MAIS SOBRE A MÚSICA

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“MORRE RAY THOMAS, FUNDADOR DA BANDA MOODY BLUES”


Desses grupos musicais que povoaram nossa adolescência, um que continua habitando nossas mentes durante todas essas décadas é  o Moody Blues.

The Moody Blues, a banda (na época grupo ou conjunto), foi formada em 1964, em Birmingham, na Inglaterra, por Ray Thomas, Mike Pinder, Denny Laine, Graeme Edge e Clint Warwick. No princípio, sua vertente musical foi o rhythm and blues, conforme registrado em seu primeiro álbum, “The Magnificent Moodies, de 1965. Mas depois enveredaram pelos caminhos da música psicodélica e do rock progressivo, sofrendo diversas mudanças em sua formação e no estilo sonoro, acabando por conseguir alcançar sucesso com apresentações bombásticas e um característico som orquestral. Entre suas grandes marcas registradas estão “Nights In White Satin”, de 1967 e “Talking Out Of Turn”, de 1981.

E Ray Thomas, o integrante que contribuiu mais plenamente para os maiores momentos do grupo, desde sua fundação, faleceu de câncer de próstata no último dia 4, aos 76 anos de idade.

Cantava, compunha, tocava flauta, pícolo, gaita, oboé, saxofone, percussão e teclados. Seu solo de flauta na gravação “Nights In White Satin” é tido e havido como um dos mais preciosos do mundo do rock progressivo.

Thomas deixou o Moody Blues em 2002, gravando dois álbuns-solo em 2010, que foram lançados conjuntamente.

Nos últimos anos, mesmo enfermo, andou participando de diversas gravações de outros artistas, como flautista.

Veja o vídeo em preto e branco, dos anos 60, contendo a clássica “Nights In White Satin” dos Moody Blues, destacando Ray Thomas na flauta.


JOSÉ ANDRADE GRAVA MAIS DE SUA VASTA OBRA

Já está em adiantado processo de gravação o terceiro CD contendo criações inéditas do advogado, poeta e compositor santabranquense radicado em Franca, José Andrade Pires. Francano de coração, Andrade já foi, inclusive, presidente da Academia Francana de Letras.


Muito organizado, o compositor catalogou toda a sua obra, desde as primeiras composições e publicou um livro contendo letras e músicas, estas, criteriosamente escritas em partituras pelo laureado violonista francano Luis Carlos dos Santos, que tem em seu currículo a execução de um livro de partituras do já falecido mestre do violão Paulinho Nogueira, de quem foi aluno.

Nos últimos anos o compositor e escritor vem gravando CDs contendo essas criações. Os trabalhos de gravação deste terceiro álbum estão sendo realizados no estúdio do aplaudido cantor e violonista Marcos Prado, já contando com participações de músicos francanos como o tecladista Gil Reis, o violeiro e acordeonista Ronaldo Sabino, o cavaquinista Feijão, o tenor Saulo Couto, a cantora Natalina, o saxofonista, flautista e clarinetista Miroel Piovesan, entre outros ainda não confirmados.

Por nossa conta e pra nossa honra, ficam  5 faixas do CD, que tem o título provisório de “Réstia de Luz”

Na foto da esquerda, Luis Carlos Santos e na da direita, Andrade, Beny e Marcos Prado.

“CANDEEIRO PIZZA BAR”

Continua nossa temporada com o show “RELEITURAS”, no Candeeiro, toda 5ª, a partir das 8 da noite. Entre os nossos “revisitados” estão Wilson Simonal, Johnny Rivers, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Bee Gees, Paulinho da Viola, Benito di Paula, Norah Jones, Tom Jobim, Vinícius, Toquinho, Secos & Molhados, Rita Lee...E por aí afora. Apereça por lá. Não abrimos mão de sua presença !

O “Candeeiro Pizza Bar” fica na Av. Dr. Antonio Barbosa Filho, nº 809 – Jardim Francano.

Franca – SP.

BENY CHAGAS MUSIC SHOW

Mais Brasil FM – 101,3 Mhz – e www.radiomaisbrasil.com - Franca, SP : sábado e domingo às 10h.

radionovaip.com.br – Ribeirão Preto - SP : diversos horários aleatórios

ponto1000-Brasil.com – Ribeirão Preto - SP : Sábado 10h e 22h e Domingo 12 e 22h.

portalmusicalfranca.com.br – Franca – SP : Domingo a Sexta 18h e Sábado 19h.

Rádio Viva Manaus – Web Rádio Studio Y – Manaus – AM – Domingo 18h (20h Brasília).    

