Espumante e Praia

Postado em:

Que espumante e Réveillon dão certo, nem precisava falar, mais uma vez, certo? Mas e com o restante do ano?

Simmm.... dá muito certo. O Espumante é uma das bebidas , senão a mais versátil que conheço.

Como temos vários tipos, conseguimos harmonizar com facilidade com a maioria os pratos... principalmente se forem pratos com cara de verão, praia, férias, diversão.

Tem tudo a ver, descontração das praias com seus pratos típicos e a refrescância dos espumantes. Que combinam desde o prato de aperitivo servido na areia, saladas, comidas orientais até os requintados pratos de Frutos do Mar servidos nos jantares da noite. Desde a calma de ler um livro sentindo a brisa a festas animadíssimas com amigos e muita música.

O Espumante pode ser suave, meio seco, brut extra brut ou nature... e entre estes conseguimos ainda muitas variações de acordo com a intenção que foi produzido e as características do seu produtor e terroir.

Esta combinação deu tão certo, que a frase “como não pensei isto antes” sempre vem a nossas cabeças... quanto tempo perdemos.... mas está na hora de recuperá-lo.

Um amigo do meu pai foi uma das primeiras pessoas que vi levar espumantes gelados para a areia. E sempre contava que fazia questão de abrir deixando a rolha fazer um certo barulho. Aquele som chamava a atenção das pessoas por perto e que com certeza  aprenderam com a nova ideia.

Logo depois fiquei sabendo de praias do sul do Brasil onde algumas barracas e bares já ofereciam espumantes... e aí apareceram os carrinhos vendendo literalmente na areia. Esta novidade foi uma prima minha, louca por Espumantes, que me contou, no mesmo instante que viu em Florianopolis... claro que aprovou a ideia , degustou e se refrescou com os espumantes.

A ideia do Espumante da areia é ótima... descompromissada... uma bebida perfeita para acompanhar o astral do lugar.

O que acha da próxima vez que for para praia incluir na lista das bebidas além da cerveja e da água de coco um espumante?

Aposto que se estiver bem gelado... você vai adorar... 


Vinho em talha... hoje em dia?

Postado em:

Como já falamos em um post (​http://www.jornaldafranca.com.br/mais-tecnicas-antigas) sobre técnicas antigas que estão voltando... a talha é uma delas.

Um dia destes, tive o prazer de degustar um “Vinho de Talha”. Logo que soube da existência deste vinho fiquei muito curiosa, afinal, é um vinho totalmente diferente do que estou acostumada a degustar.

O que degustei vem realmente em uma talha de barro, uma miniatura das talhas onde são produzidos tais vinhos. Você também não ficaria curioso? Pois então...

Foi um vinho português Tradições Antigas, do Alentejo , produzido pelo conhecido Paulo Laureano.  Este vinho pode ser encontrado em garrafas e talhas, sendo que da safra 2010, a produção se limitou a 2400 garrafas e 600 talhas.

Já conhecia alguns vinhos deste produtor e a qualidade de seus produtos, mas degustar este foi algo totalmente diferente.

Um novo aprendizado, já que alguns produtores fazem questão de explicar que não se deve comparar os nossos vinhos “tradicionais” com os produzidos em talhas.

A sua elaboração é toda baseada em técnicas antigas, dos romanos de 2000 anos atrás, com uvas exclusivamente portuguesas, o que é uma característica deste produtor. Neste caso foram usadas as portuguesas: Alfrocheiro, Alicante Bouchet, Aragonez, Tinta Grossa e Trincadeira.

Um vinho que deve ser consumido jovem , segundo alguns especialistas em 18 meses depois de engarrafados. Isto porque são produzidos de maneira diferente, sem adição de leveduras e outros componentes.

Que bom que algumas pessoas resgatam culturas antigas, dão assim a oportunidade de aprendermos mais um pouco sobre casa assunto, no nosso caso “ O Vinho” e conhecer sabores que ficaram esquecidos.

E chega mais um Réveillon....

Postado em:

O ano de 2017 chega ao fim... com suas tristezas , alegrias, realizações e tudo de diferente que pode acontecer durante um ano inteiro... 

