Wine South America

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De 26 a 29 de setembro , em Bento Gonçalves – RS, acontecerá a primeira edição da feira Wine South America.

Uma ótima oportunidade para o Mundo do Vinho, que ficou órfão da saudosa Expovinis.

Uma boa oportunidade para conhecer novos produtores, apaixonar por novos produtos, reencontrar produtos e produtores que estão fazendo a diferença neste mercado. 

Idealizada para promover e aumentar a rede de negócios no mercado do vinho, a feira conta com 250 expositores do setor, englobando ainda destilados, azeites e outras bebidas como café.

Serão apresentados além dos rótulos dos produtores nacionais, rótulos vindos da Argentina, Chile, Uruguai, Austrália, Itália, Eslovênia, Áustria e Suíça.

 Ao que tudo indica será um grande evento onde os apreciadores, comerciantes e produtores de vinho terão a oportunidade estar em contato, trocando conhecimento e experiências, o que só traz benefícios ao Mundo do Vinho. Que esta seja a primeira de muitas...

O Brasil só tem a ganhar com eventos como este, onde o objetivo é mostrar a qualidade dos produtos e apresentar aos consumidores os produtores que trabalham com seriedade e respeito. Gerando assim bons negócios.

Vinho de Talha , patrimônio da Humanidade???

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Produtores do Alentejo estão com um projeto para incluir a produção artesanal do“Vinho de Talha” como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

Nada mais justo para a região que preserva o estilo de produzir vinho usados pelos romanos a cerca de 2 mil anos.

Uma ótima notícia para os apreciadores de vinhos.

Em torno de 20 municípios e mais 7 entidades já fazem parte deste projeto, que deve durar de 2 a 3 anos para ser concluído.

A princípio vai ser mapeada toda a área de produção de vinho de talha e será feito um estudo sobre a prática desta produção.

Então serão definidas as diretrizes que irão constar no “plano de salvaguarda da produção artesanal de vinho de talha”.

Sobre os vinhos de talha, já falamos em outro post (http://www.jornaldafranca.com.br/vinho-em-talha-hoje-em-dia), e vale a pena serem degustados. Uma prática antiga, que hoje como vimos ainda é usada e está sendo reconhecida pela qualidade do produto final.

Garzón... Sabores do Uruguai no Brasil

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Para os apreciadores de vinhos tintos encorpados, um bom Tannat Uruguaio é sempre motivo de festa.

Um bom jantar harmonizado com um grande vinho Tannat é para ficar marcado.

A Bodega Garzón , para nós brasileiro Vinícola Garzón, é uma ótima escolha entre os produtores de vinhos do Uruguai.

E podemos encontrar os seus produtos disponíveis no Brasil nas lojas especializadas.

Uma “Pequena Toscana no Uruguai”, isto foi o que Alejandro Bulgheroni e a sua esposa Bettina viram, em 1999, onde hoje está concretizada a Bodega Garzón. Já desde a construção, a Garzón teve preocupação com a sustentabilidade do projeto, otimizando o rendimento energético, reduzindo o uso de água em seus processos, captando água da chuva e restaurando a biodiversidade local.



Com a consultoria de Alberto Antonini, uma referencia na produção de vinhos, a Bodega Garzón já coloca o vinho do Uruguai nas mídias especializadas, com elogios, e na mesa e taças dos apaixonados por vinhos.

E estes produtos, não se restringem a vinhos produzidos exclusivamente com a conhecida Tannat Uruguaia e seus cortes, de qualidade indiscutível, são também ótimos os vinhos das variedades Pinot Grigio, Sauvignon Blanc, Cabernet Franc, Marselan, Merlot e Albariño, o qual tive o prazer em degustar no lançamento do Guia Descorchados e inclusive falei no post da época.

Quando falo que bons vinhos são produzidos por pessoas sérias, este é um bom exemplo.

Escolha um ou mais rótulos e... Bom Final de Semana !

MARSALA... um italiano com toque inglês

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Marsala, mais um vinho que o acaso transformou e nos presenteou.

