Queijos, vinhos e frio...

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Poucas coisas dão tão certo com o frio quanto vinhos e queijos. Uma combinação que já é clássica e sabida pelos apreciadores de vinho.

Muitas vezes complementadas com frutas, castanhas e embutidos, como salames, copas e presunto cru, a tabua de queijos é uma ótima opção para reunir os amigos no inverno. Eu faço uso desta combinação o ano todo, mas no inverso o clima frio deixa este tipo de comida mais aconchegante.

Assim como o Fondue, que pode ser feito de carne, queijo ou chocolate e também combina com vinho e inverno.

Mas hoje vamos falar de algumas harmonizações com queijos. Podem ser os que usamos nas tábuas de frios ou do fondue.

Lembro sempre que a harmonização é uma sugestão para que o degustador tenha o máximo do sabor do vinho e da comida que está harmonizando, mas se você não gosta de certo tipo de vinho, troque por outro, faça testes... com certeza vai fazer boas descobertas.Quando falo de um tipo de comida ou neste caso queijo, temos variações, o que pode mudar o sabor , para mais salgado, ou mais gorduroso. No caso das comidas dependendo da região usam um tempero diferente ou mais pimenta, ou até mesmo fazem de maneira diferente. Por isto a harmonização deve ser vista com um teste que deu certo... e aproveite a dica para fazer também outros testes.


Como os franceses são mestres em fazer queijo, combinar o queijo com o vinho foi muito fácil. Pois a França tinha o melhor dos dois e muita história já que a produção de queijo teve grande aperfeiçoamento na idade média, por obra dos monges beneditinos.

E a produção dos dois, vinhos e queijos, apesar de bem diferentes, um derivado de planta e outro de animais , tem um grande ponto em comum : o Terroir faz a diferença. No queijo, o clima e a qualidade do solo onde cresce a alimentação dos animais que produzem o leite interferem no sabor, assim como as leveduras da fermentação e maturação dos queijos.

Mas o nosso assunto é degustar vinhos e queijos, então, segue abaixo algumas dicas:

Para queijos curados e frescos , onde podemos encontrar a mussarela de búfala, ricotas e requeijão, a dica é degustar um bom Sauvignon Blanc e um Chardonnay, que tenham uma boa acidez.

Para os queijos tipo brie e camembert, considerados de massa mole, a dica é degustar com bons espumantes ou com os brancos Gewuztraminer e Riesling.

Já para os queijos macios como gouda e emmental, o ideal são vinhos tintos leves como o Pinot Noir.

Para os queijos duros, onde temos como principais representantes o parmesão e o grana padano, a dica são os tintos encorpados para fazer frente com o sabor acentuado.

E para os azuis onde encontramos o Gorgonzola, a recomendação é para degustar vinhos doces, como o Sauternes e Porto. Estranho? Quem prova, aprova.

E como falei acima, frutas e embutidos são bem vindos nesta festa, acompanhados de pães, que ajudam a limpar o paladar.

O que estão esperando? Chame os amigos e vamos degustar todos estes sabores, jogando muita conversa fora e dando boas risadas.

Criação da Zona Franca da Uva

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Na próxima sexta feira dia 06/07 das 9h as 12h, no Spa do Vinho, Vale dos Vinhedos, acontecerá um debate em audiência publica a criação da “Zona Franca da Uva e do Vinho”.

Se lembrou da Zona Franca de Manaus, está certo. É um projeto de lei do deputado Federal João Derly (REDE-RS), para a redução de impostos de produtos derivados da uva . Segundo a explicação do site do próprio candidato:

“O projeto de lei

A criação de uma Zona Franca do Vale dos Vinhedos propõe a instalação de um regime tributário especial, restrito às atividades da cadeia vitivinícola do Vale dos Vinhedos, para que haja uma redução da desvantagem competitiva trazida pelos altos impostos. Esse regime será semelhante ao vigente na famosa e consolidada Zona Franca de Manaus, porém com algumas diferenças, já que será aplicado apenas às etapas do plantio e da colheita das uvas e à produção, ao engarrafamento e à venda dos vinhos. Para o deputado essa será uma alternativa oportuna, que permitirá o fortalecimento da vocação da vitivinicultura e do enoturismo da região, com os evidentes reflexos positivos para os Municípios e o Estado, em termos de geração de emprego e renda.”