Se você está lendo este post... que bom! Você sobreviveu... e espero que tenha tido um 2017 com mais alegrias que momentos difíceis, sim, porque infelizmente todos temos momentos difíceis, mas o importante é que eles passam(lembre sempre disto).

E com as festas de Réveillon, impossível não abrir um espumante... “o vinho que já vem com fogos de artifício e estrelas” .

O Espumante é o vinho das grandes comemorações... dos momentos alegres... de festejar as grandes conquistas e os bons amigos. 

E se me permite um conselho...não festeje com espumante só no Réveillon. Festeje sempre que puder... que estiver alegre, com amigos, ou com alguém especial.

O Espumante é um vinho que parece estar louco para “pular” da garrafa para o sua taça... só esperando você abrir a garrafa para “fazer festa” pra você.  Então, por que esperar para saborear só no final do ano?

Vamos colocar como meta para 2018 comemorar mais os bons momentos e tomar mais espumantes. Com tantos tipos com certeza um vai dar certo para cada momento especial.

Vamos dar importância e comemorar estes momentos especiais, assim os outros momentos “menos felizes” vão ficando menores.

Podemos escolher entre vários tipos e nacionalidades... entre eles: brut, demi-sec, , Moscatel ,roses, claros, produzidos só com uvas brancas(Blanc de Blancs) ou só com uvas tintas(Blanc de Noir), Champagnes, Cavas, Proseccos, Cremant...

Lembre que o Brasil é um grande produtor de Espumantes, com qualidade reconhecida inclusive na Europa. Mais da metade das medalhas recebidas em concursos internacionais são para os espumantes. E os Espumantes da Serra Gaucha tem são os grandes responsáveis por este resultado.

Então, o que está esperando? Escolha alguns bons espumantes, de produtores sérios. Chame os amigos e boas comemorações...
FELIZ 2018 ! ! ! Comemore todos os seus momentos especiais (e espero que sejam muuuitos)

FELIZ NATAL... Mas com qual vinho???

Postado em:

É NATAL.... época de confraternizar, reunir as pessoas queridas, celebrar o amor e muitas outras coisas boas.

Junto com tudo isto, vem as guloseimas tradicionais da época e com as guloseimas... a dúvida de qual vinho combina com o quê?

Hoje vou contrariar um pouco a “lei da harmonização”. Nesta época, muitas matérias e rteportagens mostram a harmonização perfeita para cada prato, e como já escrevi um post sobre harmonização, afirmo que não é “frescura” . A harmonização existe para se aproveitar o máximo o sabor do prato e o sabor do vinho. Onde um valoriza e mostra o potencial do outro.

Mas e se você não gosta de tal vinho? Se a indicação para o prato que você ama e espera o ano todo para comer no natal , é justamente aquele vinho que você não gosta?

Se isto acontece com você ou com algum conhecido, fique sabendo que isto acontece com muita gente e a dica é simples... seja feliz. Tome o vinho que te agrada. Mas sempre escolha um vinho de boa qualidade, afinal a “vida é muito curta para tomar vinho ruim”.

Se me permitir um conselho, experimente sempre que possível , e estiver a fim, vinhos diferentes, você pode se surpreender ou mesmo tirar uma má impressão de um vinho que não estava bom.

FELIZ NATAL! ! !

Churchill e o Champagne Pol Roger

Postado em:


Esta é a breve história de dois ícones que se apaixonaram... sim, no Mundo do Vinho temos também histórias de amor, neste caso a de Sir Winston Churchill e a não menos famosa... Champagne Pol Roger.

Isto mesmo aquele homem que estudamos nas aulas de história, além de comandar o Reino Unido e gostar de charutos, também apreciava um bom champagne.

É provável que tudo tenha começado em um almoço na embaixada Britânica em Paris, no ano de 1944, onde Churchill conheceu Odette Pol Roger, na época a diretora da conhecida casa de Champagne.

Desde então ficou encantado com a disposição dela, que além de comandar os negócios ainda , segundo a Casa Pol Roger,  foi informante ligada a Resistência Francesa durante a ocupação nazista.