Um importador de vinhos para a Inglaterra, nascido na Sicilia, foi o responsável pelo surgimento deste vinho.

Este importador, chamado John Woodhouse, estava indo Mara Mazala Del Vallo na Sicilia, quando uma tempestade o forçou parar no porto de Marsala.

Já que estava em um lugar ainda desconhecido pelos apreciadores de vinho, entrou em um comércio e pediu o melhor vinho local. Foi então que tudo começou, o produto oferecido foi muito apreciado e lhe parecia uma boa idéia leva-lo para aInglaterra.

O comércio de vinhos fortificados já era bom negócio na época e o importador já tinha bons negócios com Jerez e Vinho do Porto.

Então comprou 50 barris e para não perder o produto durante a viagem resolveu adicionar conhaqueao vinho. Para sua surpresa, o vinho que chegou ao porto inglês era bem superior ao que tinha degustado no lugar. Então, comprou toda a produção dos pequenos camponeses e depois iniciou a sua própria vinícola.

As uvas usadas para produzir o Marsala são das variedades locais, as brancas Catarratto, Grillo, Inzolia e Damaschino, e as tintas Pignattello, Nero d’Avola e Nerello Mascalese.

As variações de estilos do Marsala são seco, médio (semiseco) e doce, e ouro, âmbar e tinto.

Um vinho que teve o seu auge, hoje tem o seu nome relacionado a pratos de culinária, incluído as sobremesas. Mas também devem ser apreciados os secos com aperitivos, castanhas e queijos azuis por exemplo, e os doces com sobremesas e chocolates.

Seu Vinho Suas Regras

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A “Vinhos do Brasil” acaba de lançar uma campanha para desmistificar as regras do vinho.

A ideia da campanha é não se importar com padrões , mas apreciar a bebida do seu jeito, como você achar melhor.

Segundo o site da Vinhos do Brasil:

“Seu vinho, suas regras” é um convite à liberdade, uma nova forma de explorar o vinho, um movimento do Vinhos do Brasil para quebrar todos os paradigmas desse universo. Porque, quando o assunto é vinho brasileiro, quem dita as regras é você.

Assim que vi o vídeo, um deles, não resisti em falar sobre . E depois mais dois amigos e uma amiga me enviaram, era a confirmação que eu precisava, valeu Evandro, Isabella e Marquinho.

Não teve jeito, tive que fazer um post sobre isto.

A primeira campanha que traduz o que muitas pessoas do “Mundo do Vinho” já falavam.

Não sou contra as regras, se elas ajudarem, mas se forem para complicar, esquece.

As boas regras ajudam, foram criadas para apreciar tudo que o vinho pode oferecer, mas não vamos perder o momento, né?

Se você estiver com vontade de tomar vinho e não tiver taça, vai ficar “na vontade”?

A única regra a não ser quebrada é sobre a qualidade do vinho, afinal você está tomando este vinho.

Até que enfim fizeram uma campanha para o consumidor, para a diversidade de consumidores que tem o Brasil.

Aproveite a Vida...

Aproveite os bons momentos...

Parabéns Ibravin!!!

Parabéns a todos que participaram deste Grande Ideia !!! Sucesso...


Os sabores e aromas de Portugal mais pertos do Brasil

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A cultura de vinho do Brasil não chegou com os portugueses, e sim com os italianos, que chegaram bem depois.

Provavelmente por isto a nossa cultura de vinho seja tão nova, levando em consideração os países colonizados pelos espanhóis. Assim como o consumo de vinho , que perde para outros países da America Latina e Europa.

Mas agora o Brasil está “tirando o atraso” e descobrindo os sabores e aromas de Portugal através dos seus vinhos que vêm dos diversos e riquíssimos terroir.

Uma pesquisa realizada coloca Portugal como o segundo maior exportador de vinhos para o Brasil, ficando atrás do Chile e surpreendentemente passando a Argentina, que ficou em terceiro lugar , seguida pela Itália, Espanha (outra surpresa) e França.

Sim, agora é hora do Brasil descobrir Portugal.