Sinceramente, espero que este projeto seja bom para toda a cadeia de produção e venda dos vinhos assim como os derivados de uva. Beneficiando o consumidor final como parte importante deste mercado.

E que sirva de exemplo para outras ações que possam melhorar todo o mercado de vinho .

Torcendo desde já.

Comprei um vinho barato... Fiz um bom negócio?

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Esta pergunta sempre aparece quando a conversa é sobre vinho. Muitas vezes a segunda parte, “Fiz um bom negócio”, vem como afirmação e com um certo orgulho, ou até mesmo um ar de esperteza.

Bem, neste caso a resposta pode ser variada, e depende de vários fatores. Alguns deles são: onde comprou, era uma promoção, qual o tipo de vinho, de onde vem, qual a safra, você conhece este vinho, já degustou alguma vez.

Não quero ser desmancha prazeres, adoro encontrar vinhos mais em conta. Estes dias mesmo estava em São Paulo e encontrei um vinho do Priorato que “estava namorando” faz muito tempo. Não era pela metade do preço, mas com um bom desconto. Neste caso certifiquei a idoneidade do lugar, pois conheço pessoas que compram vinhos lá e era visível pelos outros rótulos que os preços tinham um condição melhor que o normal, provavelmente fruto de uma boa negociação na compra.

A primeira coisa que devemos pensar, quando encontramos vinhos muito baratos na prateleira de uma loja é que ninguém vende vinho sem visar lucro, mas alguns realmente passam da conta. Este vinho que você esta vendo, passou por vários processo, pagou impostos, no caso do Brasil... muuuitos e caros impostos. Ali está o custo da produção, desde o preparo da terra, os funcionários, a produção, o valor da garrafa, da rolha(ou outro tipo de tampa), o rótulo, o lucro do produtor, o armazenamento, o transporte, o lucro da loja e se for importado, o lucro e impostos de importação. Isto para ser bem simples na explicação, pois não colocamos os toneis de carvalho franceses ou americanos, o tempo que fica na adega amadurecendo e envelhecendo antes de ser colocado a venda. Lembrando que alguns vinhos ou espumantes podem ficar 5 anos ou mais na vinícola para estarem prontos,antes de serem colocados no mercado . Achou 5 anos muito? Considere 3 anos, lembrando que um ano é só para produzir a uva, se o clima assim permitir uma boa safra, porque o produtor ainda depende do fator clima que é bem imprevisível e altera toda a sua produção e custos.

Uma boa dica é entender o que coloquei acima... um vinho vendido no estado de São Paulo, que foi produzido em Minas Gerais, provavelmente deve ser mais em conta que um vinho produzido no Rio Grande do Sul ou fora do Brasil. Neste caso, devemos comparar vinhos “semelhantes” de produtores semelhantes. Não adianta pegar um espumante produzido por um processo mais simples e rápido que outro. Ou mesmo o vinho que mencionei de Minas, ser de uma boa qualidade elaborado por um produtor sério e comparar com um vinho chileno feito para vender muito, com paladar duvidoso.

Lembre que onde se produz bons e grandes vinhos, também existem os produtores oportunistas que visam só ganhar dinheiro. A França, a Espanha, a Itália e outros países produtores, assim como o Chile a Argentina e o Brasil tem os bons produtos e os vinhos ruins. O vinho que atravessou o oceano, provavelmente tem mais valor que o vinho que atravessou a fronteira.

Conheço boas lojas e lojas que “vendem gatos por lebres”, o que acho uma falta de respeito com o cliente, assim como supermercados e restaurantes que fazem esta mesma prática.Um vinho com safra antiga que não foi feito para envelhecer (ser vinho de Guarda), provavelmente não está bom, ou mesmo pode estar estragado. As “promoções espetaculares” devem ser vistas com muita atenção e cuidado.

Então, da próxima vez que for escolher um vinho para degustar, lembre destas dicas . Uma frase que já está muito batida mais é a pura verdade...

“A vida é muito curta para tomar vinhos ruins.”

