Mais uma Maratona do Vinho

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Sim, você leu corretamente: Maratona do Vinho. E pode acreditar isto é uma corrida não uma disputa de quem bebe mais. Esta maratona acontece no Sul do Brasil e já postei uma outra vez. São 42.200 metros passando pelos municípios de Bento Gonçalves , Monte Belo do Sul e Garibaldi. Além da de 42.200 metros, existem outras categorias: a de equipe  de 44.460 metros, a Meia Maratona de 21.060 metros, e a Pequena Corrida de 5040 metros.

O evento começa as 7h do dia 10 de Fevereiro, um domingo, que espero que não esteja com o calor escaldante e úmido do verão gaúcho, típico desta região.

Desta vez, segundo as inscrições, o evento, que já está na sexta edição, deve contar com entorno de 1200 participantes.

Esta é um evento esportivo, mas também muito divertido, onde os vencedores ganham além do troféu uma porcentagem do seu peso em vinho.

 

E não esquecendo da competição de fantasias na maratona, onde o tema é “O Mundo do Vinho”, ganham os três melhores caracterizados.

Gostou da ideia, quer saber mais informações: http://www.maratonadovinho.com.br/regulamento

Uma ótima ideia, reunindo esporte, cultura, turismo e gastronomia em um dos lugares mais bonitos do Brasil.


Aumento de imposto para o estado de São Paulo

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Infelizmente nem só de boas notícias vive o Mundo do Vinho.

E grande parte destas notícias tem origem nos impostos cobrados principalmente no Brasil. Estes impostos deixam os vinhos nacionais e importados com valores acima do razoável.

Este ano o estado de São Paulo nos presenteou com um aumento no imposto do vinho, o conhecido presente de grego. Foi um presente deixado pela gestão anterior, que entrou em vigor no inicio de 2019.

Quando a ST (substituição tributária) entrou em vigor no estado de São Paulo, há alguns anos, o impacto negativo do mercado foi sentido em todo o estado, com perda de vendas e uma confusão tributária generalizada. Este imposto é cobrado antecipadamente, o que encarece o estoque das lojas, mercados, restaurantes e demais revendedores .

O imposto que sofre aumento desta vez, faz parte do cálculo da ST. É o chamado MVA (Margem de Valor Agregado) , um índice questionado desde o início da ST no estado, que este ano teve aumento. E QUE AUMENTO.

Para se ter uma ideia de quanto estou falando, o vinho nacional passou de 66,18% para 103,72% e o vinho importado de 110,66% para 119,06%.

Realmente, um absurdo, levando em conta que os vinhos já pagam uma tributação elevada em comparação com outros países.

Tentando reverter isto, a ABBA (Associação Brasileira de Exportadores e Importadores de Bebidas) , está contratando uma pesquisa para provar ao governo que está alíquota está acima do valor real.

Espero que esta pesquisa consiga mostrar que realmente o valor deste imposto está fora da realidade, e que uma possível redução de valores ajude a aumenta o consumo de vinho, melhorando assim o cenário para toda a cadeia, desde os produtores até o consumidor final.

Aí sim, com impostos menores, mas com consumo maior a arrecadação sobe e gerando mais empregos .

Clericot... uma boa ideia para refrescar o seu verão

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Nesta época do ano, muitas pessoas tiram férias ou mesmo curtem mais os clubes e piscinas, aproveitando o calor e o horário de verão.

Quando a temperatura está muito alta, uma ótima ideia é se refrescar com Clericot (se pronuncia clericô). Você conhece ou já experimentou?

Esta é uma bebida de origem francesa,feita com vinho branco ou espumante, que tem a cara do verão, de reunião com amigos, de boas risadas, ou mesmo de um aperitivo antes de um bom jantar acompanhado pelo seu vinho favorito.

Ideias como estas aparecem em países que tem tradição em tomar vinho, mas onde o calor do verão as vezes pede mais opções além dos vinhos roses , tintos, brancos e espumantes. Como o caso do “Tinto de Verano” na Espanha.

Não, eu não estou querendo trocar o nosso vinho por um “coquetel de frutas e vinho/espumante”. Esta é mais uma opção para tomarmos vinho, e para as pessoas que ainda não tomam, por achar forte , é uma ótima opção mais leve e refrescante.

Posso confessar que tomei em um restaurante japonês em Porto Alegre e a harmonização ficou muito interessante.

Para os que gostaram da ideia, segue uma das receitas:

Ingredientes:

  • 1 garrafa de Vinho branco/espumante seco
  • 2 xícaras de frutas de sua preferência picadas
  • 2 doses de licor de laranja
  • Gelo picado
  • Açúcar a gosto

Como preparar:

Em uma jarra bem bonita, coloque as frutas e o licor de laranja, deixando-as absorver o sabor. Aí, acrescente o vinho escolhido gelado e o gelo picado. Se achar necessário, coloque açúcar a gosto. Ao servir, deixe disponível uma colher para as pessoas pegarem as frutas que preferirem.