Envie suas sugestões para inclusão nos roteiros de programação: (16) 3017-2030, whats app

(16) 9 8192-6052 e-mails:[email protected]/  [email protected]


*Esta coluna é semanal e atualizada às segundas-feiras.

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“O SIMPLES E COMPLETO ADONIRAN”


Parece incrível, mas tenho lembranças de coisas e fatos de quando eu tinha muito menos de 3 anos de idade ! Verdade ! E muitas dessas lembranças acabaram por influenciar em alguns de meus gostos e preferências musicais. Uma delas: meu pai ouvia, no rádio, um programa muito engraçado comandado por uma cara (ou era um quadro dentro de um programa denominado “História das Malocas”..?!) chamado Charutinho. Sim, Charutinho. Que, depois, vim a saber que era ninguém menos que um dos mais simplórios e completos compositores da música do Brasil : Adoniran Barbosa. Pois é, o Adoniran consagrado por tantas criações que se tornaram imortais e que são cantadas aos quatro ventos por gente do mais alto calibre entre os grandes da MPB. Então...Eu ouvia Adoniran no rádio quando era ainda um menino de colo e isso ficou impregnado ali na minha memória...

E ele veio a tornar-se o mais popular compositor da cidade de São Paulo, graças ao cunho descritivo e a reprodução simples e perfeita dos linguajares caipira e paulistano italianado, próprios dos ambientes em    que viveu. Essas características, básicas em seu trabalho, podem ser notadas em, seu primeiro sucesso nacional, o samba “Saudosa Maloca”, que narra o episódio da demolição de uma “casa veia”, refúgio de um grupo de desvalidos, para a construção de um “edifício arto”. Espontâneo, espirituoso, personagem ele mesmo de alguns de seus sambas, Adoniran que, conforme cito ali em cima, foi também grande comediante de rádio, é um dos melhores intérpretes de sua própria obra. Talvez só tenha sido igualado pelo conjunto “Demônios da Garoa”, que popularizou “Trem das Onze”, “Iracema”, “Samba do Arnesto” e também “Saudosa Maloca”. Detalhe : esta última, quando gravada pelo próprio Adoniran, havia recebido o título de “Saudade da Maloca”.

Consta que os “Demônios” conheceram Adoniran nos sets de filmagens de “O Cangaceiro” , ocasião em que este fazia uma ponta no filme e o conjunto formava o coro dos cangaceiros.

Entre os grandes artistas que gravaram Adoniran estão Djavan (Aguenta a Mão, João), Elis Regina (Tiro ao Álvaro), Gal Costa (Trem das Onze), Clara Nunes (Iracema), Gonzaguinha (Despejo na Favela)  Roberto Ribeiro (Bom dia Tristeza, esta em parceria com Vinícius de Moraes), e muitos outros.

Recentemente foi lançado um álbum intitulado “Se Assoprar Posso Acender de Novo”, contendo 14 canções inéditas de Adoniran e parceiros, interpretadas por Ney Matogrosso, Fernanda Takai, Kiko Zambianchi, Simoninha e outros.

João Rubinato, aliás, Adoniran Barbosa, nasceu em Valinhos, SP, em 6 de agosto de 1910 e morreu em São Paulo, em 23 de novembro de 1982.

DESIRÊ E JOEL JHOR


Senhoras e senhores, eu vi. E ouvi. Eles estão cada vez mais entrosados e faço questão de jogar confete. O repertório amplo e de muito bom gosto prende a atenção mesmo de quem está por perto sem querer ouvir. Entrosamento de vozes, violão, pandeiro, a técnica de acordo com o ambiente...E carisma.

Quem ouve, não se decepciona ! E eu ouvi, mais uma vez.

CANDEEIRO

Só temos que agradecer ! Ao Marcílio Garcetti, pela confiança no nosso trabalho. E aos nossos queridos amigos freqüentadores, pelo comparecimento e carinho ! Não tem preço, o prestígio com que temos sido presenteados toda quinta no “Candeeiro Pizza Bar”. Ótima pedida para suas horas de lazer, oferece pizza de primeiríssima qualidade (fórmula exclusiva da casa) e a nossa música .

Às 5ªs feiras, a partir das 20h, em nossas “Releituras” musicais, revisitamos e interpretamos à nossa maneira, consagrações nacionais e internacionais de nomes como  Chico César, Belchior, Burt Bacharach, Wilson Simonal, Jair Rodrigues, Norah Jones, Ray Charles,Tom Jobim, Tim Maia, Paulinho da Viola, Bee Gees, Elvis Presley, Louis Armstrong, Elton John, Beatles, Roberto Carlos, Raul Seixas, Chico Buarque, Cassiano, Hyldon, Domenico Modugno, Frank Sinatra,  Toquinho, Vinícius de Moraes e muitos, muitos outros.