É a sua vida e o seu corpo que estamos falando... abra um bom vinho... chame os amigos... e aproveitem os bons momentos.

E a Copa, combina com vinho???

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Simmm... como já falei outras vezes, vinho combina com celebração, encontro de amigos e alegria. Então a Copa combina com vinho sim.

Mas com qual vinho? Bem, como cada pessoa assiste jogo de maneira diferente, com diferentes tipos de comidas e aperitivos e em horários variados, conseguimos também degustar vários vinhos diferentes.

Vários países que participam da Copa do Mundo, são grandes produtores de vinho. Então, o que acham de fazer um tour pelo Mundo do Vinho guiado pelos jogos da Copa?

Nos jogos dos países produtores, deguste com os amigos um vinho produzido por um dos times que está jogando. E faça a harmonização de acordo com o vinho e o horário do jogo.

Alguns exemplos :

No jogo do Uruguai, um bom Tannat acompanhado de um bom churrasco.

No jogos da Espanha, um bom Tempranillo com Jamon (presunto cru) e tapas (aperitivos) variados.

Portugal, um bom Vinho Verde com Bacalhau, ou Sardinhas na brasa.

Nos jogos do Brasil, comemorar com Espumantes variados, podendo começar inclusive no café da manhã... pode acreditar, fica uma delícia.


E outras várias harmonizações para acompanhar os grandes vinhos da França, Argentina, Alemanha, Austrália...

E nos jogos em que não há países produtores, use a imaginação... traga a Itália para a sua Copa... ou o Chile e a África do Sul. Ou faça um “replay” de um vinho que gostou.

E boa Copa para todos...

Saúde ! ! !

Parabéns Croft... 430 anos nos dando o prazer de apreciar ótimos Vinhos do Porto

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A Croft, uma grande produtora de vinho do Porto, faz aniversário e os apreciadores de vinhos que ganham o presente. Eu adorei a ideia!

A Croft lança um Reserva Ruby de edição limitada, onde serão apenas 100 mil garrafas para 35 países onde o preço de venda segundo informações será de 17,90 euros. Infelizmente com a nossa carga de impostos e a variação do câmbio, o Brasil deve ter um preço diferente.

Segundo as palavras do diretor-geral do Grupo Fladgate que hoje comanda a Croft: “ Celebramos o passado, mas pensamos no futuro” e ainda completa “ O vinho do Porto nunca estará fora de moda”. Assim espero e torço muito.

Fundada em 1678, a Croft é a mais antiga casade Vinho do Porto em atividade.Apesar te ter atravessado tempos tumultuados e difíceis, a Croft quando teve a sua administração mudada , mudou sua trajetória para o sucesso.

O seu reconhecimento vem através dos grandes Portos Vitange, assim como os tawnies e os vinhos envelhecidos em madeira.

Enoturismo... quando o lugar acolhe e o vinho é a estrela

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Segundo a Wikipédia, “Enoturismo é um segmento da atividade turística que se baseia na viagem motivada pela apreciação do sabor e aroma dos vinhos e das tradições e cultura da localidades que produzem esta bebida. O enoturismo envolve o visitante na cultura e nos detalhes da bebida. (VALDUGA, 2011). É uma atividade que não se refere exclusivamente ao espaço rural, há inúmeros roteiros enoturisticos urbanos. Da mesma maneira, o enoturista não é, necessariamente, consumidor de vinhos, é interessado na produção e cultura que poderá se tornar consumidor.

Além de conhecer a história, cultura e tradições do local, o enoturista pode ver o modo de elaboração das viniculturas, com todas as etapas, entendendo o que compõe aquele produto.”

Ótima dica, não acham? Viajar e ainda conhecer e degustar bons vinhos.

Este ano o congresso Latino-Americano de Enoturismo, será realizado no Vale dos Vinhedos, mais precisamente no Hotel& Spa do Vinho (foto acima), do dia 27 a 30 de junho de 2018.