Esta é uma das várias receitas, eu particularmente prefiro com pouco açúcar.

Convide os amigos e aproveitem. 

Garzón, uma vinícola uruguaia entre as melhores do mundo

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Em agosto de 2018 fiz um post falando sobre a qualidade dos vinhos produzidos na Bodega Garzón, situada no Uruguai.

Pois bem, esta vinícola foi considerada pela revista americana Wine Enthusiast a melhor vinícola do Novo Mundo em 2018.

Um reconhecimento que só faz aumentar a já conhecida fama desta vinícola, onde se produz com muita qualidade e respeito ao meio ambiente.

A Vinícola é um empreendimento do bilionário argentino Alejandro P. Bulgheroni, que fez sua fortuna no ramo de petróleo. Além dos vinhedos, a propriedade ainda produz, azeite, leite, mel e oleaginosas.

Além do respeito a natureza, onde foram priorizados a sustentabilidade como o uso de telhados verdes, captação de água de chuva para irrigação, eainda o uso da gravidade na produção do vinho, a vinícola conta com tecnologia de ponta.

Segundo o próprio site da vinícola:

O prédio de 19.050 m² possui 2,2 milhões de litros de capacidade e será a primeira adega sustentável fora de Norte América com certificação LEED (Leadership in Energy & Environmental Design), seguindo as rigorosas exigências do United States Green Building Council. Sem distinção de uso e funcionalidade, a Certificação incluirá a totalidade de sua instalação, o qual é inédito em nível mundial.

Além desta vinícola, o senhor Bulgheroni ainda investiu em produção de vinhos em Bordeaux na França e na Toscana na Itália, ainda com projeto de produzir vinhos também na Espanha.

A revista veja de 9 de janeiro de 2019, fez uma ótima matéria sobre este produtor, onde publica também a avaliação de alguns dos principais rótulos, como o Balastro, vinho TOP da Vinícola, o Tannat Single Vinyard e o o Albariño Reserva, este que também falei quando estive no lançamento do Guia Descorchados 2018.

Já falei da outra vez e reforço...
Quando falo que bons vinhos são produzidos por pessoas sérias, este é um bom exemplo.

Aproveite para conhecer e degustar os vinhos de uma das melhores vinícolas do mundo.



Nem só de Espumante se faz um Réveillon

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Quando chega o Final de Ano, o Espumante é a “vedete” da vez. Todas as lojas mostram o que tem de melhor.

As pessoas que nunca olharam para este vinho, sim, porque espumante é um vinho,descobrem que além de rose e a tradicional clara, existem também as suaves, demi secs, brut, extra brut, nature... e aí surgem as dúvidas.

Bem, se você não é um apaixonado em Espumantes, escolha um bom vinho. Com certeza a ceia vai ser ótima e acompanhada de vinho, melhor ainda. Deixe o espumante para o brinde.

Use e abuse dos vinhos brancos, roses e tintos. A ideia é que a noite fique o mais agradável possível, então, o que está esperando? “Bora” comprar ou escolher bons vinhos para fechar este ano e começar 2019.

A atenção deve ser sempre para a qualidade, afinal são você, seus amigos e familiares que, vão degustar, e a “vida é muito curta para tomar vinhos ruins”.

Já falei nos meus posts e falo quantas vezes for necessário: as regras são para tornar a sua experiência melhor e não ser um “martírio”.

Mas para os que são fãs do Espumante, esta é a hora .

Uma festa que tem a alegria do Espumante, é como já falei, o Vinho que já vem com fogos de artifício.

A Festa em forma de vinho, que começa já ao tirar a rolha.

Se você gosta de tomar espumante no final de ano, uma boa dica é também tomar ao longo do ano. E porque não? Um vinho próprio para brindar bons momentos, que harmoniza muito bem com vários pratos, desde os aperitivos e entradas até os doces.

Então, para os amantes dos vinhos tranquilos (sem gás) ou dos Espumantes...
Feliz 2019

 

 

A nova classificação de Rioja

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Se você é um apreciador de vinhos, já conhece vinhos da Rioja, mas se está entrando agora neste Mundo de sabores e aromas , Rioja (se pronuncia “RIORRA”), é uma região na Espanha que tem grande tradição na produção de vinho.

Esta tradição no Mundo do Vinho muitas vezes não deixa que as mudanças ocorram com mais rapidez ou em grande quantidade, o que não acho ruim. Pois tudo que foi feito sobre produção de vinho, foi muito estudado e tem longos anos atestando a qualidade. Mas mudanças sempre são boas, desde que conscientes e feitas baseadas em estudos sérios e bons resultados.