Já escrevi sobre vinhos portugueses aqui e nunca me canso, porque vale muito a pena, cada garrafa uma nova descoberta.

Pode ser do mesmo terroir, mas por exemplo no Douro o corte de uvas pode ser diferente ou mesmo a produção com a característica de cada vinícola. Além dos vários terroir como Douro, Dão,Vinho Verde, Alentejo, Bairrada,temos ainda os vinhos licorosos e fortificados como o Vinho do Porto, Madeira e Moscatel de Setúbal.

Sempre que abrir uma garrafa de um bom vinho português, tenha certeza que será uma ótima experiência. Mas lembre sempre que um bom vinho não vai aparecer na promoção por um preço abaixo do razoável, afinal, ali está o trabalho de pessoas, impostos, lucro e o vinho.

Então, vamos degustar os sabores que Portugal envia ao Brasil?

Madeira... um português que vale a pena conhecer

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O vinho Madeira ou da Madeira é um vinho fortificado que vale muito a pena conhecer.

Muitas vezes confundido com o Porto, o vinho Madeira não é melhor nem pior, mas diferente, único e tão bom quanto.

Esta dúvida sempre aparece, qual o melhor? Impossível comparar, os dois são vinhos fortificados e portugueses, mas para por aí. São produzidos com uvas diferentes, de maneira diferente, assim como o terroir que também é muito diferente.

Impossível não copiar a explicação de site http://www.vinhomadeira.pt/home-1.aspx,sobre o vinho Madeira:

Bem-vindo ao Vinho Madeira

Cores ricas e impressionantes que vão do âmbar ao dourado, aromas envolventes que se revelam num bouquet rico e harmonioso: baunilha, caramelo, caril, frutos secos, figos passados, canela… Sabores únicos que nascem numa atlântica e deslumbrante ilha com nome de um Vinho: Madeira!

Descoberta pelos portugueses, em 1479, a Ilha da Madeira logo depois já foi colonizada e teve a introdução de vinhedos, onde se adaptaram muito bem. Se olharmos o mapa , esta ilha fica mais perto do Marrocos que de Portugal, o motivo de um terroir ainda mais diferente.

O terroir formado pelo relevo acidentado, o que possibilita vários microclimas , especifico por ser uma ilha, imprime ao vinho um sabor único, que tem como base as uvas Sercial, Verdelho, Boal, Malvasia(também conhecida por Malmsey), Tinta Negra Mole, Terrentez e Bastardo.

A maneira que é produzido, com aquecimento continuo do vinho fortificado em barricas abertas, carameliza os açúcares e oxida o vinho, o que dá o sabor característico, que depois ainda passam por maturação em barricas finalizando a complexidade desta bebida.

Com este processo um tanto diferente dos demais vinhos, o Madeira é o vinho que pode ser guardado indefinidamente depois de aberto, sem perder as suas características.

Claro que este processo não foi inventado do nada, como os outros , foram “acidentes” que aconteceram e os bons entendedores se aproveitaram. Provavelmente isto aconteceu durante as longas viagens de navio dos desbravadores, onde se levava vinho nas caravelas. Para ser bem rápida na explicação, o vinho que “ia” era de qualidade inferior ao que “voltava”, então descobriram que o processo de aquecimento acontecia durante a viagem. Aí foi só aprimorar e ter um grande vinho.

Podemos encontrar quatro estilos de Madeira, Sercial(moderadamente seco, Verdelho(mais seco), Bual(meio seco )e o Malmsey(doce)

Se você gosta de degustar sabores diferentes , esta é uma ótima oportunidade. Vai descobrir que além das belas paisagens e das toalhas bordas, a Ilha da Madeira tem sabores únicos e muito interessantes.

Queijos, vinhos e frio...

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Poucas coisas dão tão certo com o frio quanto vinhos e queijos. Uma combinação que já é clássica e sabida pelos apreciadores de vinho.

Muitas vezes complementadas com frutas, castanhas e embutidos, como salames, copas e presunto cru, a tabua de queijos é uma ótima opção para reunir os amigos no inverno. Eu faço uso desta combinação o ano todo, mas no inverso o clima frio deixa este tipo de comida mais aconchegante.