O Congresso Latino-Americano de Enoturismo acontece desde 2010 e o tema deste ano é “ Território, Vinho e Turismo: harmonização que dá certo”

Para os apreciadores do “Mundo do Vinho”, como gosto de chamar, o enoturismo é o programa perfeito para as férias, ou para aquela escapadinha de fim de semana inesquecível. Junto com o vinho, conhecemos culturas diferentes, lugares encantadores e pessoas especiais.

O Brasil tem vários lugares onde podemos fazer enoturismo, como o Vale dos Vinhedos, Os Caminhos de Pedras, Gramado, São Joaquim, Lages, São Roque, Andradas, Vale do São Francisco e vários outros lugares que estão surgindo.

Se tiver um tempinho a mais , aproveite o Enoturismo fora do Brasil, vá para o Chile, Argentina, Portugal, Espanha, França, Itália, tantos outros destinos que com certeza vão te impressionar.

São produtores apresentando os seus produtos e história de diversas formas, começando por degustações, almoços, jantares, um passeio pelos vinhedos e produção, pic nic nas parreiras ou mesmo um ótimo jantar.

Fica a dica para a sua próxima viagem... aproveite!



 


Os vinhos do Casamento Real

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O assunto mais falado na última semana foi o casamento real. E não é para menos, as pessoas sendo a favor ou contra a monarquia, impossível não dar pelo menos uma “olhadinha” nas notícias.

E depois do casamento, teve festa... e na festa serviram vinho. Pronto, chegamos no ponto que eu queria, os vinhos do casamento.

Uma certeza que temos é que o Champagne servido foi o Champanhe Pol Roger Brut Réserve Non Vintage, já falei sobre este produtor inclusive da estreita ligação com o Reino Unido. (http://jornaldafranca.com.br/churchill-e-o-champagne-pol-roger)

E também foi servido o porto Graham’s 1982. Continuando a tradição deste fornecedor da família real, onde esta edição limitada será vendida no Reino Unido e em Portugal e parte da receita desta venda irá para instituições de caridade.

E os demais vinhos servidos? Porque sabemos com certeza que não serviram apenas um Champagne e o vinho do Porto. Por que não foram divulgados?

Numa declaração oficial, o Palácio de Buckingham não falou dos demais vinhos servidos no casamento real, mas com certeza, pela tradição real em valorizar os produtos do país, o que devemos aprender, pelo menos um vinho inglês foi servido.

E pelo que temos de informações, o eleito seria o Chapel Down, da região de Kent. Pois este é o fornecedor oficial dos eventos do país, e que patrocina a corrida Royal Ascot, a corrida de cavalos mais cara e tradicional do mundo, além de estar presentes para a London Symphony e para a Royal Opera House.

Foi este também o vinho do casamento do Príncipe William com Kate Middleton, mas como é de costume, os executivos da marca deixam claro que estas não são informações oficiais.

Segundo o costume, se alguma marca usar estes eventos para se promover , imediatamente são cortadas e deixam de ser fornecedores da Família Real. O que é um péssimo negócio.

Só a possibilidade de ser um produto usado em um evento deste porte, pela família Real Inglesa, já eleva a marca a uma categoria nunca antes imaginada.

Casa Valduga lança a reserva Storia Merlot safra histórica 2012

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Os vinhos Storia da Casa Valduga são elaborados apenas com grandes safras e sempre 100% Merlot de um único vinhedo.

Segundo explicação da própria vinícola:

”Ícone da vinícola é elaborado apenas em safras excepcionais e possui tiragem limitada. Sua venda é realizada apenas através de reserva e oficializada por um certificado com o número da garrafa e do lote, garantindo a exclusividade do produto. Em 2008, o mundo dos vinhos viu nascer um dos maiores tintos já produzidos em solo brasileiro, o Merlot Storia Safra 2005. Sua chegada majestosa tornou-se inesquecível e com o passar do tempo, as novas edições foram se destacando e demonstrando todo o potencial e a tipicidade do Vale dos Vinhedos. 10 anos depois, a Casa Valduga revigora os paladares dos bons apreciadores de vinho, lançando o Merlot Storia 2012, safra esta que encheu os corações dos viticultores e trouxe vida nova as vinícolas do sul do Brasil.”

Desde a safra 2010 o vinho passa 18 meses em barrica de carvalho francês de primeiro uso, o que torno este vinho ainda mais especial.