Não abrimos mão de sua presença !

O “Candeeiro Pizza Bar” fica na Av. Dr. Antonio Barbosa Filho, nº 809 – Jardim Francano

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“CABELOS LONGOS, IDÉIAS CURTAS”

Meu inoxidável amigo Valdes Rodrigues, como sempre, líder de audiência, nos meus tempos de menino, levava ao ar pela PRB-5, Rádio Clube Hertz de Franca, seu “Disc-Jovem”, programa em que focalizava os grande êxitos musicais, num tempo em que nem se sonhava com internet e só os bons conseguiam obter e tocar os melhores discos dos melhores artistas do mundo. E isso fazia com que a gente, amante da arte, vivesse grudado no rádio e no telefone, pra pedir e ouvir as maiorais da moda.

E foi nesses shows musicais do Valdes que eu ouvi uma banda (na época, “conjunto”) que copiava os Beatles e se chamava Brazilian Bitles, e que gravava versões de sucessos não só dos 4 Fabulosos de Liverpool, mas também de outros grandes nomes da música mundial.

Uma dessas versões era “Cabelos Longos, Idéias Curtas”, do original francês “Cheveux Longs Et Idées Courtes”, que me chamou a atenção e, nem sei por que, até certo ponto me levou a me ligar no rock, que, até então, não me fazia muito a cabeça. Talvez pelo “que” de protesto contido no texto e isso me fascinava à época. Contestava as críticas ao uso de cabelos compridos pela rapaziada e, como aí eu me incluía, obviamente fui cutucado !

E conheci então o Elvis Presley francês, Johnny Haliday, que estava “estourado” em 1966 com a citada música. E eu, candidato a “crooner”, procurava me inteirar de todas as canções mais cantadas no mundo. E esse cara me levou a correr atrás de dicionários e fontes ricas em informações acerca do francês, pra não cometer gafes ao cantar. E atrás de “Cheveux Longs...” vieram “Que Je T’aime”, “Noir C’est Noir”, que ficou também famosa como “Black is Black, através de Los Bravos, “Retiens La Nuit” e muitas outras...


Pois é, esse cara, após transformar-se numa verdadeira lenda da música francesa, acabou de deixar o planeta. Johnny Halliday faleceu no último dia 6, aos 74 anos, após lutar por vários meses contra um câncer no pulmão, que já estava em fase de metástase.

Filho de pai belga e mãe francesa, o astro vendeu mais de 100 milhões de discos ao longo de quase 58 anos de carreira. Cantor, compositor, ator, astro de comerciais, poderíamos dizer que foi na França o que Roberto Carlos foi e ainda é aqui para nós, para os da minha geração...

Entre seus cinco casamentos, um foi, nos anos 60/70, com a estrela da música Sylvie Vartan, de grande sucesso com a canção “Irresistiblement” e com quem esteve no Brasil, no início dos anos 70.

Passeando das baladas românticas, rock e pop até o blues com a mesma naturalidade, lotou estádios até o fim da cerreira, pouco antes de anunciar a doença que o levaria à morte.

Jean-Philippe Smet (seu verdadeiro nome) encantou três gerações de fãs e foi o símbolo da chamada “La Generation Perdue” e deixou sua marca registrada na calçada por onde caminharam os maiores talentos da música mundial.

CANDEEIRO

Nossas apresentações no “Candeeiro Pizza Bar” nos enchem de satisfação. Casa cheia toda semana!

Um dos mais conceituados estabelecimentos noturnos de Franca, comandado pelo competente Marcílio Garcetti, o “Candeeiro” é uma ótima pedida para suas horas de lazer. Pizza de primeiríssima qualidade, fórmula exclusiva da casa.


E, às 5ªs feiras, a partir das 20h, nossos amigos nos brindam com suas presenças pra ouvirem nossas “Releituras” musicias.  Revisitamos e interpretamos à nossa maneira, consagrações nacionais e internacionais de nomes como  Tom Jobim, Tim Maia, Paulinho da Viola, Bee Gees, Elvis Presley, Louis Armstrong, Elton John, Beatles, Roberto, Raul Seixas, Belchior, Chico César, Chico Buarque, Cassiano, Hyldon, Toquinho, Vinícius de Moraes e muitos, muitos outros.

Não abrimos mão de sua presença !

O “Candeeiro Pizza Bar” fica na Av. Dr. Antonio Barbosa Filho, nº 809 – Jardim Francano

Franca – SP.

BENY CHAGAS MUSIC SHOW

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“DÉO LOPES – O ETERNO MENINO”


DÉO LOPES. Conheci esse cara através de um grupo de entusiastas da música de Franca, lá pelos idos dos 70. Eram meus amigos compositores Zé Andrade, Waltinho Chimello e Yara, esta também cantora e violonista. E dá-lhe festival ! Um atrás do outro. E muitas conquistas.