Assim como o Fondue, que pode ser feito de carne, queijo ou chocolate e também combina com vinho e inverno.

Mas hoje vamos falar de algumas harmonizações com queijos. Podem ser os que usamos nas tábuas de frios ou do fondue.

Lembro sempre que a harmonização é uma sugestão para que o degustador tenha o máximo do sabor do vinho e da comida que está harmonizando, mas se você não gosta de certo tipo de vinho, troque por outro, faça testes... com certeza vai fazer boas descobertas.Quando falo de um tipo de comida ou neste caso queijo, temos variações, o que pode mudar o sabor , para mais salgado, ou mais gorduroso. No caso das comidas dependendo da região usam um tempero diferente ou mais pimenta, ou até mesmo fazem de maneira diferente. Por isto a harmonização deve ser vista com um teste que deu certo... e aproveite a dica para fazer também outros testes.


Como os franceses são mestres em fazer queijo, combinar o queijo com o vinho foi muito fácil. Pois a França tinha o melhor dos dois e muita história já que a produção de queijo teve grande aperfeiçoamento na idade média, por obra dos monges beneditinos.

E a produção dos dois, vinhos e queijos, apesar de bem diferentes, um derivado de planta e outro de animais , tem um grande ponto em comum : o Terroir faz a diferença. No queijo, o clima e a qualidade do solo onde cresce a alimentação dos animais que produzem o leite interferem no sabor, assim como as leveduras da fermentação e maturação dos queijos.

Mas o nosso assunto é degustar vinhos e queijos, então, segue abaixo algumas dicas:

Para queijos curados e frescos , onde podemos encontrar a mussarela de búfala, ricotas e requeijão, a dica é degustar um bom Sauvignon Blanc e um Chardonnay, que tenham uma boa acidez.

Para os queijos tipo brie e camembert, considerados de massa mole, a dica é degustar com bons espumantes ou com os brancos Gewuztraminer e Riesling.

Já para os queijos macios como gouda e emmental, o ideal são vinhos tintos leves como o Pinot Noir.

Para os queijos duros, onde temos como principais representantes o parmesão e o grana padano, a dica são os tintos encorpados para fazer frente com o sabor acentuado.

E para os azuis onde encontramos o Gorgonzola, a recomendação é para degustar vinhos doces, como o Sauternes e Porto. Estranho? Quem prova, aprova.

E como falei acima, frutas e embutidos são bem vindos nesta festa, acompanhados de pães, que ajudam a limpar o paladar.

O que estão esperando? Chame os amigos e vamos degustar todos estes sabores, jogando muita conversa fora e dando boas risadas.

Criação da Zona Franca da Uva

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Na próxima sexta feira dia 06/07 das 9h as 12h, no Spa do Vinho, Vale dos Vinhedos, acontecerá um debate em audiência publica a criação da “Zona Franca da Uva e do Vinho”.

Se lembrou da Zona Franca de Manaus, está certo. É um projeto de lei do deputado Federal João Derly (REDE-RS), para a redução de impostos de produtos derivados da uva . Segundo a explicação do site do próprio candidato:

“O projeto de lei

A criação de uma Zona Franca do Vale dos Vinhedos propõe a instalação de um regime tributário especial, restrito às atividades da cadeia vitivinícola do Vale dos Vinhedos, para que haja uma redução da desvantagem competitiva trazida pelos altos impostos. Esse regime será semelhante ao vigente na famosa e consolidada Zona Franca de Manaus, porém com algumas diferenças, já que será aplicado apenas às etapas do plantio e da colheita das uvas e à produção, ao engarrafamento e à venda dos vinhos. Para o deputado essa será uma alternativa oportuna, que permitirá o fortalecimento da vocação da vitivinicultura e do enoturismo da região, com os evidentes reflexos positivos para os Municípios e o Estado, em termos de geração de emprego e renda.”