A nova classificação não usa o envelhecimento de carvalho como principal característica e indicação de qualidade, usa o terroir, ou seja, da importância ao microclima e as características da região onde se produziu o vinho. Esta é a mesma forma como são tratados os incomparáveis vinhos da Borgonha. E segundo já fiquei sabendo na visão de especialistas, uma ótima mudança.

Algumas regras de Rioja...

Os vinhos de Rioja podem rotulados com três zonas: Rioja Alta, Rioja Alavesa e Rioja Oriental ou Rioja Baixa.

As classificações ainda são usadas nos mesmos níveis Genérico, Crianza, Reserva e Gran Reserva, e o Gran Añanda para espumantes.

Com esta classificação , pode adicionar o nome da vila ou município no rótulo principal.

Os vinhos Roses poderão ter uma variação de tons para os mais claros.

Uma designação chamada “Calidad de Rioja” para alguns espumantes

O rótulo de Rioja Branco pode conter um vinho varietal, ou seja produzido por um tipo de uva.

A principal discussão é se estas novas regras , principalmente a de especificar o local de produção, vão ajudar ou atrapalhar. Alguns dizem que atrapalham, pois alguns bons vinhos são elaborados com uvas de microclimas diferentes. Outros, pelo mesmo motivo, acham que vai haver uma melhora , e que o apreciadores saberão os locais e vinhedos que produzem os grandes vinhos.

Bem, diante de mudanças como estas, o melhor é esperar para degustar tais vinhos e ter uma opinião formada. 



 

20 anos de Almaviva

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A importadora Clarets fez um evento para comemorar os 20 anos de um grande vinho, o Almaviva.

Este vinho que fez 20 anos no ano passado , teve uma grande comemoração com um jantar no Fasano Al Mare do Rio de Janeiro no dia 28 de agosto e um almoço no Fasano em São Paulo no dia 1 de setembro, onde foram degustados nada menos que 20 safras.

Esta degustação contou com a presença do enólogo francês, residente no Chile, Michel Friou responsável pela elaboração deste vinho.

O Almaviva é um projeto que reúne a chilena Concha y Toro com a francesa Baron Philippe de Rothschild . O ideia era criar um vinho chileno com alma francesa, e conseguiram.

A produção é feita de um vinhedo de 50ha localizado em Puente Alto, Pirque, usando as variedades de Carmenere, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot e Petit Verdot.

Entre as safras degustadas, das quais não existe uma boa, são todas acima disto, se destaca a de 2015, com todos os elementos equilibrados com perfeição.

Este é mais um ótimo exemplo de parceria que deu certo e um vinho que vale a pena conhecer.

Miolo lança Late Harvest

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Direto da Campanha, no Rio Grande do Sul, a vinícola Miolo lança o seu Late Harvest. Elaborado com as uvas Viognier e Gewürztraminer da safra de 2012, passando por 60 meses em barrica de carvalho francês em uma garrafa tem 500ml.

“Esse é mais um importante lançamento da Miolo em 2018, ano em que estamos investindo no realinhamento de nosso portfólio e redefinindo, estrategicamente, o posicionamento de alguns produtos. O novo Late Harvest marca a entrada da categoria ‘vinho licoroso’ em nosso portfólio, que permanece em constante evolução para entregar produtos inovadores e de altíssima qualidade para o consumidor”, ressalta Adriano Miolo, superintendente do Grupo Miolo.

Este vinho de colheita tardia, traz um sabor intenso e doce, com toque frutado destacando pêssego em caldas, uvas brancas, baunilha, caramelo, amêndoas e mel.

Uma ótima oportunidade para ser degustado com pudim de doce de leite, chocolates brancos, sorvete de creme e Tiramissu ou com queijos de massa mole e semi duras.

Mais uma ótima opção para ter na adega, chamar os amigos e degustar.

Niepoort-Lalique, o Vinho do Porto que é uma jóia

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Foi vendida em um leilão em Hong Kong na Acker Merrall & Condit, a garrafa mais cara de Vinho do Porto.

Uma garrafa magnum, de 1,5 Litros, da Vinícola Niepoort de 1863, atingiu o preço de 127 mil dólares, em torno de 111 mil euros. Este recorde foi registrado no Guiness.

Além do vinho que tem reconhecimento mundial, este ainda está numa garrafa feita pela Cristaleria Francesa Lalique.