Esta amizade gerou homenagens dos dois lados, Churchill deu o nome de Pol Rogers a um de seus cavalos de corrida, e a família Pol Roger depois da morte de Churtill, colocou uma tarja preta, em sinal de luto, em todo champagne enviado ao Reino Unido por vinte e cinco anos.

E a homenagem mais conhecida, foi a criação do Champagne com o nome de Sir Winston Churtill, lançado em 1984. Um corte produzido exclusivamente nos vinhedos eram elaboradas as safras preferidas de Churchill, com predominância Pinot Noir e a quantidade certa de Chardonnay, que matura em contato com a borra das leveduras por mais de 7 anos.

Uma grande homenagem a um grande homem.

E nós, apaixonados por esta bebida, podemos saborear uma Champagne que tem história como os outros vinhos e mais ainda... um apreciador famoso que inspirou tudo isto.

Espumantes e Festas de Fim de Ano formam uma harmonização perfeita... o que acha de chamar os amigos e abrir um... dois...

Sicília... uma ilha de sabores

Postado em:

Uma ilha da Itália que provavelmente vai te surpreender com as qualidades e os sabores dos vinhos.

A Sicília é o maior produtor do país, com  denominações de origem controlada , as quais representam 2,1% da produção total. Mas encontramos vários vinhos com qualidade excepcional com a denominação IGT.

Existe um IGT (Indicação Geográfica Típica) para toda Sicília  o que da abertura e liberdade para os produtores misturarem as cepas da ilha e mesmo assim rotular como varietal. A grande variedade de uvas nativas e a variação do clima ajudam na diversidade de produção.

Diferente do sul da Itália, a Sicília produz mais vinhos brancos que tintos, e as uvas mais usadas são as brancas Insolia e Grillo e para os tintos a Nero d’Ávola, Nerello Mascalese e Perricone.

Mas os vinhos de uvas tintas viraram ícone desta terra...A Nero d’Avola é hoje uma das uvas tintas mais plantadas na Sicília e  faz parte da lista das melhores cepas da Itália.

Não podemos esquecer dos vinhos de sobremesa, que na Sicília tem grandes nomes e qualidade, é o caso do Marsala, Malvasia delle Lipari, Moscato di Pantelleria e Moscato Passito di Pantelleria.

É possível que o nome vinho mais conhecido da Sicília seja o Corvo Duca de Salaparuta, elaborado com as 3 uvas tintas típicas da região... um exemplo bem característico. Além deste temos mais produtores que já são conhecidos pelos apreciadores de vinhos, como o Planeta, Donnafugata e Cusumano. Este último usa a pouco conhecida e bem interessante rolha de vidro.

O Marsala é um vinho fortificado muito conhecido para os apreciadores deste estilo.

Foi vinho mais famoso da Sicília, tendo o nome tirado de uma cidadezinha da ilha. Infelizmente tem a produção diminuída com o passar dos anos.

Este vinho foi “inventado” por um importador britânico em 1770, John Woodhouse, nesta época os vinhos fortificados estavam em alta.   Então foram usadas as técnicas do Porto e do Jerez com a uva Grillo como principal, mas também permitindo o uso das Insolia, Catarratto e Damaschino.

A ilha onde fica o vulcão mais ativo da Europa e onde nasceu a máfia... pode te mostrar grandes e novos sabores.

Deixe se encantar pelos vários sabores da Sicília... 

Gelo no vinho... pode?

Postado em:

Pode parecer estranho... errado... mas pode.

Claro que não é aconselhável colocar gelo em um vinho de alta qualidade, onde os aromas e sabores se perderão ou serão prejudicados.

Mas alguns vinhos... apesar de perder em complexidade,ficam bem interessantes com gelo, principalmente se tratando do nosso verão brasileiro.

Apesar de parecer estranho, já fazemos algo parecido, quando bebemos Sangria ou Clericot.

Esta “moda” começou na Europa em 2013 com o lançamento da Champagne Moët Ice Impérial.  E logo influenciou outros produtores, que viram nesta ideia uma ótima oportunidade.