Numa dessas edições, encantei-me com “A Baiana”, do Déo, que ganhou também a torcida e mora até hoje na minha memória musical.

Natural de Santo Antônio da Alegria, o menino bateu asas e foi pra Capital, onde conheceu um punhado de grandes talentos e acabou por se enturmar e conquistar um precioso espaço no concorrido e apaixonante mundo da arte musical.

Em 1980, gravou seu primeiro álbum, o LP “Voar”, no qual contou, de cara, com grandes parceiros, como Ronaldo Rayol, Irene Portela, Teco Fuchs e Toninho Veríssimo, com quem assina a canção que dá título ao disco. Seguiram-se: “Canticorda”, em 1982; “Certos Caminhos”, em 1984; “Relação Natural”, em 1988 e “Noite Cheia de Estrelas”, em 1993.

Durante esse período, Déo conheceu e trabalhou com outros tantos grandes músicos da música brasileira, como Zé Gomes, Dércio Marques, Célio Piazza, Helter Maia, Markú Ribas, Mirian Mirah, Antonio Carlos Carrasqueira, Duofel e Ná Ozzeti, além do violonista argentino Juan Falú.

Em 1987. o saudoso cantor Jessé gravou o LP “ETERNO  MENINO”, obviamente contendo a composição do mesmo nome, de autoria de Déo Lopes em parceria com Célio Piazza.

Déo integra ainda o time do “Trem da Viração”, grupo que se apresenta focando a sonoridade e o espírito das festas tradicionais brasileiras, unindo bom humor e dança de forma natural, sem perder a sintonia com o universo da música popular contemporânea.

Vou falar do grupo numa das próximas edições desta coluna.

Déo Lopes comemora 35 anos de carreira percorrendo o Brasil com o concerto “Orgânico”, um trabalho acústico no qual faz uma reflexão de sua trajetória e enfatiza as melhores composições de sua carreira.

Acordeon, violão, bandolim, cavaquinho, viola de 10 cordas, flauta transversal, violoncelo e baixolão são os instrumentos utilizados pelos músicos incumbidos de criarem sonoridade e clima muito especiais para o concerto, que tem arrancado aplausos e elogios onde é apresentado.

Déo Lopes é convidado constante em diversos programas de TV, principalmente no consagrado Sr. Brasil, de Rolando Boldrin.

CANDEEIRO

Nossa primeira apresentação no “Candeeiro Pizza Bar” nos encheu de satisfação. Casa cheia.

Um dos mais conceituados estabelecimentos noturnos de Franca, capitaneado pelo competente Marcílio Garcetti, o “Candeeiro” é uma ótima pedida para suas horas de lazer.

E, às 5ªs feiras, a partir das 20h, apresentamos nosso show “Releituras”,  quando revisitamos e interpretamos à nossa maneira, consagrados sucessos nacionais e internacionais, passando por Tom Jobim, Tim Maia, Paulinho da Viola, Bee Gees, Elvis Presley, Louis Armstrong, Elton John, Beatles, Raul Seixas, Belchior,  e muitos, muitos outros.

Não abrimos mão de sua presença !

O “Candeeiro Pizza Bar” fica na Av. Dr. Antonio Barbosa Filho, nº 809 – Jardim Francano

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“HELTON SILVA - O MAGO”

Você sabia que o violão já foi um instrumento maldito e marginalizado? E que quem tocava violão era igualmente mal classificado, taxado de desocupado, malandro e coisa e tal ?  Pois é..!

Ainda bem que meu prezado e admirado amigo Helton Silva veio ao mundo depois dessa fase aí. Chegou na era do violão tido como instrumento nobre. E executado por nobres, como ele !

É um dos instrumentistas mais aplicados que já conheci até hoje. Tenho a imensa honra de tê-lo entre meus amigos músicos. O cara começou no mundo da arte de executar as mágicas cordas de um violão impulsionado por outro particular amigo, o Denílson Miller, hoje atuando em estúdios de São Paulo com muito sucesso. Além de violonista, Helton é guitarrista, compositor e arranjador dos mais conceituados e reconhecidos de hoje, sem falarmos que antes do violão estudou saxofone, ali por volta dos 9 anos de idade.

Formado em música pela Universidade Federal de Uberlândia(MG), carrega imensa bagagem, acumulada ao longo de anos e anos dedicados à nobre arte e graças à participação em inúmeros projetos. Realizou diversos trabalhos, participando de diferentes formações, grupos e gravações e acompanhado cantores e outros instrumentistas.

