher palavras para enfeitar essa época que eu tanto amo, quando a minha cidade inteira ainda está em luto depois de uma triste fatalidade com cinco jovens meninos.

Eu sei bem que a todo momento e em cada pedacinho do globo terrestre, acontecem milhares de fatalidades, mas não adianta descordar que quando esses incidentes acontecem tão perto de nós e com pessoas do nosso convívio eles doem mais. O que mais aprendi nesse final de semana com tantas coisas que aconteceram além desse triste acontecimento, foi que as comparações de dores são inúteis, o que é uma faísca para você pode ser um imenso incêndio para mim, o ser humano precisa aprender a respeitar a dor do outro e o quanto tragédias assim mexem com cada um.

Apesar da pouca idade, também aprendi, que quando alguém muito querido se vai, um dos tesouros mais bem guardados que ficam é o cheiro daquela pessoa. Não aquele recém saído do banho, o verdadeiro cheiro, aquele que quando um bebê nasce, ele já carrega em si. Das minhas maiores saudades (meus avós) é o que mais me recordo, o delicioso cheiro deles que me fazia sentir amada e acariciada. Mais um motivo para esse mundo incrível e mágicos dos cheiros me maravilhar. Os momentos difíceis se vão, o tempo se encarrega disso por mais que demore, e o que fica foram as coisas boas, os sorrisos, as brincadeiras, as horas de conversa, o silêncio compartilhado, os momentos ternos, e tantas outras coisas.

Que com essas partidas possamos refletir ainda mais neste Natal, e crer que essa vida não tem fim, apesar de muitos irem embora tão cedo e outros viverem até seus centenários. Que saibamos desfrutar de cada segundo dessa vida, e amar sem medidas e sem medo. Não deixe nada pra amanhã! Vai lá sentir aquele cheiro que te faz tão bem, e se embriagar das melhores companhias que a vida te oferece!

Um feliz e abençoado Natal a você!


*Esta coluna é semanal e atualizada às quintas-feiras.​

Gengibre, cravo e canela

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Neste Natal estou gostando de estudar sobre as lendas pagãs ao redor do mundo que giram em torno dessa festividade tão amada por tantas pessoas. Dessa vez uma ação de marketing em São Paulo e inspirou a buscar mais sobre o famoso biscoito de gengibre. Eles nasceram na Rússia por volta do século IX, eles eram chamados de ‘pryaniki’, eram feitos com farinha, mel e suco de frutas, sendo que o mel era colocado em quantidades exageradas transformando a mistura em quase um bolo (daí o surgimento do tão querido pão de mel). Os ‘pryanikis’ eram feito em formato de animais para enfeitar as árvores de natal, eram feitos para os ricos e os pobres, como presentes, para casamentos, festas, e também para pessoas doentes com o objetivo de cura (neste caso assado em formato de anjos).

Anos mais tarde, o gengibre que não era uma especiaria facilmente encontrada na idade média, mas depois das Cruzadas e o contato dos europeus com o Oriente, várias dessas especiarias começaram a se tornar parte do uso, claro que inicialmente do clero, e as primeiras descobertas com esses novos produtos acontecia dentro dos mosteiros. E foi nesses locais que religiosos foram estudando a receita dos ‘pryanikis’ e do Lebkuchen (pão tradicional de gengibre) e criaram os biscoitos com gengibre adicionando várias especiarias para celebrar as festas do inverno, baseando-se em tradições Européias Pré-Católicas.

Já durante o reinado da Rainha Elizabeth I, da Inglaterra, em uma festa de Natal, resolveu fazer os biscoitos de gengibre com a cara dos convidados. Desde então essa tradição costuma aparecer nas festividades natalinas na Europa e América do Norte.

A primeira impressão feita sobre a história do ‘Gingerbread Man’ foi em maio de 1875. A fábula conta que uma velha senhora estava a assar um grande biscoito de gengibre em formato de boneco e quando abriu o forno, o biscoito pulou da forma e saiu correndo pela janela. A senhora e o marido começaram a correr atrás dele, pois estavam com muita fome, mas ele conseguiu escapar, enquanto gritava “Corra! Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o homem de biscoito de gengibre!

Enquanto corria, o homem de biscoito de gengibre encontrou um porco que disse: “Pare! Pare! Eu quero comer você!” E então ele respondeu: “Corra! Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o homem de biscoito de gengibre!”

Mais à frente, ele encontrou uma vaca faminta, que também queria comê-lo. E ele repetiu: “Corra! Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o homem de biscoito de gengibre!”