Se isto acontecesse em qualquer outro lugar, provavelmente não passaria de um pecado usando esta bebida tão tradicional, com inúmeras críticas.  Mas foi lançada no lugar certo, onde a tradição não perdeu nada com esta novidade.

Em alguns vinhos produzidos para este fim, o produtor deixa claro no nome , geralmente usando a palavra “Ice”,ou no rótulo.

Em conversas com outros profissionais do vinho, sempre acontecem as discordâncias, quanto a ser uma boa ideia e frases como “onde vamos parar”. Bem, já coloquei acima, deve ser feito com vinhos leves , que vão perder pouco com isto. Tecnicamente falando o gelo atrapalha os aromas e compromete o perlage (borbulhas).

Apesar de ver poucas pessoas colocando gelo no vinho, este é um tabu que vai sendo quebrado aos poucos... no verão do ano passado vi mais adeptos, mas mesmo assim ainda poucas pessoas.

O verão está aí... o que acha de experimentar um vinho gelado com uma leve “diluição”?  Não precisa comparar aos bons vinhos que você conhece... experimente como uma bebida nova, um coquetel.

Priorato

Postado em:

Quando converso sobre vinhos com amigos, a pergunta q sempre aparece é: Qual o melhor vinho? Ou qual o melhor produtor de vinho?

Impossível responder estas perguntas com só um país ou um vinho. Claro que existem vinhos ícones, considerados perfeitos, mas cada pessoa tem um paladar diferente e existem situações diferentes em que degustamos vinhos, com temperaturas diferentes, pratos diferentes, temperos diferentes e ambientes diferentes, isto só para citar algumas das condições que mudam.

Neste post escolhi falar sobre o Priorato, já ouviu falar ?

Esta é uma região que fica na Catalunha , na Espanha. É uma das regiões da Espanha que produz grandes vinhos, não sendo melhor nem pior que as mais conhecidas como Rioja ou Ribera Del Duero.  Faço questão de frisar sobre isto, porque sempre que falo de uma região , várias pessoas já tomam partido a favor ou contra.

No Mundo do Vinho, acho que a posição sempre deve ser tomada a favor. Se não conhece, é uma ótima oportunidade para conhecer mais sabores e produtores diferentes. Se já conhece e não gosta... que tal dar mais uma chance? Posso dizer que onde produzem bons vinhos, também produzem vinhos fracos... onde existem bons produtores, existem também os oportunistas. Mas além disto, você pode ter comprado um vinho que não foi armazenado da forma correta,sempre chamo atenção para comprar vinhos em lugares confiáveis, onde tratam vinho como vinho e não como um produto qualquer.

Bem vamos voltar a atenção para a região escolhida para este post... o Priorato ou Priorat

“Um lugar pequeno que produz grandes vinhos” assim podemos começar a falar sobre esta região. Pequeno levando em consideração as dimensões do Brasil, onde escutamos as medidas de fazendas em Alqueires, Alqueires Mineiro ou Goiano. (só lembrando os meus tempos de escola, segue as conversões de alqueire para hectare: 1 alqueire Paulista = 24.200m² = 2,42 há , 1 alqueire Mineiro = 48.400m² = 4,84 há e 1 alqueire Goiano = 48.400m² = 4,84 há.)

Lá a medida usada é o hectare, 19,783 hectares (48,880 acres), e muito bem aproveitados por sinal.

Tudo começou entre 1987 e 89, ou teve um novo início, quando um grupo de enólogos empreendedores, René Barbier ,José Luiz Perez, Carles Pastrana, Daphne Glorian e Alvaro Palacios , perceberam o quanto valia aquela terra “pobre” com parreiras antigas e retorcidas.

Sabiam que as uvas Garnacha e Cariñena eram as mais adaptadas a região, o que os fez assumir as velhas plantações, introduzindo as uvas internacionais Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah e Pinot Noir e que resultou na elaboração e produção de grandes vinhos.

Com esta produção, estes enólogos foram responsáveis por colocar o novo terroir no mapa dos grandes vinhos da Espanha e presentear os apreciadores de vinho do mundo todo. Tintos encorpados, com frutas pretas que lembra ameixa, com pouco carvalho.