Em 2010 gravou seu primeiro CD , “HELTON SILVA MAIS PERTO (CLOSER)”. Logo em 2015 partia para a realização do segundo trabalho em estúdio, surgindo “ONE”, contando com as parcerias do baixista Yuri Popoff e do baterista Márcio Bahia. Irrequieto, produz e grava em 2016, ao lado do amigo e baixista Dudu Lima, o CD “Helton Silva & Dudu Lima-Um Trem Pra Minas”, com a participação de vários nomes representativos no meio musical, como o saxofonista Marcelo Martins. O trabalho de Helton (todos os discos) é distribuído pela Tratore.

Neste ano de 2017 lançou virtualmente o DVD “Helton Silva & Banda”, gravado em 2011, acessável através do link  ()

Helton Silva orgulha-se de já haver dividido palco com gente do peso de Yuri Popoff, Jorge Helder, Márcio Bahia, Carlos Bala, Marcelo Martins, Lena Horta, Jorginho Trompete, Dudu Lima, Budi Garcia, Jessé Sadoc, Bob Wyatt, Paulinho “Pinduca” Vieira, Ricardo Matsuda, Raul “Cello” de Barros, Mauro Garcia e o nosso saudoso e querido maestro Laércio Piovesan, o Laércio de Franca.

Em seu currículo, encontramos o registro de participações importantes em grupos e bandas, como a Oequestra Laércio de Franca, Kajazz e Mistura Fina.

Participou de festivais nacionais e internacionais, como, por exemplo, “Festival do Cerrado”, o aclamado “Festival Internacional de Cultura e Gastronomia de Araxá” e diversos outros.

Perguntado sobre suas principais e mais importantes influências, “Heltinho” nos responde : Tom Jobim, Herbie Hancock, Toninho Horta, Paulo Russo, Hélio Delmiro, Dave Grusin, John Scofield, Lula Galvão, Wes Montgomery, Pat Martino, Pat Metheny e Ian Guest.

Helton Silva um nobre, um mago do violão e da guitarra, é um dos maiores valores do nosso cenário musical, a quem desejamos vida longa e brilhante !

Na foto em destaque, flagrante em que estamos ao lado de nosso saudoso Laércio de Franca.

CANDEEIRO


No ritmo e no compasso da administração do nosso dileto brother Marcílio Garcetti, o “Candeeiro Pizza Bar” é um dos mais conceituados estabelecimentos noturnos de Franca.

Marcílio é um dos mestres na arte de executar instrumentos de percussão, tendo participado de um sem número de projetos de artistas importantes, como juntamente com o nosso laureado violonista Diego Figueiredo.

À frente de seu “Candeeiro”, o cara mostra que conhece tanto de ritmo quanto de massas e quetais. Está se saindo muitíssimo bem e se consolidando no ramo.

E, pra nossa honra, fomos convidados a apresentar em sua casa, às 5ªs feiras, a partir das 20h, nosso show “Releituras”.É quando revisitamos e interpretamos à nossa maneira pessoal, consagrados sucessos nacionais e internacionais, passando por Tom Jobim, Tim Maia, João Donato, Louis Armstrong, Elton John, John Lennon, Chico César e muitos, muitos outros.

Não abrimos mão de sua presença !

O “Candeeiro Pizza Bar” fica na Av. Dr. Antonio Barbosa Filho, nº 809 – Jardim Francano

Franca – SP.

BENY CHAGAS MUSIC SHOW

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“ANTES DA JOVEM GUARDA”


Um dos maiores nomes da música jovem do início dos anos 60 foi RONNIE CORD. Ídolo absoluto !

Seu pai, HERVÊ CORDOVIL, maestro dos mais respeitados no rádio e TV à época, foi o responsável por seu lançamento no mundo do sucesso musical. Em atividade desde os anos 30,  Cordovil tornou-se parceiro de Noel Rosa na música “Triste Cuíca” e foi autor de vários sucessos na era do baião : “Pé de Manacá”, “Cabeça Inchada”, “Sabiá na Gaiola” e o samba “Uma Loura” levam sua assinatura.

Dono de invejável versatilidade, já contava cinqüenta anos de idade quando fez “Rua Augusta” para o repertório do filho “debutante”, que o projetou para as paradas de sucesso.

A composição focalizava a famosa passarela onde a juventude paulistana ia, na época, paquerar. Situada bem no íngreme trecho que fica entre  a Avenida Paulista e a Rua Estados Unidos, a rua capturava bem o espírito da juventude roqueira daquele início de década, que tinham seus carros e motos embalados na velocidade das mudanças de costume trazidas com o rock’n’roll. Além de ser o local mais descolado do Brasil e endereço da Boate Lancaster, o “templo do twist”, a Augusta era o centro dos “rachas”, motivo para a letra de Hervê : “Entrei na Rua Augusta a 120 por hora/ botei a turma toda do passeio pra fora/ fiz curva em duas rodas sem usar a buzina/ parei a quatro dedos da vitrina...Legal !”