Sinceramente, espero que este projeto seja bom para toda a cadeia de produção e venda dos vinhos assim como os derivados de uva. Beneficiando o consumidor final como parte importante deste mercado.

E que sirva de exemplo para outras ações que possam melhorar todo o mercado de vinho .

Torcendo desde já.

Comprei um vinho barato... Fiz um bom negócio?

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Esta pergunta sempre aparece quando a conversa é sobre vinho. Muitas vezes a segunda parte, “Fiz um bom negócio”, vem como afirmação e com um certo orgulho, ou até mesmo um ar de esperteza.

Bem, neste caso a resposta pode ser variada, e depende de vários fatores. Alguns deles são: onde comprou, era uma promoção, qual o tipo de vinho, de onde vem, qual a safra, você conhece este vinho, já degustou alguma vez.

Não quero ser desmancha prazeres, adoro encontrar vinhos mais em conta. Estes dias mesmo estava em São Paulo e encontrei um vinho do Priorato que “estava namorando” faz muito tempo. Não era pela metade do preço, mas com um bom desconto. Neste caso certifiquei a idoneidade do lugar, pois conheço pessoas que compram vinhos lá e era visível pelos outros rótulos que os preços tinham um condição melhor que o normal, provavelmente fruto de uma boa negociação na compra.

A primeira coisa que devemos pensar, quando encontramos vinhos muito baratos na prateleira de uma loja é que ninguém vende vinho sem visar lucro, mas alguns realmente passam da conta. Este vinho que você esta vendo, passou por vários processo, pagou impostos, no caso do Brasil... muuuitos e caros impostos. Ali está o custo da produção, desde o preparo da terra, os funcionários, a produção, o valor da garrafa, da rolha(ou outro tipo de tampa), o rótulo, o lucro do produtor, o armazenamento, o transporte, o lucro da loja e se for importado, o lucro e impostos de importação. Isto para ser bem simples na explicação, pois não colocamos os toneis de carvalho franceses ou americanos, o tempo que fica na adega amadurecendo e envelhecendo antes de ser colocado a venda. Lembrando que alguns vinhos ou espumantes podem ficar 5 anos ou mais na vinícola para estarem prontos,antes de serem colocados no mercado . Achou 5 anos muito? Considere 3 anos, lembrando que um ano é só para produzir a uva, se o clima assim permitir uma boa safra, porque o produtor ainda depende do fator clima que é bem imprevisível e altera toda a sua produção e custos.

Uma boa dica é entender o que coloquei acima... um vinho vendido no estado de São Paulo, que foi produzido em Minas Gerais, provavelmente deve ser mais em conta que um vinho produzido no Rio Grande do Sul ou fora do Brasil. Neste caso, devemos comparar vinhos “semelhantes” de produtores semelhantes. Não adianta pegar um espumante produzido por um processo mais simples e rápido que outro. Ou mesmo o vinho que mencionei de Minas, ser de uma boa qualidade elaborado por um produtor sério e comparar com um vinho chileno feito para vender muito, com paladar duvidoso.

Lembre que onde se produz bons e grandes vinhos, também existem os produtores oportunistas que visam só ganhar dinheiro. A França, a Espanha, a Itália e outros países produtores, assim como o Chile a Argentina e o Brasil tem os bons produtos e os vinhos ruins. O vinho que atravessou o oceano, provavelmente tem mais valor que o vinho que atravessou a fronteira.

Conheço boas lojas e lojas que “vendem gatos por lebres”, o que acho uma falta de respeito com o cliente, assim como supermercados e restaurantes que fazem esta mesma prática.Um vinho com safra antiga que não foi feito para envelhecer (ser vinho de Guarda), provavelmente não está bom, ou mesmo pode estar estragado. As “promoções espetaculares” devem ser vistas com muita atenção e cuidado.

Então, da próxima vez que for escolher um vinho para degustar, lembre destas dicas . Uma frase que já está muito batida mais é a pura verdade...

“A vida é muito curta para tomar vinhos ruins.”

É a sua vida e o seu corpo que estamos falando... abra um bom vinho... chame os amigos... e aproveitem os bons momentos.