A tarja vermelha da garrafa conta a história do vinho que ali está, com a safra e datas desde a poda, floração, desfolha, colheita, seleção dos cachos, barrica de carvalho e engarrafamento.

Estas informações são apenas o inicio da grande experiência que é degustar um Casa Valduga Storia. 

Pomerol... uma pequena região de grandes vinhos

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Quando escuto falar sobre o Pomerol, sempre lembro que algumas pessoas confundem esta região, e não tiro a razão delas. Para quem não conhece o “Mundo do Vinho” , ou tem pouca informação sobre vinho, o nome Pomerol parece mais com o idioma italiano que com o francês. Ou talvez confundam ainda com a Pomerânia que fica no norte da Alemanha e Polônia. Bem, temos que concordar que se temos um lugar chamado Pomerol... seria lógico que ficasse na Pomerânia. Mas não é assim.

O Pomerol fica em Bordeaux na França, e é a menor área dentro da região de Bordeaux, com 800 hectares.

Mas este tamanho reduzido não atrapalha em nada na qualidade de seus vinhos. Aliasa única coisa realmente ruim, é que as produções são reduzidas o que deixam os vinhos mais raros e com um valor agregado mais alto.

As uvas do Pomerol são 80% Merlot, 15% Cabernet Franc e 5% Cabernet Sauvignon. O que imprimem em seus vinhos a características de vinhos “mais sedutores” , com grande complexidade, mas ao mesmo tempo leves . Com uma estrutura que permite o envelhecimento por mais de 30 anos.

Estas características são formadas com a combinação das uvas e o terroir, onde o solo não tem calcário, mas os demais componentes como cascalho, areia e argila ajudam numa maturação precoce, o que beneficia e muito a Merlot.

Entre os grandes vinhos do mundo, podemos encontrar alguns desta região. É o caso do Petrus, Lefleur e Le Pin.

Este é o típico lugar onde pequenos produtores elaboram grandes vinhos.

A tradição deste lugar, seu terroir , suas uvas e seus produtorespresenteiam os apreciadores de vinhos com verdadeiras joias .

Vale a pena colocar um vinho desta região na sua lista de desejos... 

Susana Balbo ... a mulher do Mundo do Vinho

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Entre as grandes mulheres do “Mundo do Vinho”, Susana Balbo foi reconhecida pela revista The Drinks Businessuma das 10 mulheres mais influentes.

Dona da frase:

"O vinho está vinculado à cultura, à gastronomia, ao bom viver. Ele gera uma ponte de comunicação que não existe em nenhum outro produto"

Seis anos depois do seu segundo casamento com o enólogo da conhecida vinícola Catena Zapata, o casal já produzia as suas próprias uva e elaboravam assim o seu primeiro vinho, ainda em adega alugada.

Hoje produz em sede própria, a Dominio Del Plata em Lujan de Cuyo. Onde planta Malbec, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc , Petit Verdot e Torrontés. Como um estilo próprio Susana ajudou a transformar o Torrontés na uva branca mais importante da Argentina. (encontramos o Crios Torrontés no Museu da Gula por R$ 63,70)

A sua vinícola exporta para 17 países, incluindo o Brasil, onde podemos encontrar e degustar suas criações.

A Linha Crios é uma linha de vinhos dedicadas a seus filhos José e Ana,frutados para serem degustados jovens.

O Susana Balbo Signature mostra a habilidade da enóloga em criar vinhos onde estão as características do terroir combinado com o melhor de cada uva.

Nosotros, esta linha é o resultado do esforço de todas as pessoas que trabalham todos os dias para criar este vinho. Considera-se a "seleção de seleções" da adega.

E a BenMarco , uma parceria que só trouxe boas notícias... onde Susana e Edgardo Del Pópolo exploram todo o potencial do terroir e imprimem as características do vinhedo em cada garrafa.

Uma mulher que só fez o Mundo do Vinho ficar melhor, tem a minha admiração. Ainda mais por ter degustados alguns de seus vinhos, o que me fez concordar com tudo que se diz de bom sobre as suas criações.

Mais uma dica de um bom produtor argentino, para as próximas degustações.