A terceira estrofe da canção foi cortada pela censura. Dizia : “Comigo não tem mais esse negócio de farda/ não paro o meu carro nem se for na esquina/ tirei a 130 a maior fina do guarda/ tirei o maior grosso da menina.”

Com uma harmonia muito simples, vinculada ao blues, “Rua Augusta” é considerada por Erasmo Carlos e Tony Campello o primeiro hino do rock brasileiro e foi eleita, em 2009, a 99ª entre as 100 Maiores Músicas Brasileiras, pela revista Rolling Stone Brasil.

Foi o maior sucesso de Ronnie Cord, (Ronaldo Cordovil), o maior ídolo do período pré-Jovem Guarda, sendo gravada também pelos Mutantes, em seu LP “Mutantes e seus Cometas no País dos Baurets” e por Raul Seixas, que deixou uma das versões mais conhecidas do grande público.

Nascido em Manhuaçu, Minas Gerais, em 22 de janeiro de 1943, Ronnie veio a falecer em São Paulo em 6 de janeiro de 1986, a duas semanas de completar 43 anos.

Fontes : “A Canção No Tempo”- Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34.

             “Revista da Música”

Foto : Liga Entretenimento/Divulgação.

Confira no destaque: 


TRÊS CURTAS :

1. Foi uma cantora de samba quem deu o “pontapé inicial” do rock no Brasil. Seu nome era Nora Ney e gravou , em inglês, “Rock Around The Clock”, de Bill Haley & His Comets, em outubro de 1955.


2. Roberto Carlos aprendeu a batida do rock ao ver Tim Maia cantar e se acompanhar ao violão o sucesso “Long Tall Sally”, de Little Richard.

3. Extraído do livro “1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer”:

1- CHICAGO – CHICAGO TRANSIT AUTHORITY (1969)

2- THE CARPENTERS –CLOSE TO YOU (1970)

3- MARIA BETHÂNIA – ÂMBAR (1996)

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“ADMIRÁVEL ZÉ”

Nascido em Brejo da Cruz, na Paraíba, a 3 de outubro de 1949, José Ramalho deveria ter se formado médico. Mas, influenciado por astros da Jovem Guarda como Roberto e Erasmo Carlos, Leno & Lílian, Renato Barros e Golden Boys e por roqueiros como Pink Floyd, Beatles e Rolling Stones e até por Bob Dylan. acabou virando Zé Ramalho. Em 2008 foi incluído na lista da Revista Rolling Stone em 41 º lugar entre os cem melhores cantores brasileiros.

Autor de uma obra surrealista, que funde o rock com o repente nordestino, vem a atingir um de seus melhores momentos com a música “Admirável Gado Novo”, gravada no LP “A Peleja do Diabo Com o Dono do Céu”. Essa obra tornou-o conhecido em todo o país. Inspirada no título “Admirável Mundo Novo”, de um livro do escritor britânico Aldous Huxley, a composição comenta a sina do povão, que se repete em cada geração, manejada pelos interesses dos poderosos. Isso é exposto em três veementes estrofes, que são intercaladas por um “refrão-aboio”, seco e irônico: “Êh eh ô vida de gado/ povo marcado, eh/ povo feliz...”

Zé Ramalho é, sem qualquer contestação, o melhor intérprete de sua própria obra, com sua personalíssima voz rude e cavernosa que complementa e dá convicção ao mundo contraditório, delirante e apocalíptico que a caracteriza. Lançada em 1979, dezesseis anos depois “Admirável Gado Novo” seria o tema dos “sem terra”, na telenovela “O Rei do Gado”, exibida pela Rede Globo, puxando a vendagem do disco, recordista com quase dois milhões de cópias.

Fontes : “A Canção No Tempo”- Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34.

             “Revista da Música”

Foto : Liga Entretenimento/Divulgação.

Confira no destaque.


TRÊS CURTAS :

1. Em entrevista recente, Carlos Lyra, um dos pilares da bossa nova, revelou que os artistas brasileiros engajados no movimento quase não subiram ao palco na dita memorável noite de 21 de novembro de 1962, no Carnegie Hall, em Nova York. Segundo ele, os brasileiros descobriram que o evento que lhes fora apresentado como sendo “a noite da bossa nova”, tinha como único objetivo realizar uma gravação em massa de artistas de diversos gêneros, para  promover a gravadora que os contratara. Segundo Carlinhos, havia mais gente pra se apresentar do que espectadores, muita desorganização e total falta de atenção, coisa nunca revelada antes. Obedientes a Tom Jobim, temente às severas punições legais nos Estados Unidos, os brasileiros não “deram o cano” e se apresentaram, mesmo a contragosto.