Segundo informações do site da Cristaleria:

“A colaboração entre Lalique e Niepoort foi anunciada no início deste ano e resultou em cinco decantadores de garrafões, cada um gravado com um nome de uma das cinco gerações de van der Niepoort. Cada garrafa é assinada por Lalique, numerada e preenchida com o excepcionalmente raro vinho do Porto de 155 anos, de um decanter original de garrafão Niepoort na adega Niepoort no Porto, Portugal. Cada um dos cinco decantadores representa uma geração da dinastia do vinho do Porto desde a sua fundação em 1842 por Franciscus Marius van der Niepoort, até Dirk van der Niepoort, a quinta geração, que dirige a empresa hoje.

O design é baseado no garrafão original de 11 litros de 1905 criado usando um dos mais antigos métodos de produção de vidro - um reconhecimento da herança de Lalique e Niepoort - cire perdue ou "cera perdida", uma técnica aprendida e passada pela gerações de artesãos qualificados e ainda hoje utilizados na fábrica de Lalique, na Alsácia”

Nascido em 1860, em Aÿ-em-Champagne na região de Marne , na France, René Lalique com 16 anos começou o seu aprendizado como joalheiro. Estava nascendo um grande nome do design. Tatos suas joias como depois as peças em vidro encantava a todos, chegando a ser contratado para decorar interior de navios , trens (como o Expresso do Oriente) e Igrejas.

Depois de falar da embalagem, que já é uma joia por si só, ainda temos o Vinho do Porto produzido pela Niepoort.

Vinícola fundada em 1842, pelo holandês Franciscus Marius Van der Niepoort como mencionado acima, que busca pequenos e na maior parte das vezes incomuns terrenos para produzir os seus melhores vinhos. Uma referencia em vinhos, inclusive Vinho do Porto hoje segue comandada pela quinta geração da família, e prima pela qualidade de seus produtos.

A safra de 1863 é conhecida como um ícone antes da filoxera, praga que dizimou os vinhedos da época.

Então aqui temos um valor muito alto caso se tratasse de um vinho comum. Mas levando em consideração a história deste vinho, desde a safra, qualidade da produção até a importância da garrafa, que é uma obra de arte, o valor passa a ser respeitado pelos apreciadores do Mundo do Vinho.


Quanto pode custar uma garrafa de vinho?

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Esta pergunta sempre me fazem ao descobrir que sou curiosa do mundo do vinho. Sempre que o papo começa sobre o vinho o questionamento sobre “o vinho mais caro que eu já vi ou soube” sempre aparece.

Por muitas vezes mostrei um encarte de uma importadora que mostrava o Romanée Conti por R$ 24.990,0. Este é o mais caro, perguntavam, já muito assustados, pois o valor é de um carro .

Não era o mais caro que já conhecia, outros vinhos foram arrematados em leilões por preços muito maiores,como:

Château d’Yquem 1811, em 2011, por 120 mil dólares,

Château Cheval Blanc 1947de 6 litros, em 2010,por US$ 304.375,

outro Château d’Yquem 1787, em 2006, por 100 mil dólares,

 Penfolds Grange Hermitage 1951, em 2004, por US$ 38.420,00,

Screaming Eagle Cabernet 1992 de 6 litros, em 2000, por 500 mil dólares,

Shipwrecked 1907 Heidsieck (um Champagne recuperado de um navio da 1ª guerra naufragado) por US$ 275.000,00,

Chateau Mouton Rothschild 1945, em 1997, por US$114.614,00 ,

Romanée Conti DRC 1990, um lote de 8 garrafas  por US$ 28.112,00 cada,

Château Margaux 1787, em 1989, por 500 mil dólas (este não pode ser degustado , pois o garçon que iria servi-lo no jantar, derrubou a garrafa que quebrou. Sorte que estava assegurada e o proprietário receber Us$ 225.000,00)

Château Lafite 1787, em 1985,  por US$160.000,00.

Mas a mais ou menos duas semanas em Nova Iorque o recorde de preços dos grandes e lendários vinhos foi quebrado. 

Um colecionador asiático ofereceu US$ 558.000,00 por uma garrafa do conhecido e reconhecido Romanée-Conti da safra de 1945. 

Não, eu não me confundi... nem coloquei “zeros” a mais, foram realmente US$ 558.000,00 ! ! !

Isto aconteceu em um leilão da Sotheby’s. No esmo leilão outro colecionador americano pagou US$ 496.000,00 por outra garrafa deste mesmo vinho, sendo este o segundo vinho mais caro vendido até hoje.

O valor é tão alto que pelo preço desta garrafa, que mais parece um prêmio de loteria. Isto porque esta safra de 1945 é considerada a raridade em forma de vinho.

Difícil entender porque tato dinheiro em troca de uma ou mais garrafas? As vezes me pego perguntando sobre isto, mas para quem compra, não é uma garrafa, mas A Garrafa, com toda a sua história e expressão , a começar pelo resultado do clima da época sobre as parreiras até a finalização da produção.