As vinhas do Priorato são plantadas “em vaso”, ou seja, pequenos arbustos. Isto somado com a composição do solo, chamado de Llicorella (com aparecia de pobre e infértil) e o clima com grande amplitude térmica, foram as características que imprimiram na produção a qualidade, que aliada com bons enólogos resultam em vinhos perfeitos.

Vinhos que merecem ser conhecidos e degustados...

Corrida e Espumante

Postado em:

O que corrida tem a ver com espumante? Bem, até algum tempo atrás eu achava que nada.

Mas corrida, noite e espumante hoje em dia tem tudo a ver... não entendeu? Vou explicar como.

A combinação destas 3 coisas foram usadas em um evento realizado em Bento Gonçalves.

E se você está pensando que não tem nada para dar certo... engano seu... já deu.

Dia 11/11 foi realizada a 4ª “Sparkling night run” . Isto mesmo, corrida a noite com a chegada com direito a degustação de espumantes.

Só alegria... este é o resultado quando juntam se pessoas apaixonadas por corrida e espumantes.

A corrida acontece na cidade de Bento Gonçalves, sendo 5km ou 10km.

E aí animou para o próximo ano?

Mais informações acesse o site: http://www.sparklingnightrun.com.br/

Agora se 5 ou 10km já são passado na sua vida... e quer mais emoção... 

Foi realizada no Vale dos Vinhedos em Maio de 2017 a Wine Run (http://www.winerun.com.br/vinhedos/) com 21km . E para quem conhece o Vale, sabe que esta deve ser uma das mais bonitas em visual, mas as “ladeiras” sempre vão te lembrar que está ali para correr e se superar e não só para apreciar as lindas paisagens.

Também estão promovendo este evento no Vale do São Francisco, com o percurso de 10 milhas, em torno de 16km.

Bem, mais uma grande ideia unindo esporte e o “Mundo do Vinho”.

E aí... topa treinar para o próximo ano? 

PISCO também é produzido com uva

Postado em:

Hoje não vamos falar de vinho, mas sim de outra bebida produzida a partir da uva....O Pisco

O nome Pisco é de origem “Quechua”, um idioma pré colonização da America do Sul, usado até hoje em alguns países nos arredores dos Andes, significa “ave”.

Mas para nós, hoje o Pisco é um destilado de uva produzido no Peru e no Chile.

 E curiosamente estes países discordam em relação ao Pisco. Para o Chile, Pisco é um nome genérico da bebida, já no Peru, Pisco é uma “Denominação de Origem” entendendo que só pode ser produzida no Peru. 

As uvas usadas nas produção de cada país também são diferentes, sendo que no Chile as principais são a Moscatel, a Toprontel e a Pedro Jimenez e no Peru nos Piscos puros são usadas as Mollar, Negra Corriente e Quebranta, e nos aromáticos usam a Moscatel e uva Itália.

Bem não vamos entrar em tal discussão ... a ideia aqui é mostrar novos sabores e não discutir.

Tive a felicidade de conhecer Pisco em uma breve viagem ao Peru. Claro que já tinha experimentado a bebida antes, mas nada como conhecer mais e no lugar de origem. E como a viagem foi com pessoas queridas... a degustação foi muito melhor e com muitas e boas risadas.

O Pisco me lembrou a Grappa, é uma bebida forte com alto teor alcoólico, mas com um sabor específico e muito gostoso. No dia que degustamos , veio com as sobremesas e posso afirmar... estava ótimo.

Mas para quem não gosta de bebidas fortes, existem variações de coquetéis com o Pisco que são ótimos. 

É o caso do Pisco Sour ou dos Chilcanos, degustamos o Pisco Sour e o Chilcanazo, que é feito com gengibre e manjericão, refrescantes e muito saborosos... com as companhias certas, que foi o meu caso, têm gosto de festa. 

Lembrando sempre que o Ceviche acompanha muito bem estas bebidas. 

Sempre que tiver oportunidade, bebidas como estas valem a pena degustar e se estiver com boas companhias, tenha certeza que vai render muitas histórias e boas lembranças.