2. “Pedro Pedreiro”, o primeiro disco de Chico Buarque de Hollanda, chegou às lojas em 5 de maio de 1965. Tinha o formato de compacto simples que continha, no lado B, “Sonho de Um Carnaval”.

3. Extraído do livro “1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer”:

1- JAZZ SAMBA – STAN GETZ & CHARLIE BYRD (1962)

2- WHAT’S GOING ON – MARVIN GAYE (1971)

3- VENTO DE MAIO – ELIS REGINA (1978)

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“BAIÃO”

O bolero, ritmo de raízes cubanas e difundido por artistas mexicanos, aportou no Brasil nos anos 40 e virou coqueluxe. Mas isto é matéria para outra edição. Hoje, nosso assunto é “Baião”, a música !

Mas, porque falar do bolero e de “Baião” ?

Ah, sim. Acontece que o baião, estilo,  foi a música que melhor enfrentou a invasão do bolero, que aconteceu mais precisamente no final da década citada. O ciclo do baião começou com o lançamento da composição intitulada “Baião”, em outubro de 1946. Conscientes do potencial até então pouco explorado da música nordestina, seus autores, Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, são os estilizadores que tornaram o gênero assimilável ao gosto do público urbano. Como peça abre-alas, “Baião” apresenta o ritmo, com forte ênfase na síncope do segundo tempo e ensina como dançá-lo, ao mesmo tempo em que convida o ouvinte a aderir à novidade. E dizemos mais : tudo isso sobre uma melodia cheia de sétimas menores, semelhantes às cantigas dos cantadores do Nordeste. Esse uso de notas bemóis nas sétimas dos acordes leva-nos ao devaneio de uma conexão entre o baião e o blues, que faz uso do mesmo expediente. Há quem afirme que, na verdade, o fato remete ao ancestral mouro da música nordestina.

A nostalgia, a possibilidade de improviso, a tendência constante de caminhar em busca da tônica e de bemolizar a terça, a quinta e a sétima, estão presentes no blues, nas cantigas nordestinas e no canto da Andaluzia.

“Eu vou mostrar pra vocês/ Como se dança o baião/ E quem quiser aprender/ É favor prestar atenção...”

Fonte : “A Canção No Tempo”- Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34.

Foto : Liga Entretenimento/Divulgação

Confira no destaque.

TRÊS CURTAS :

1. Em 27 de setembro de 1943 nasceu o canadense Randolph Charles “Randy” Bachman, guitarrista e compositor, fundador das bandas “The Guess Who” e “Bachman - Turner Overdrive”.

2. O oboé da faixa “You’re a Rich Man”, da trilha sonora de Magical Mistery Tour, dos Beatles, de 1967, foi gravado pelo guitarrista dos Rolling Stones, Bryan Jones, morto em 3 de julho de 1969.

3. Os sons ouvidos ao se usar o  Windows Vista foram criados por Robert Fripp, lenda do rock progressivo e líder da banda inglesa King Crimson.

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“O samba de Minha Terra”

Essa música traz a assinatura de um dos mais festejados compositores do Brasil, Dorival Caymmi. Segundo o próprio autor, foi inspirada nos sambas de roda da Bahia, onde se cantam versos referentes ao “bole-bole” e ao “requebrado”, sugestões nascidas do movimento sensual das ancas das sambistas.

A letra diz : “O samba da minha terra deixa a gente mole/ quando se canta todo mundo bole...”

Os versos mais conhecidos, sem dúvida, são os da segunda parte: ”Quem não gosta de samba/ bom sujeito não é/ é ruim da cabeça/ ou doente do pé.”

A obra faz parte da primeira fase, ou seja, a fase inicial da carreira de Caymmi. Foi lançada pelo grupo Bando da Lua, em 1940 em seu último disco gravado no Brasil, uma vez que acompanhava Carmen Miranda, residente nos Estados Unidos.

“O samba DE minha terra” (ou “O samba DA minha terra”) tem inúmeras regravações mas, entre as mais notáveis estão as várias de João Gilberto. A primeira delas foi realizada em 1961, juntamente com o conjunto de Valter Vanderley, quando a bossa nova estava começando a se consolidar como uma referência musical brasileira. Uma das gravações de João aconteceu ao vivo em 1964, no Carnegie Hall.

Outra gravação emblemática ficou por conta do grupo Os Novos Baianos, de 1973, responsável pela apresentação da música a uma nova geração e que ganhou a reputação de uma das mais marcantes entre todas as regravações.