E todos corriam atrás do homem de biscoito de gengibre: a velhinha, o marido da velhinha, o porco e a vaca, mas ninguém conseguia alcançá-lo.

E então um cavalo também o viu e disse: “Pare homenzinho! Eu quero comê-lo!” E o homem de biscoito de gengibre falou mais uma vez: “Corra! Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o homem de biscoito de gengibre!”

Então o cavalo também começou a correr atrás dele. O pior é que o homem de biscoito de gengibre percebeu que estava correndo em direção ao rio. Ele pensou: “Oh, não! O rio! Agora eles vão conseguir me pegar! Como eu vou conseguir atravessar o rio?”

Foi nesta hora que uma esperta raposa saiu de trás da árvore e disse: “Eu posso ajudar você a atravessar o rio. Pule no meu rabo e eu nado até o outro lado.”

O homem de biscoito de gengibre, desconfiado, perguntou à raposa: “Mas você não vai querer me comer?” E ela respondeu: “Claro que não! Eu só estou tentando ajudar!” O homem de biscoito de gengibre acreditou na raposa e pulou no seu rabo.

Mas a raposa disse: “Você é muito pesado. Pule nas minhas costas, para eu poder nadar.” E ele pulou.

Quando estava, no meio do rio, a raposa disse: “Você é muito pesado. Pule no meu focinho!” E o homem de biscoito de gengibre pulou no focinho da raposa.

Quando chegaram à outra margem, a raposa jogou o homem de biscoito de gengibre para o alto, com a intenção de agarrá-lo com a boca, para poder matar a sua fome.

Mas o homem de biscoito de gengibre era mais esperto do que a raposa e saiu correndo, dizendo: “Corra! Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o homem de biscoito de gengibre!”

A raposa escorreu na margem do rio, caiu na água e foi levada pela correnteza. E desde esse dia, o homem de biscoito de gengibre corre por aí, sem que ninguém consiga pegá-lo.

E nessa primeira semana de dezembro a marca Bacio de Latte, famosíssima pelo seu gelatto, lançou sem mais novo sabor em parceria com a Otima e a Pilar (empresas de mídia e comunicação), preparando uma ação especial que deixou muita gente com água na boca. Para divulgar o novo sabor do Biscoito de Gengibre, o abrigo do ônibus localizado na Av. Paulista, 2026 liberou no ambiente aroma do novo sorvete feito à base de gengibre, cavo e canela. E assim, me inspirou a contar para vocês um pouquinho sobre essa outra lenda dessa deliciosa época de Natal.

E se essa crônica te deu água na boca, segue a receita do famoso bicoito:

Ingredientes:

- 3 xícaras de farinha de trigo

- 1e meia colher de chá de fermento em pó

- 1 colher de chá de bicarbonato de sódio

- 1 pitada de sal

- 1 colher de sopa de gengibre em pó

- 1 e meia colher de chá de canela em pó

- meia colher de cravo em pó

- 6 colheres de sopa de manteiga sem sal

- ¾ de xícara de açúcar mascavo

- 1 ovo grande

- ½ xícara de melaço

- 2 colheres de chá de baunilha

- 1 colher de chá de raspas de casca de limão

Modo de fazer:

 Em uma tigela pequena, misture a farinha, o fermento, o bicarbonato, o sal, o gengibre, a canela e o cravo até ficarem bem misturados. Em outra tigela bata a manteiga, o açúcar mascavo e o ovo em velocidade média até ficarem bem misturados. Adicione o melaço, a baunilha e as rapas de limão a essa última mistura e continue a bater. Aos poucos acrescente os ingredientes secos até incorporarem bem. Divida a massa ao meio e enrole cada metade em plástico e deixe descansar em temperatura ambientes por pelo menos 2h ou até 8h. Coloque uma porção de massa sobre uma superfície polvilhada com farinha, e nãos e esqueça de polvilhar também a massa e o rolo de macarrão. Abra a massa e corte os biscoitos com cortador em formato de homenzinhos. Asse por 7-10min. Após assados a tradição costuma decorar com glacê.

Ingredientes para o glacê:

- 1 clara de ovo

- açúcar de confeiteiro (o quanto necessário for)

- Corante alimentício (se desejar)

Modo de fazer o glacê:

Coloque a clara num recipiente e bata ligeiramente com um garfo até obter uma leve espuma. Acrescente o açúcar aos poucos, mexendo sempre, até obter um creme não muito mole. Se desejar colorir, adicione o corante. Enfeite os biscoitos com a ajuda de um palito e/ou saco de confeiteiro.

Boa diversão!

*Esta coluna é semanal e atualizada às quintas-feiras.​