Confira no destaque.


TRÊS CURTAS :

1. BANDO DA LUA : Conjunto vocal e instrumental brasileiro que acompanhou Carmen Miranda durante quase toda a sua carreira. Foi o primeiro grupo de brasileiros a harmonizar as vozes, de acordo com a moda na época (anos 40) nos Estados Unidos.

2. NOVOS BAIANOS : revolucionário grupo musical baiano que teve seu auge entre os anos de 1969 e 1979 e marcou a música popular brasileira explorando os elementos da bossa nova, frevo, baião, afoxé e até o rock. Tinha em sua composição, entre outros, Moraes Moreira, Pepeu Gomes e Baby Consuelo. Em 2016, reuniram-se para excursionar pelo Brasil.

3. VÍMANA : Grupo brasileiro de rock progressivo dos anos 70 que contava com os conhecidos Ritchie (vocal e flauta), Lobão (bateria e vocal) e Lulu Santos (vocal e guitarra). O tecladista suíço Patrick Moraz, ex-integrante do grupo Yes, chegou a ensaiar com a banda, que acabou por se desfazer devido a um desentendimento entre ele e Lulu Santos.

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“Música Barroca – Bach”

No início, o Barroco musical alemão esteve muito influenciado pela música italiana, mas, com o surgimento de figuras como Bach, adquiriu personalidade única.

Johann Sebastian Bach é considerado o gênio de toda a cultura musical barroca e um dos maiores músicos da história. Nasceu em Eisenach, na Alemanha, em 21 de março de 1685 e faleceu em Leipizig em 28 de julho de 1750, tendo sido criado por seu irmão mais velho a partir dos dez anos, quando ficou órfão. Sua obra conjugou a delicadeza expressiva italiana com a sobriedade quase espartana do povo germânico.

A música vocal de Bach é essencialmente rigorosa. Escreveu mais de 300 cantatas, 371 corais a 4 vozes, os “Oratórios de Natal”, da Assunção e de Páscoa e as “Paixões Segundo São João” e “Segundo São Mateus”. A “Missa” em Si menor constitui uma verdadeira maravilha em seu gênero.

No campo instrumental, Bach deu preferência ao órgão, para o qual compôs prelúdios, fugas e mais de 150 corais. Para o clavicórdio, escreveu  “O Cravo Bem Temperado”, coleção de 48 prelúdios e fugas, em dois volumes, escritos, respectivamente, em 1722 e 1742. Diversas sonatas solo demonstram que Bach não esqueceu nenhum dos instrumentos de seu tempo.

Os conjuntos instrumentais tiveram a contribuição do mestre nos seis “Concertos de Brandenburgo”, escritos na forma de concerto grosso, e as quatro “Suítes Para Orquestra”.

Suas obras “Oferenda Musical” e “A Arte da Fuga” demonstram seu domínio da técnica contrapontística.

Sua fama, enquanto vivo, deu-se mais por suas virtudes como organista do que por suas composições. Seus contemporâneos esqueceram-no totalmente após sua morte. Em 1729 foi redescoberto por Mendelssohn, na Alemanha, e Wesley, na Inglaterra. Teve como continuadores de sua tarefa musical seus filhos Wilhelm Friedman(1710-1784), Carl Philipp Emanuel(1714-1788) e Johann Christian(1735-1782).

Sua importância para a música erudita pode ser medida pelas palavras de outro grande compositor alemão, Johannes Brahms(1833-1897), que disse : “Estudem Bach – nele, vocês vão encontrar tudo”.


No destaque, vídeo do irretocável Bobby McFerrin que, a exemplo de Al Jarreau, faz da voz um instrumento, interpretando a “Suíte Para Orquestra, nº 3, em Ré maior”, BWV 1968, também conhecida como “Air On a G String”, ou “Ária para a Corda Sol”, de Johann Sebastian Bach.

TRÊS NOTAS :

1. CLAVICÓRDIO : instrumento europeu, de teclas usadas para percutir cordas de bronze ou ferro, com pequenas lâminas de metal. Foi muito usado desde o final da Idade Média, durante o Renascimento, Barroco e Período Clássico.

2. CANTATA : tipo de composição vocal, para uma ou mais vozes, muito explorado no período Barroco. Tradicionalmente com acompanhamento instrumental, muitas vezes também faz uso do coro. No Brasil é também conhecido como Coral.

3. COCERTO GROSSO : é uma forma musical em que um grupo de solistas, geralmente dois violinos e um violoncelo, dialoga com o resto da orquestra, por vezes fundindo-se com este, o que resta no chamado “tutti”. Típica do período Barroco.

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